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Sobre pastores e lobos.

Sobre Pastores e Lobos
Sobre Pastores e Lobos

Sobre pastores e lobos

Pastores e lobos têm algo em comum: ambos gostam de ovelhas, e vivem perto delas.
Hoje em dia, pastores e lobos nos deixam um pouco confusos para saber quem é quem.
Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Mas o Espírito Santo nos ajuda a ver que parecem ovelhas, mas são lobos.

E eles têm algumas diferenças básicas:

1. Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
2. Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
3. Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
4. Pastores choram por suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
5. Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
6. Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
7. Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
8. Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
9. Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
10. Pastores se entusiasmam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
11. Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
12. Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
13. Pastores ensinam com a vida, lobos com discursos.
14. Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
15. Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
16. Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
17. Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
18. Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
19. Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
20. Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
21. Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
22. Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
23. Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
24. Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
25. Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
26. Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
27. Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
28. Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
29. Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
30. Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
31. Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
32. Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
33. Pastores têm talentos e dons, lobos têm cargos e títulos.
34. Pastores dirigem igrejas, lobos dirigem empresas.
35. Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
36. Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.

Transcrito da revista ENFOQUE GOSPEL, edição 54, não mais publicada.
Autor: Osmar Ludovico da Silva

Os Verdadeiros filhos de Deus

O que é teologia - Teologia Sistemática - Teologia

“E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.” (Marcos 14: 36).
O tema desse artigo é “os filhos de Deus”. No título, porém, coloquei de propósito o adjetivo “verdadeiros”, para diferenciar dos falsos filhos que Deus tem.
Entre as dezenas de títulos que o Livro Santo emprega para a pessoa de Deus, encontramos um que quero destacar aqui, junto com o nome pessoal de Deus.
Elohim é identificado na teologia como o nome de DEUS CRIADOR e enquanto criador ele é pai de todos os homens.
Porém quando avaliamos Deus na perspectiva do seu nome próprio YHWH (YAHWEH) ele é o Deus Salvador e desse modo tem poucos filhos, visto que para ser filho de Deus conforme a teologia Joanina é preciso receber um poder especial que só o nome de YESHUA (JESUS) pode dar.
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. João 1,11-13.

Desse modo concluímos que Deus tem filhos realmente regenerados que procuram fazer toda a sua vontade, mas também tem filhos nominais que vivem conforme sua própria vontade, não sendo guiados pelo (RUACH HAKODESH) o Espírito de Santidade ou o Espírito Santo como é mais conhecido. Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Rom. 8,14.
De fato Deus tem somente um filho: Jesus. Todos nós podemos nos tornar filhos caso aceitemos o único filho de Deus como nosso Salvador recebendo assim como João explicou em seu Evangelho o poder de sermos feitos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo.

A filiação de Deus é exclusividade de Jesus, e de mais ninguém. A expressão do salmo 2,7 …”Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.” Se refere a Jesus não a nós.

Somente Jesus tem o direito de usar a expressão “Aba, Pai”! E é claro que o Mestre quis nos dizer alguma coisa além do texto corrente de (Marcos 14: 36).

Se a palavra aramaica ABBA literalmente significa PAI, por que Jesus disse Aba Pai? Não poderia ter dito simplesmente ABBA, ou simplesmente Pai? Em vez disso usou uma aliteração, dizendo “Aba, Pai”! Então eu penso que Jesus quis dizer mais do que está escrito!

Na Escritura aos Romanos 8,15 está dito: Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
A expressão “Aba Pai” era usada por judeus e isso somente quando ambos os pais de um filho eram judeus. Esta expressão não podia ser usada se a mãe fosse escrava, ou seja, “Aba Pai” indica uma filiação legitima de linhagem pura.
“Aba Pai” é um termo teológico usado pelo próprio Jesus para indicar seu relacionamento com o Pai. E quando clama nos seus momentos finais “Aba, Pai”, ele está dizendo: Senhor, eu sou teu filho legítimo, por favor, socorre-me! Não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.
Eu e você não tínhamos o direito de usar esta expressão, por isso Paulo quando escreve aos romanos diz: …” não recebestes o espírito de escravidão… mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
Concluindo que somente pelo ministério do (RUACH HAKODESH) Espírito Santo podemos nos transformar de escravos do diabo (espírito de escravidão) quando não tínhamos direito a esta filiação em “verdadeiros filhos de Deus” que podem clamar “ABA PAI”.
Shalom Ahemáh (paz e prosperidade) meu irmão; em Cristo você tem direito de ser filho de Deus. Mas você que ainda não aceitou a Jesus como Salvador precisa fazê-lo depressa para que também tenha direito à herança dos filhos de Deus: a Salvação.

NOSSO PRIMEIRO AMOR

O QUE É O “PRIMEIRO AMOR”?

O Senhor Jesus disse à igreja de Éfeso: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, sobre ti virei e moverei do seu lugar o teu castiçal, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).

Infelizmente, essa ameaça de Jesus logo se tornou realidade. A igreja de Éfeso, que se encontrava onde hoje é a Turquia, desapareceu e não há praticamente mais nada que a lembre. No lugar onde antes brilhava a luz do Evangelho por meio da igreja local de Éfeso hoje se proclama o islamismo. Onde antes havia o “candeeiro” da Palavra de Deus, hoje estão as mesquitas islâmicas.

A igreja tinha abandonado o primeiro amor, não voltou a ele e isso teve consequências desastrosas. Mas, afinal, o que é esse primeiro amor?

O primeiro amor pode até sofrer mudanças, mas não no sentido de diminuir repentinamente.

Na verdade, é perfeitamente normal que depois de alguns anos seguindo a Jesus, um filho de Deus não tenha mais o mesmo sentimento ou a mesma emoção do início de sua vida cristã com relação às coisas de Deus. Mas isso não significa necessariamente que agora ele ame menos a Jesus do que no início da conversão. Podemos estar no primeiro amor mesmo sem aquelas emoções que nos assaltavam a alma, sinônimo muitas vezes de imaturidade.

Em minha opinião, a expressão “primeiro amor” não se refere tanto à característica temporal, e, sim, muito mais à característica qualitativa, primeiro amor fala da importância que damos a Jesus em nossa vida e em nossos projetos. Para que o nosso amor seja considerado “primeiro Amor” o essencial é que Jesus ocupe o primeiro lugar em nossa vida, isto é, que ocupe a posição de principal e melhor.

Exemplo prático de primeiro amor: Quando um marido passa a colocar os esportes, a televisão seu hobby, seu carro, à frente de sua esposa, (mesmo que lhe seja fiel, que ainda goste muito dela, que não consiga mais imaginar sua vida sem ela e que ela continue cuidando dele o tempo todo), então ele estará dando provas de que abandonou o seu “primeiro amor” por ela. É assim também com relação à Cristo.

Quando a paixão que é aquele (Sentimento forte, movimento impetuoso da alma) e a devoção a Jesus diminuem, o primeiro amor por Ele já foi abandonado. Esse principal e melhor amor não pode ser substituído por perfeccionismo, nem por esforços e perseverança, nem evitando maus pensamentos e ações. Revelar o mal, trabalhar e sofrer para o Senhor também não resolve. Isso tudo é bom e necessário, afinal, o próprio Senhor reconhece que são atitudes elogiáveis (Ap 2.2-3); mas elas também podem partir de um hábito puramente mecânico, e ficar engessadas em formalismo e tradicionalismo, se não forem misturadas ao legítimo primeiro amor.

Deus quer nosso amor inteiro e completo, sem dividi-lo com ninguém. Nosso espírito, nosso coração e nossa alma pertencem somente a Ele. O Senhor não quer somente a honra, mas toda a devoção dos que se voltam para Ele em amor. E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento (Mt 22.37).

Em muitas igrejas tudo corre conforme os padrões bíblicos, e não há nada que se possa dizer contra elas. Ainda assim, falta o primeiro amor ao Senhor, pois a vida estruturada da igreja assumiu o lugar de Jesus Cristo. O Senhor Jesus sempre deve estar em primeiro lugar. Esse primeiro amor a Ele é que deve impulsionar o que fazemos por Ele, e não o contrário. Penso que era isso que Jesus estava querendo dizer aos cristãos da igreja em Éfeso: para eles, agir em nome do Senhor vinha antes, e o amor profundo a Jesus estava só em segundo lugar; a rotina descompromissada tinha passado acima da vida espiritual.

Um exemplo de primeiro amor por Jesus: Lemos em Lucas 10.38-42: E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa;

E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra.

Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude.

“E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a melhor parte, a qual não lhe será tirada.”

Marta empenhou tudo para que Jesus fosse recebido dignamente com a melhor comida e bebida, e com certeza não fez isso sem amor. Mesmo assim, o Senhor precisou adverti-la; mas sua irmã Maria foi elogiada pelo Mestre. Devemos fazer uma coisa sem deixar a outra de lado, nossas prioridades devem estar na ordem certa. Esse acontecimento mostra que Maria escolheu a atitude melhor, o que nos dá um exemplo do “primeiro amor” a Jesus. Importa primeiro sentar aos Seus pés, ouvir a Sua palavra e reconhecer a Sua vontade. Esse primeiro amor ao Filho de Deus não existe sem que a Sua vontade seja feita. Mais tarde, a mesma Maria derramou o unguento precioso sobre os pés de Jesus. João 12.3 nos relata essa ação: “Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”. Maria “escolheu a boa parte”, a melhor, a superior, “e esta não lhe será tirada”.

Que contraste com as palavras de Jesus: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”. O primeiro amor havia sumido e por isso a igreja de Éfeso corria perigo de perder sua luminosidade. No exemplo acima, quem você acha que brilha mais? Marta ou Maria? Não adianta servir Jesus como Marta e não dar atenção! Maria era toda ouvidos para as palavras de Jesus.

A visita de Jesus à casa de Maria e Marta e o ato de amor de Maria mostram claramente a importância que o Senhor dá à dedicação completa de todo o nosso amor a Ele, ao nosso viver com Ele e a partir dEle e ao serviço devotado que brota dessa ligação vital. O princípio é este: primeiro amor profundo a Jesus e só então serviço em Seu favor.

Em outras palavras: Ele precisa ser o primeiro em nossas vidas. O Senhor Jesus expressou dessa forma radical a seriedade absoluta com que encara esse primeiro amor a Ele: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10.37).

A palavra grega para “primeiro” é “protos”, que se refere menos à importância cronológica e mais à importância qualitativa. ASSIM, O “PRIMEIRO” AMOR É O “MELHOR” AMOR.

Por derivação “protos” é “lugar de honra”, “líder”, “ser o primeiro” ou “assumir o lugar principal”. No tabernáculo, o lugar santo antes do Santo dos Santos também era chamado de “primeira tenda” ou “tenda anterior”. Ali os sacerdotes atuavam na presença direta do Senhor; não havia mais nada entre eles. Também isso revela a vontade do Senhor: que vivamos tão diretamente com Ele e na Sua presença, que Ele tenha o primeiro lugar em nossas vidas!

A mesma palavra grega “protos” também é usada na parábola do filho pródigo, que voltou para o pai totalmente empobrecido e com as roupas rasgadas. Então o Pai mandou lhe trazer a primeira, isto é, a melhor roupa: “Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-o…” (Lc 15.22). Não se tratava de uma roupa de festa que o filho talvez já tivesse usado em ocasiões passadas, mas, sim, da principal roupa de festa. Deus sempre nos trata com o que Ele tem de melhor, e nós, por que não lhe damos nosso “MELHOR AMOR”, NOSSO PRIMEIRO AMOR?

O Senhor encontrou muitas coisas boas entre os cristãos da igreja em Éfeso (Ap 2.2-3), mas Ele em si não era mais o Melhor e Primeiro entre eles. O seu amor pertence primeiro ao Senhor Jesus? Ele tem prioridade absoluta em sua vida? Você realmente coloca todo o resto depois dEle em sua vida? Você se esforça para prestar atenção ao que Ele diz quando Ele procura lhe falar por meio de Sua Palavra na Bíblia, ou na pregação, a fim de ter comunhão verdadeira com Ele? Você continuaria a amar o Senhor Jesus sobre todas as coisas mesmo e perdesse tudo aquilo que lhe é mais caro? Você já aprendeu amá-lO sobre todas as coisas? Você escutou e aplicou a tempo em sua vida a advertência de Jesus para os cristãos de Éfeso? O Senhor descreveu o significado do verdadeiro amor do discipulo com estas palavras extremamente sérias: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).

Palmas das mãos ou palmas nas mãos?

Ap. 7,9. “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”.

“…eis aqui uma grande multidão…” Esta multidão de “todas as nações”, com palmas nas mãos não deve ser confundida nem com a Igreja nem com Israel. Este grande ajuntamento de almas são conforme disse um dos anciãos a João os que vieram da grande tribulação: Ap. 7. 13,14.  “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.
O capítulo 6. 9 deste livro relata que os mártires da Grande Tribulação encontram-se “debaixo do altar”, aqui, porém, a cena mudou, e eles se encontram “diante do trono e perante o Cordeiro”. Porém, as vestes são as mesmas (6.11 e 7.9).
“…com palmas nas suas mãos”. De acordo com a simbologia profética das Escrituras, as palmas (folhas de palmeiras) simbolizavam vitória e paz. Esta é  a interpretação que podemos depreender da passagem de (Jo 12.12-13), quando entrou em Jerusalém o Príncipe da Paz . Os romanos usavam a folha de palmeira, como um símbolo de vitória. Nesse sentido também podemos pensar que Israel estivesse comemorando sua vitória e libertação do jugo romano com o próprio símbolo romano (A PALMA) já que naquele momento entrava em Jerusalém o “Rei dos judeus”! (João 12.12,13). No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.
As palmas ou ramos de palmeiras são citados em caráter cerimonial e festivo (símbolo de alegria) com a festa dos tabernáculos (Lv 23.40), e é curioso observar que esta festa durava “sete dias” (em caráter profético, equivale aos sete anos da grande tribulação). (Lv 23.40; Nm 14.34; Ez 4.6).
No texto em foco, Ap. 7,9, as palmas são dadas em lugar de coroas para simbolizar a vitória daqueles crentes e a paz que desfrutarão no céu, não se trata como muitos pensam das palmas das mãos dos próprios que são citados em Ap. 7,9. Shalon Aleichem – Paz seja convosco,                Pastor   Luiz Antonio.

O Inverno da Alma

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. (Mateus 24 : 12).

Com estas palavras o Mestre divino marca uma época de cumprimento profético: a  nossa época. É importante também notar que no versículo 25 do capítulo em foco  Jesus está vaticinando o nosso tempo, o nosso momento na história da  humanidade: “Eis que eu vô-lo tenho predito”.

É estarrecedor como estas  palavras proféticas têm total cabimento em nosso tempo de inverno espiritual.
Estamos vivendo uma época em que muitos estão profetizando e ensinando em nome de Jesus e enganando a muitos. Temos ouvido de guerras como ele disse no  versículo 6 “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos  assusteis, porque é mister (necessário) que isso tudo aconteça, mas ainda não é  o fim”. Falsos profetas, tem surgido e enganado a muitos.

Mas a marca mais grave da nossa época e a descrita no versículo 12 “E, por se  multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”, pois ela é um sinal dentro  da igreja. Um grande número de crentes não têm perseverado até ao fim para  serem salvos. O inverno espiritual já matou suas almas, eles não amam mais a  Jesus como no momento em que o receberam como salvador. Eu sei que Yeshua  (Jesus) profetizou no versículo 21 uma época ainda pior que esta que  vivenciamos agora, ele disse: “Porque haverá então grande aflição, como nunca  houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver”. De novo  o Salvador avisa no versículo 25 “Eis que eu vô-lo tenho predito”. Há cerca de  uns vinte anos eu preguei o Evangelho a um senhor que em resposta evasiva à  minha oferta de salvação disse: Luiz eu não aceito jesus porque eu não achei  uma igreja que dá certo comigo! Naquela época isso era bem verdade a igreja era  conservadora, e não havia lugar para o pecado se alojar dentro dela sem que o
“Ruach Kadosh, ( Espírito Santo) o revelasse, mas hoje este homem não teria a  menor dificuldade de encontrar uma igreja tão ímpia quanto ele. Chegamos à  época dos falsos profetas, dos homens amantes de si mesmos, avarentos,  presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos,  profanos, (II Timóteo 3 : 2).  Isso meus amados é o terrível inverno da alma.

Como está você amado irmão? Como está tua alma, ainda amas a Jesus, ou já concordas  com as inovações neopentecostais da nossa era? Nosso Deus é um fogo consumidor  aqueça-se nele!

Shalon Adonai, Deus abençoe a todos, Pastor Luiz Antonio.

Por que JEsus dobrou o Lenço?!

“E que o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, não estava com os panos, mas enrolado num lugar à parte.” (João 20:7)
           Porque Jesus dobrou o lenço? Porque Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição? 
João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.
            A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
1 E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
2  Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram.

3  Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro.
4  E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
5  E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 6  Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis,
7  E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte.
8  Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Isto é importante? Definitivamente. Isto é significante? Sim.

Para entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem haver com o Amo e o Servo.

E todos até um menino Judeu conhecia esta tradição.
“Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo ele buscava ter certeza de fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria”.
           A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperava fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca a tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.
          Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”. Se o Amo se levantasse, e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato,

o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!” Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!
Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve. Esteja pronto, preparado!

Quem pecou, ele ou seus pais?

Pr Oliveira1

Quem pecou. Ele ou seus pais?

E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. João 9.2-3.

Não importa o que aconteça, sempre haverá a repetição das mesmas coisas. O Senhor Jesus sempre tem a resposta certa para a nossa indagação. Quem pecou para que alguém seja tão infeliz? Nossa infelicidade acontece quando escolhemos algo que não tenha valor eterno, e que não seja um bem real. Quando nossa alma escolhe algo para si que não tem valor para com Deus, ela está escolhendo se rebaixar ao nível da irracionalidade. Isso equivale a descer ao nível da criatura inferior. Por essa escolha jamais sentirá a benção de Deus porque não há recompensa para a formiga por cortar a folha, nem para o vento por soprar a terra. Como também não haverá recompensa nem castigo para os irracionais quando devoram ou poupam os de sua espécie. Desde o principio o homem sempre procura um responsável para justificar sua vontade e manter a condição de pecador, não ignoramos isso! O marido põe a culpa na mulher pelo mau comportamento dos filhos. Os filhos culpam os pais por sua incapacidade até mesmo em conseguir um emprego. A nação culpa o governo por não conseguir emprego. Mas, a bíblia é enfática: II Reis 14.6… Cada um será morto pelo seu próprio pecado. O meu fracasso não é responsabilidade de ninguém porque sou senhor de minha decisão. Posso prever meu futuro pelo meu comportamento no presente. Jesus advertiu, o homem prudente constrói sua casa na rocha. Mateus 07. 24. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Quando falo em coisas firmes advirto: como vai ser com a tua alma quando entrar na eternidade? Muitos me diriam, Deus é que sabe! Considero que a minha pergunta não foi respondida. E prossigo na minha investigação. Você não gostaria de saber? – talvez obtivesse por resposta, ninguém sabe! O Senhor Jesus deu uma luz a esse respeito: quem está em trevas não sabe para onde vai. I João 2.11. Quem anda na luz terá a luz da vida. João 8.12. Linda resposta. Não culpe ninguém por não ter certeza da tua salvação, venha conhecer o Senhor Jesus. Ele te garante que aquele que o segue, não provará a condenação. Ninguém pecou para que você fosse infeliz. Essa amargura pela qual você esta passando é resultado da escolha que tua alma fez no mundo das coisas inferiores em busca da felicidade. Deus é o cominho da felicidade. E o caminho para ele esta em reconhecer seu filho unigênito como Senhor e Salvador de tua alma. Ao escolher as coisas de cima, a alma flui rumo a excelência divina e restaura sua semelhança com o criador. O Filósofo cristão da Idade Média Santo Agostinho disse que “o mal é a deficiência do ser”. Não se trata de uma substância. Satanás foi deficiente na escolha dele próprio, em lugar de Deus. O homem foi deficiente quando não escolheu obedecer a Deus dando ouvido ao tentador. O primeiro por deliberação, e o segundo por indução. Ambos foram deficientes, e caíram no mal. Entretanto, Deus condenou o homem por ter pecado. Mas, adverte; “Deus não enviou seu filho ao mundo para que condenasse o mundo, mas, para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado”. Sendo o dono de minha vontade, posso escolher o meu futuro. A alma que culpa outra é porque rompeu consigo mesma e aboliu a decisão de fazer a escolhe do bem, (Jesus).

Deus te abençoe.

Pr. J. A. de Oliveira.

O Perigo do Ardil do nosso inimigo.

Rogerio

O Perigo do Ardil do nosso inimigo.

 

Um dos artifícios mais usados nos dias de hoje pelo inimigo das nossas almas é a idolatria, ele a utiliza de varias formas e maneiras. Idolatria não é somente adoração de ídolos, mas também amor cego e paixão exagerada por alguma coisa.

O apego ao material: à casa, ao carro, ao emprego, ao conjugue ao próprio templo onde oferecemos nossa adoração a Deus, é um tipo de idolatria, tendo em vista que idolatria também é amor cego e paixão exagerada por alguma!

Firmar nossa fé em um pregador é um tipo de idolatria espiritual, muitos irmãos seguem determinado pregador ou pastor, pela manifestação de poder na vida do tal. O pregador ou pastor por sua vez não está errado em buscar esta unção, ele esta cumprindo o que Deus determinou que ele fizesse, nós porém devemos firmar nossa em Cristo! O homem não é nada, aquela manifestação de poder se dá pela infinita graça de Deus e temos que entender isso.

 

Nesse sentido o nível de idolatria em nosso meio está de tal forma que não está atacando apenas uma faixa etária na igreja, mas vem envolvendo a todo corpo da mesma, desde os anciãos até as crianças. As crianças são iludidas com os programas que mais gostam, com os brinquedos, os desenhos e por ultimo também as roupas com sua variedade de marcas, que elas querem escolher visando não somente um bem estar mas idolatrando determinada marca que que no final das contas constatamos que por vezes não é a melhor, e que não vale tanto pintam!

 

Idolatria ou inversão de valores.

 

A idolatria normalmente do um valor a uma imagem que geralmente ela não tem, atribuindo a ela status de Deus. Quando idolatramos o dinheiro, ele se torna um Deus pra nós, a Bíblia o chama “Mamon”! Quando idolatramos o dinheiro,estamos dizendo que aquela cédula ou moeda que tem determinado valor pode comprar os bens desejados e nos deixar felizes e às vezes por não tê-la, e não adquirirmos o bem desejado ficamos tristes, ou seja, o dinheiro determinou o nosso estado emocional, ditou o que você sentiu! O dinheiro é para trocarmos por um objeto, ou um serviço que venha a nos trazer benefícios, se não o tivermos e assim não pudermos adquirir esse bem não deverá influir em nada em nosso humor, não temos que ficar nervosos ou tristes por isso! não vamos atribuir ao dinheiro o poder de mexer com o nosso emocional, isso é inversão de valor ou idolatria.

Nosso Deus é maior que isso Ele é imutável, Ele sim tem o poder de mudar seu humor e muito mais, por falta de Sua presença, devemos ficar mau humorados, e até tristes!

 

Atacando as crianças e jovens

 

O inimigo tem como meta atacar as crianças e jovens, não que por não fazer parte destes grupos na igreja estejamos salvos de seu astuto ataque, é que ele atacando esses dois grupos está atacando também a nós, porque que irmão que não tem um parente nem jovem ou criança na família? Dirigentes, Pastores, todos estão envolvidos nessa trama maligna do inimigo! Um pastor caído não ensina nada a ninguém! Uma criança que aprende com um pastor caído não tem nada a ensinar! Quando vier a ser obreiro nascerá um obreiro morto.

 

Como o inimigo esta atacando nossas crianças e jovens?

 

Fazendo-se de amigo, porque se ele bater logo de frente não terá muito êxito, pois percebendo suas investidas nós iríamos guerrear com o que o Pai nos deu para isso, a oração, e a oração de um justo muito pode em seus efeitos, caindo assim por terra muito da obra destruidora dele! Então ele esta minando a igreja, minando a cada criança e jovem, com inversões de valores, na programação da televisão há muito disso! Em um desenho animado, que seria para divertir uma criança, há orientação, que chega por vezes chega a ser explicita orientaçâo de demônis para a vida das crianças! O que você acha que o Diabo pretende, quando coloca um homossexual assumido como herói do desenho? Ora a imagem de um herói é aquela a qual se  segue! Então o que estão insinuando a nossos filhos? Que ser homossexual é bom ou não é um problema. Não estou falando quanto a lei de liberalismo que reza tal absurdo, mas sim do que nossos filhos estão assimilando diante do ídolo de fogo chamado TV!  Muitas vezes não temos tempo para ficarmos assistindo e explicando a eles o que é bom e o que é ruim em uma programação, nem também estou afirmando que toda criança que assistir vai tornar-se um homossexual, mas digo sim que depois de algum tempo exposto a este tipo de programação, mesmo que com orientação dos pais, esta criança poderá se tornar um adulto que aceitara com mais facilidade o homossexualismo, sendo para ele num futuro próximo, normal o que a palavra de Deus condena. Está ai um grande aliado do inimigo para minar a igreja.

 

O poder da mídia

 

Assistindo a um desenho infantil nessa manhã através do Espírito Santo pude entender a mensagem que havia por trás de tudo aquilo.

Tínhamos:

 

 Um herói, que se transforma em vários seres extra-terrestres, para combater  outros seres extra terrestres.

 

Um vilão: Que era um ser vindo de outro planeta juntamente com três soldados protetores e adoradores.

 

Nesse episódio o herói em questão estava se transformado em uma criatura diferente, havia ganhado mais um poder (um ser) em que se transformar para batalhar.

 

O vilão era um ser, que tinha vindo para destruir de vez a terra ele sugaria o que há de bom na terra e depois acabaria com ela (está obra não te lembra a obra do inimigo? o que é bom aqui no mundo, a nãoser a igreja?). Até ai nada diferenciava de outros desenhos, já estava pra desligar a tv, mas o Espírito Santo queria me mostrar algo, então um dos que adoravam a criatura disse a frase “Ele chegou com toda sua glória”, enfatizando o “Ele” e a palavra “glória”, me chamou a atenção que em um desenho futurista com personagens tão além do nosso tempo se usassem tal palavra: “Glória”.  Se fosse um desenho de época com cavaleiros,  princesas, etc tudo bem, ou seja de tempos passados não estaria tão fora de contexto.  Então o suposto vilão instalou-se com garras na terra, e o mesmo que havia dito aquela frase começou a explicar o que aquela criatura tinha vindo fazer na terra. Através desse guardião o herói ficou sabendo que a criatura iria destruir a terra e tudo que houvesse nela!  Iniciou assim uma batalha contra a criatura mas nenhum ataque dele surtia efeito, ele usou de todos os seus seres alienígenas mas nenhum deles a atingia,  os  guardiões, por sua vez a protegiam. Vendo essa batalha me lembrei do livro de apocalipse e a semelhança das batalhas, até o tempo em que a criatura ficou sugando a terra até a sua total destruição, nesse período a terra ficou desolada ficou morta, nesse momento lembrei-me dos 7 anos em que Jesus levará os santos e ficarão na terra todos que não o aceitaram, a terra ficará sem vida, destruida sugada pelo inimigo, pois nós somos o sal da terra, nós somos a luz do mundo sem nós a terra fica morta. O suposto herói, saca de seu último ser o qual ainda não havia aprendido a usar e não sabia quais os poderes que aquele ser tinha, ele havia tentado atacar no inicio com aquele ser mas nada havia conseguido, só restava este último ser (poder), então começou: atacou por varias vezes sem êxito algum, conseguindo apenas afastar os guardiões! Então ele disse  a seguinte frase: “Tem que ser por dentro”, então ele entrou na criatura que era grande e começou a destruí-la por dentro até a sua destruição total. E quando isso aconteceu os guardiões que haviam sido derrotados agradeceram ao suposto herói e o adoraram. O que vemos aqui? Adoração à criatura no lugar do Criador, destruição por dentro que é o metodo que Satanás está usando últimamente, e tudo isso sendo passado a nossos filhos na maior forma de idolatria atual a TV.

  

¨ No desenho por várias vezes foram ditas frases de adoração frases fora de contexto denunciando uma segunda intenção.

¨Analisando agora não ao desenho, mas ao que o Espírito Santo me revelou, temos:

¨Um herói que é firmado em forças alienígenas (demônios), que defende a terra o mundo.

¨No inicio tenta atacar o suposto invasor por fora e não consegue nada, então ataca por dentro.

¨Nas imagens até ele fica de joelhos perante o invasor (Adoração à criatura no lugar do Criador).

¨Os guardiões rendem adoração ao invasor, a forma que o autor coloca essa adoração é como se os adoradores fossem ingênuos ou não tivessem vontade própria (como ocorre com possuidos).

¨O inimigo tenta colocar nas nossas cabeças que adorar a Deus é algo vergonhoso, que a adoração a Deus é algo irracional. Que a adoração à criatura no lugar do Criador é normal! Esse é apenas um dos casos.

¨Ele entra e divide internamente o ser ( é o que diabo está fazendo com a igreja).

¨Após ele ter destruído o ser, os guardiões rendem adoração a ele em forma de agradecimento como se ele tivesse feito algo bom para eles, nos finais dos tempos ele vem para confundir.

¨Nesse caso a única forma de lutar contra a destruição é não permitir, não deixar, que ele entre.

 

Por Rogério Alexandre.

 

A Existência de Deus!

A EXISTÊNCIA DE DEUS.

A) Argumentos Naturais para a Existência de Deus:

1) Cosmológico.
Da palavra grega Kosmos, “mundo”. O universo é um efeito que exige uma causa adequada, e a única causa suficiente é Deus (Sl 19.1).

2) Teleológico.
Da palavra grega Telos, “fim”. O universo não apenas prova a existência de um Criador, mas indica a existência de um Planejador (Rm 1.18-20). Há um propósito observável no universo que indica a existência de Deus como seu planejador.

3) Antropológico.
Da palavra grega anthropos, “homem”. Já que o homem é um ser moral e intelectual, o rigor da lógoica exige que ele ter um Criador que também seja moral e inteligente (At 17.29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a natureza emocional do homem argumentam em favor da existência de Deus.

4) Ontológico.
Da palavra grega on, “existente, ser”. O homem tem a idéia inerente de um Ser Perfeito, governante de tudo. Esta idéia naturalmente inclui o conceito de existência! Pois um ser, em tudo perfeito, que não existisse, não seria tão perfeito quanto um ser perfeito que existisse. Portanto, visto que a idéia de existência está contida na idéia de um Ser Perfeito, esse Ser Perfeito deve necessariamente existir.

B) Argumentos Bíblicos para a Existência de Deus:
Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a existência de Deus.

II. OS ATRIBUTOS DE DEUS.

A) Definição:
Um atributo é uma propriedade intrínseca ao seu sujeito, pela qual ele pode ser distinguido ou identificado.

B) Classificações:
A maioria dos sistemas de classificação dos atributos baseia-se no fato de que alguns deles pertencem exclusivamente a Deus (e.g., infinitude) e outros se encontram, de maneira limitada e num sentido relativo, também no homem (e.g., amor); assim, a terminologia dessas classificações inclui incomunicáveis e comunicáveis; absolutos e relativos; imanentes e transitivos; constitucionais e pessoais.

C) Descrição:
(Atributos absolutos, incomunicáveis ou constitucionais, números de 1 a 9)

1) Simplicidade:
A. Significado– Deus é incomplexo, não composto, indivisível.

B. Texto
– Jo 4.24. C. Problema – A Simplicidade de Deus invalida a doutrina da Trindade? Não, porque a simplicidade tem a ver com a essência de Deus, e a Trindade com a Sua subsistência.

2) Unidade:
A. Significado – Deus é bom.

B. Texto
– Dt 6.4

3) Infinitude:
A. Significado – Deus não tem término ou fim
.
B. Texto
– 1Rs 8.27; At 17.24

4) Eternidade:
A. Significado – Deus não está sujeito à sucessão do tempo.

B. Texto
– Gn 21.33; Sl 90.2
C. Problema
– Seria o tempo irreal para Deus? Não, Ele reconhece a continuidade dos acontecimentos, e todos os acontecimentos, passados, presentes e futuros, são igualmente vívidos pra Ele.

5) Imutabilidade:
A. Significado – Deus é imutável em natureza e prática.

B. Texto
– Tg 1.17
C. Problema
– Será que Deus muda de idéia ou Se arrepende (Gn 6.6), como parece acontecer de nossa perspectiva; ou seria isto uma expressão do decreto permissivo de Deus? Ou uma maneira antropomórfica de descrever aparentes mudanças no curso dos acontecimentos?

6) Onipresença:
A. Significado – Deus está em todo lugar (não em todas as coisas, que é panteísmo).

B. Texto
– Sl 139.7-12

7) Soberania:
A. Significado – Deus é o governante supremo do universo.

B. Texto
– Ef 1

8) Onisciência:
A. Significado – Deus conhece todas as coisas, reais e possíveis
.
B. Texto
– Mt 11.21

9) Onipotência:
A. Significado – Deus possui todo poder.

B. Texto
– Ap 19.6 (Atributos relativos, comunicáveis ou pessoais, Nm 10 a 14).

10) Justiça:
A. Significado – Equidade moral, imparcialidade no trato com Suas criaturas.

B. Texto –
At 17.31

11) Amor:
A. Significado – A busca divina do bem maior das criaturas na manifestação de Sua vontade. B. Texto – Ef 2.4,5

12) Verdade:
A. Significado – Concordância e coerência com tudo que é representado pelo próprio Deus.

B. Texto
– Jo 14.6

13) Liberdade:
A. Significado – Independência divina de Sua criaturas.

B. Texto
– Is 40.13,14

14) Santidade:
A. Significado – Retidão moral.

B. Texto
– 1Jo 1.5

III. OS NOMES DE DEUS

A. Nomes Primários do A.T.

1) Javé (Yahweh):
A. Significado – O Auto-Existente (de Ex 3.14, “Eu Sou o Que Sou”).
B. Características
– É o nome do relacionamento entre o verdadeiro Deus e Seu povo, e, quando usado, enfatiza a santidade de Deus, o Seu ódio pelo pecado e amor aos pecadores.

2) Elohim:
A. Significado – O Forte
.
B. Características
– É uma palavra usada para o verdadeiro Deus e deuses pagãos. É um substantivo plural, o chamado plural majestático. O plural permite a revelação subseqüente da Trindade no N.T., mas não ensina a Trindade propriamente dita.

3) Adonai:
A. Significado – Senhor, Mestre.

B. Características
– Usado para homens de Deus, e indica o relacionamento senhor-servo,

B) Nomes Compostos do A.T.

1) com El:

A. El Elyon – traduzido por Altíssimo (Is 14.13,14).
B. El Roi – O Forte que Vê (Gn 16.13).
C. El Shaddai – Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1-20).
D. El Olam – O Eterno Deus (Is 40.28).

2) com Javé:

A. Javé Jireh – O Senhor Proverá (Gn 22.13,14).
B. Javé Nissi – O senhor é minha bandeira (Ex 17.15).
C. Javé Shalom – O Senhor é paz (Jz 6.24).
D. Javé Sabbaoth – O Senhor dos Exércitos (1Sm 1.3).
E. Javé Maccadeshkem – O Senhor que te santifica (Ex 31.13).
F. Javé Raah – O Senhor é o meu Pastor (Sl 23.1).
G. Javé Tsidkenu – O Senhor justiça nossa (Jr 23.6).
H. Javé El Gmolah – O Senhor Deus da recompensa (Jr 51.56).
I. Javé Nakeh – O Senhor que fere (Ez 7.9).
J. Javé Shammah – O Senhor que está presente (Ez 48.35)

IV. O DECRETO DE DEUS

A) Definição:
 “O decreto de Deus é o Seu eterno propósito, segundo o conselho de sua própria vontade, pelo qual, para Sua própria glória, Ele preordenou tudo que acontece.”

B) Termos Relacionados:
-Onisciência – Conhecimento de todas as coisas, reais ou possíveis.
-Presciência – Conhecimento prévio de todas as coisas incluídas no curso real dos eventos.
-Predestinação – A determinação prévia do destino dos eleitos.
-Retribuição – Punição merecida aos ímpios.
-Eleição – A escolha de um povo por Deus para Si mesmo.
-Preterição – A omissão dos não-eleitos.

C) A Natureza do Decreto:
Há apenas um decreto, que envolve tudo, embora no desenrolar dos acontecimentos haja seqüência constante. Há, também, uma distinção conveniente entre decretos permissivos e diretivo.
O Decreto é todo-abrangente (Ef 1.11), embora Deus não tenha o mesmo relacionamento com todas as coisas nele contidas.
Nem todos os desejos de Deus estão necessariamente incorporados ao decreto.
Tudo que Deus decretou tem como fim último a Sua glória.
O mal não se torna bem simplesmente pelo fato de o pecado ter sido incluído como parte do propósito de Deus.

D) Objeções ao Decreto:
Não é coerente com a liberdade humana. (Todavia, todos os meios, como oração e testemunho, por exemplo, são parte do plano de Deus.)
O decreto torna Deus autor do pecado. (Embora Deus tenha incluído o pecado em Seu plano, Ele nunca é responsável pela prática do pecado.)
A doutrina do decreto é equivalente ao fatalismo. (O fatalismo enfatiza apenas os fins e faz do acaso, não de Deus, o poder governante.)

V. A TRINDADE

A) Definição:
Há apenas um Deus, mas, na unidade da Divindade, há três pessoas eternas e iguais entre si, idênticas em substância mas distinta em existência (ou subsistência).

B) Prova:
Indícios no A.T. – O A.T. não revela a Trindade mas dá lugar e indícios para uma revelação posterior. A. Passagens que usam a palavra plural Elohim e pronomes plurais para se referirem a Deus (Gn 1.1,26; Is 6.8). B. Passagens que falam do Anjo do Senhor (Gn 22.11, 15-16).
Confirmação no N.T. – No N.T. há revelação clara de que o Pai, Filho e Espírito são Deus; assim, uma Triunidade ou Trindade (nenhuma das duas palavras está na Bíblia). A. O Pai é Deus (Jo 6.27; Ef 4.6). B. Jesus Cristo é Deus (Hb 1.8). C. O Espírito é Deus (At 5.3,4). D. As três pessoas são igualmente associadas e apresentadas como um só ser (Mt 28.19, “nome”; 2Co 13.13).

VI. O PAI

A) Os relacionamentos do Pai:
Pai de toda a criação (At 17.29)
Pai da nação de Israel (Ex 4.22)
Pai do Senhor Jesus Cristo (Mt 3.17)
Pai dos crentes em Cristo (Gl 3.26)

B) As obras Especificas do Pai:
Autor do decreto (Sl 2.7-9)
Autor da eleição (Ef 1.3-6)
Comissionador e Enviador do Filho (Jo 3.16)
Disciplinador de Seus filhos (Hb 12.9)

O conhecimento da verdade.

Pastor Oliveira                    

O conhecimento da verdade.

 

A renovação do entendimento segundo escreveu o Apóstolo São Paulo, é o culto racional. Este texto quando comparado ao de Hebreus 11.6, mostra a impossibilidade de se relacionar com a verdade (Deus), porque sem fé não poderá crer que ela (a Verdade) existe. Neste texto cujo autor não se deu a conhecer, a fé e a razão são condições determinantes para se chegar ao conhecimento da verdade absoluta. Tanto o filósofo que busca prova racional, quanto o místico que crê cegamente, poderá cometer erro se não unir as duas bases necessárias (a fé e a razão) para se conhecer a Deus, em quem se encerra toda ciência.

A fé é pode conduzir aos deuses.

Tomo como base deste meu argumento, o fato de que todo ser humano é capaz de exercer fé em alguma divindade. Entretanto apenas a fé não é suficiente para ajudá-lo na escolha do Deus Uno. A prova disso, é que todo ser humano adora algum deus em uma pluralidade de religião. Havendo neste universo religioso até quem adore a vaca, o Sol, uma imagem de homem feita de pau, pedra ou metais, e até mesmo os fenômenos da natureza. Em fim, quase não é possível mensurar este politeísmo mundial nas diversas religiões. Percebe-se também, que até quem não crê em Deus tem fé. Fazem isto afirmando por negação: quando afirmam que Deus não existe, necessitam de fé para crer no que estão afirmando. Assim como é indispensável a fé para crer em sua existência, é também para crer na sua inexistência. E ai está uma manifestação de fé em certo momento.

Se por um lado o filósofo não poder conhecer a Deus somente pelo uso da razão, por outro semelhante o místico não o fará apenas por meio da fé. O primeiro procura prova física evidente da existência de um Deus invisível. O segundo não pode escolher corretamente o verdadeiro Deus. O primeiro duvida de tudo, e o segundo acredita em tudo que se apresenta como deus. Como se percebe, nenhum deles chegará a lugar algum. Pois um, apresenta uma racionalidade cética, e o outro uma fé irracional. Enfim se o Místico unir a sua fé à razão, e o filósofo iluminar a sua racionalidade com a fé conhecerão enfim a fé racional de que falou o escritor de Aos Hebreus. Quem vai dizer ao filósofo que ele necessita de crer no Deus invisível é a fé. E quem vai dizer ao místico que ele está adorando o deus errado é a razão. Mas, como ela fará isso? Pelo principio de reconhecimento. (Aquilo que a alma vê é também aquilo que ela é em certo sentido).   O homem sai de Deus pelo sopro de sua boca, e volta para ele quando o mesmo sopro se esvai com a morte. Durante todo caminho nesta vida, sai peregrinando migrando de uma religião para outra procurando um Deus de quem é semelhante. Agostino vai dizer que, ao percorrer este caminho, ele arrasta seus pecados testemunhando sua mortalidade. Seria o homem dotado de inteligência e razão semelhante à vaca, ou à imagem feita de pau, pedra ou metais? Certamente, não.  O processo de reconhecimento consiste em ele levantar o rosto, contemplar racionalmente a matriz de onde sua existência procede. A razão vai dizer com qual Deus o homem é parecido.

      Agora que a alma já sabe se identificar com o seu criador, resta apenas um caminho. Ela terá de tomar sua própria decisão. Porque ainda arrasta após si o testemunho de seus pecados que anuncia o seu fim, a morte. Ela deseja a verdade, a vida, e agora já sabe quem é a verdade e a vida. Eis, portanto, a opção única de se salvar. Agostinho vai dizer que ela está em si mesma incapacitada de se auto-iluminar. Já recebeu a luz do conhecimento (a fé racional) que lhe possibilita ilimitadamente crer na verdade, mas a decisão de se entregar a esta verdade fará toda diferença.

Se por um lado está dito que a filosofia é a sabedoria do homem, e a fé é a loucura de Deus, por outro se diz que a loucura de Deus é mais sábia do que os homens.  

Por Pastor Oliveira (Teologia Filosófica)