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Babel hoje – Desenvolvimento ou revolução contra Deus?

 Pr Oliveira

Babel hoje – Desenvolvimento ou revolução contra Deus?

 Gênesis 11.0 4 Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.

É considerável o número dos querem tocar o Céu! O homem sempre foi teimoso quando a questão envolve obediência a Deus. Não havia problema algum no desejo de construir uma torre para nela representar tecnologia, cultura ou qualquer outro fim social. Mas em Babel a coisa não foi bem assim. Babel é o símbolo da arrogância humana e da soberba contra Deus sua palavra. Continuar lendo Babel hoje – Desenvolvimento ou revolução contra Deus?

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Quem pecou, ele ou seus pais?

Pr Oliveira1

Quem pecou. Ele ou seus pais?

E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. João 9.2-3.

Não importa o que aconteça, sempre haverá a repetição das mesmas coisas. O Senhor Jesus sempre tem a resposta certa para a nossa indagação. Quem pecou para que alguém seja tão infeliz? Nossa infelicidade acontece quando escolhemos algo que não tenha valor eterno, e que não seja um bem real. Quando nossa alma escolhe algo para si que não tem valor para com Deus, ela está escolhendo se rebaixar ao nível da irracionalidade. Isso equivale a descer ao nível da criatura inferior. Por essa escolha jamais sentirá a benção de Deus porque não há recompensa para a formiga por cortar a folha, nem para o vento por soprar a terra. Como também não haverá recompensa nem castigo para os irracionais quando devoram ou poupam os de sua espécie. Desde o principio o homem sempre procura um responsável para justificar sua vontade e manter a condição de pecador, não ignoramos isso! O marido põe a culpa na mulher pelo mau comportamento dos filhos. Os filhos culpam os pais por sua incapacidade até mesmo em conseguir um emprego. A nação culpa o governo por não conseguir emprego. Mas, a bíblia é enfática: II Reis 14.6… Cada um será morto pelo seu próprio pecado. O meu fracasso não é responsabilidade de ninguém porque sou senhor de minha decisão. Posso prever meu futuro pelo meu comportamento no presente. Jesus advertiu, o homem prudente constrói sua casa na rocha. Mateus 07. 24. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Quando falo em coisas firmes advirto: como vai ser com a tua alma quando entrar na eternidade? Muitos me diriam, Deus é que sabe! Considero que a minha pergunta não foi respondida. E prossigo na minha investigação. Você não gostaria de saber? – talvez obtivesse por resposta, ninguém sabe! O Senhor Jesus deu uma luz a esse respeito: quem está em trevas não sabe para onde vai. I João 2.11. Quem anda na luz terá a luz da vida. João 8.12. Linda resposta. Não culpe ninguém por não ter certeza da tua salvação, venha conhecer o Senhor Jesus. Ele te garante que aquele que o segue, não provará a condenação. Ninguém pecou para que você fosse infeliz. Essa amargura pela qual você esta passando é resultado da escolha que tua alma fez no mundo das coisas inferiores em busca da felicidade. Deus é o cominho da felicidade. E o caminho para ele esta em reconhecer seu filho unigênito como Senhor e Salvador de tua alma. Ao escolher as coisas de cima, a alma flui rumo a excelência divina e restaura sua semelhança com o criador. O Filósofo cristão da Idade Média Santo Agostinho disse que “o mal é a deficiência do ser”. Não se trata de uma substância. Satanás foi deficiente na escolha dele próprio, em lugar de Deus. O homem foi deficiente quando não escolheu obedecer a Deus dando ouvido ao tentador. O primeiro por deliberação, e o segundo por indução. Ambos foram deficientes, e caíram no mal. Entretanto, Deus condenou o homem por ter pecado. Mas, adverte; “Deus não enviou seu filho ao mundo para que condenasse o mundo, mas, para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado”. Sendo o dono de minha vontade, posso escolher o meu futuro. A alma que culpa outra é porque rompeu consigo mesma e aboliu a decisão de fazer a escolhe do bem, (Jesus).

Deus te abençoe.

Pr. J. A. de Oliveira.

O conhecimento da verdade.

Pastor Oliveira                    

O conhecimento da verdade.

 

A renovação do entendimento segundo escreveu o Apóstolo São Paulo, é o culto racional. Este texto quando comparado ao de Hebreus 11.6, mostra a impossibilidade de se relacionar com a verdade (Deus), porque sem fé não poderá crer que ela (a Verdade) existe. Neste texto cujo autor não se deu a conhecer, a fé e a razão são condições determinantes para se chegar ao conhecimento da verdade absoluta. Tanto o filósofo que busca prova racional, quanto o místico que crê cegamente, poderá cometer erro se não unir as duas bases necessárias (a fé e a razão) para se conhecer a Deus, em quem se encerra toda ciência.

A fé é pode conduzir aos deuses.

Tomo como base deste meu argumento, o fato de que todo ser humano é capaz de exercer fé em alguma divindade. Entretanto apenas a fé não é suficiente para ajudá-lo na escolha do Deus Uno. A prova disso, é que todo ser humano adora algum deus em uma pluralidade de religião. Havendo neste universo religioso até quem adore a vaca, o Sol, uma imagem de homem feita de pau, pedra ou metais, e até mesmo os fenômenos da natureza. Em fim, quase não é possível mensurar este politeísmo mundial nas diversas religiões. Percebe-se também, que até quem não crê em Deus tem fé. Fazem isto afirmando por negação: quando afirmam que Deus não existe, necessitam de fé para crer no que estão afirmando. Assim como é indispensável a fé para crer em sua existência, é também para crer na sua inexistência. E ai está uma manifestação de fé em certo momento.

Se por um lado o filósofo não poder conhecer a Deus somente pelo uso da razão, por outro semelhante o místico não o fará apenas por meio da fé. O primeiro procura prova física evidente da existência de um Deus invisível. O segundo não pode escolher corretamente o verdadeiro Deus. O primeiro duvida de tudo, e o segundo acredita em tudo que se apresenta como deus. Como se percebe, nenhum deles chegará a lugar algum. Pois um, apresenta uma racionalidade cética, e o outro uma fé irracional. Enfim se o Místico unir a sua fé à razão, e o filósofo iluminar a sua racionalidade com a fé conhecerão enfim a fé racional de que falou o escritor de Aos Hebreus. Quem vai dizer ao filósofo que ele necessita de crer no Deus invisível é a fé. E quem vai dizer ao místico que ele está adorando o deus errado é a razão. Mas, como ela fará isso? Pelo principio de reconhecimento. (Aquilo que a alma vê é também aquilo que ela é em certo sentido).   O homem sai de Deus pelo sopro de sua boca, e volta para ele quando o mesmo sopro se esvai com a morte. Durante todo caminho nesta vida, sai peregrinando migrando de uma religião para outra procurando um Deus de quem é semelhante. Agostino vai dizer que, ao percorrer este caminho, ele arrasta seus pecados testemunhando sua mortalidade. Seria o homem dotado de inteligência e razão semelhante à vaca, ou à imagem feita de pau, pedra ou metais? Certamente, não.  O processo de reconhecimento consiste em ele levantar o rosto, contemplar racionalmente a matriz de onde sua existência procede. A razão vai dizer com qual Deus o homem é parecido.

      Agora que a alma já sabe se identificar com o seu criador, resta apenas um caminho. Ela terá de tomar sua própria decisão. Porque ainda arrasta após si o testemunho de seus pecados que anuncia o seu fim, a morte. Ela deseja a verdade, a vida, e agora já sabe quem é a verdade e a vida. Eis, portanto, a opção única de se salvar. Agostinho vai dizer que ela está em si mesma incapacitada de se auto-iluminar. Já recebeu a luz do conhecimento (a fé racional) que lhe possibilita ilimitadamente crer na verdade, mas a decisão de se entregar a esta verdade fará toda diferença.

Se por um lado está dito que a filosofia é a sabedoria do homem, e a fé é a loucura de Deus, por outro se diz que a loucura de Deus é mais sábia do que os homens.  

Por Pastor Oliveira (Teologia Filosófica)