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Entre e olhe!

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Os antigos hebreus (descendiam de Éber, ou עברים, ʿIvrim hebraico transliterado) foram um povo semítico da região do Levante, localizado no Oriente Médio.

O nome “hebreus” vem do hebraico “Ivrim”, que significa “descendentes de Héber”. O livro de Gênesis, capítulo 10, a partir do versículo 21 diz que Noé gerou a Sem; este gerou a Arfaxade, que gerou Salá, que gerou HÉBER; este gerou a Pelegue, que gerou Reú, que gerou Serugue, que gerou Naor, que gerou Terá, que então gerou a Abrão (que significa “pai exaltado, mais tarde tendo seu nome mudado pra Abraão (que significa “pai de muitas nações), sendo este considerado o patriarca do povo de Israel.

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Na verdade os três termos correspondem ao mesmo povo. Hebreus, israelitas e judeus são nomes dados ao povo que na Bíblia é descrito como povo “escolhido de Deus”.

Hebreus: É o nome que se aplica a Abraão e seus descendentes. Abraão Abraão é o patriarca desse povo, e a primeira pessoa na Bíblia a ser chamada de hebreu.

“Porém veio um, que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu…” (Gn 14. 13).

O povo de Deus era conhecido como Hebreus desde Abraão até o momento em que Deus mudou o nome de Jacó, filho de Isaque para Israel.

Israelitas: Após o encontro de Jacó, filho de Isaque, com Deus, Este lhe mudou o nome para Israel, e a partir daí esse povo também começou a ser chamado de israelitas. Isso se deu com os descendentes dos 12 filhos de Israel (Jacó), que geraram as 12 tribos de Israel. Até aqui existem dois nomes para o mesmo povo (hebreus e israelitas).

Judeus: Muito tempo se passou e depois que o povo (hebreu/israelita) voltou do cativeiro, a maioria dos que voltaram era da tribo de Judá, e começaram a chamar esse povo de judeus.

O termo “judeus” também designa os seguidores do judaísmo (religião).

Hoje, os descendentes que ainda restam desse povo são comumente chamados de judeus. Os nomes hebreus e israelitas são pouco usados em nosso tempo.

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Teologia

O que é teologia - Teologia Sistemática - Teologia

Teologia é um termo que vem do grego THEOS significando Deus, e LOGOS = “palavra”). No sentido literal é o estudo sobre DEUS ou deuses. A origem histórica desse termo nos remete à Hélade, (Grécia Antiga). Esta palavra era utilizada inicialmente para descrever o trabalho de muitos poetas, que tentavam dar uma noção de como eram os deuses. Os teólogos na Hélade eram os que faziam poesias sobre os deuses e sobre seus feitos, suas virtudes, suas emoções, sua vida particular e também seus vícios e erros, já que os deuses gregos eram deuses antropomórficos (com forma e emoções humanas). Entretanto, não era uma análise sobre os deuses e, sim, uma narração dos feitos deles que se pareciam com os feitos humanos. Somente na Idade Medieval – a Idade das Trevas – é que o termo deixou de lado o conceito poético e passou a ser considerado como assunto de inquirição existencial e filosófica. O termo “Teologia” com o tempo sofreu evolução, e passou a ser considerado o estudo das manifestações sociais de grupos em relação às divindades, de sorte que cada fé tem sua teologia própria. Como não é possível estudar Deus diretamente, como sugere o termo “Teologia, estudo de Deus”, a definição mais coerente que se pode dar ao termo é que a teologia tenta observar e estudar não Deus propriamente mas as representações sociais de Deus ou daquilo que se refere a Ele nas mais variadas culturas. No cristianismo, o estudo da teologia se dá a partir da Bíblia. O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo “A República”, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia de sua época. Mais tarde, Aristóteles também empregou o termo em numerosas ocasiões. M. Terêncio Varrão, apresenta três tipos de teologia: a mítica, a política e a natural. Santo Agostinho tomou o conceito de teologia natural da obra de Varrão e situou-o imediatamente abaixo daquilo que denominou de Teologia Sobrenatural. Para Santo Agostinho a Teologia Sobrenatural é superior por ser baseada nos dados da revelação. A Teologia Sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não lhe estava subordinada, mas sim acima da filosofia. A filosofia era considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a teologia na compreensão de Deus. Concluindo podemos dizer que teologia e nada mais do que o estudo dos fenômenos religiosos; DEUS não pode ser objeto de estudo, então esses fenômenos são o objeto de estudo da teologia. Na tradição cristã (Agostiniana), a Teologia é organizada segundo os dados da revelação e da experiência humana. Esses dados são organizados no que se conhece como Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática. A teologia é fortemente influenciada pelas mais diversas religiões, cada crença tem sua própria teologia, sendo assim existe a teologia hindu, a teologia budista, a teologia judaica, a teologia Católica-Romana, a teologia islâmica, a teologia protestante, a teologia mórmon, a teologia umbandista, e outras.

Palmas das mãos ou palmas nas mãos?

Ap. 7,9. “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”.

“…eis aqui uma grande multidão…” Esta multidão de “todas as nações”, com palmas nas mãos não deve ser confundida nem com a Igreja nem com Israel. Este grande ajuntamento de almas são conforme disse um dos anciãos a João os que vieram da grande tribulação: Ap. 7. 13,14.  “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.
O capítulo 6. 9 deste livro relata que os mártires da Grande Tribulação encontram-se “debaixo do altar”, aqui, porém, a cena mudou, e eles se encontram “diante do trono e perante o Cordeiro”. Porém, as vestes são as mesmas (6.11 e 7.9).
“…com palmas nas suas mãos”. De acordo com a simbologia profética das Escrituras, as palmas (folhas de palmeiras) simbolizavam vitória e paz. Esta é  a interpretação que podemos depreender da passagem de (Jo 12.12-13), quando entrou em Jerusalém o Príncipe da Paz . Os romanos usavam a folha de palmeira, como um símbolo de vitória. Nesse sentido também podemos pensar que Israel estivesse comemorando sua vitória e libertação do jugo romano com o próprio símbolo romano (A PALMA) já que naquele momento entrava em Jerusalém o “Rei dos judeus”! (João 12.12,13). No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.
As palmas ou ramos de palmeiras são citados em caráter cerimonial e festivo (símbolo de alegria) com a festa dos tabernáculos (Lv 23.40), e é curioso observar que esta festa durava “sete dias” (em caráter profético, equivale aos sete anos da grande tribulação). (Lv 23.40; Nm 14.34; Ez 4.6).
No texto em foco, Ap. 7,9, as palmas são dadas em lugar de coroas para simbolizar a vitória daqueles crentes e a paz que desfrutarão no céu, não se trata como muitos pensam das palmas das mãos dos próprios que são citados em Ap. 7,9. Shalon Aleichem – Paz seja convosco,                Pastor   Luiz Antonio.

A Páscoa Pagã.

A Páscoa pagã é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova, essa data não tem absolutamente nada a ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está associada aos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa pagã se refere (Pagan Traditions of Holidays, – Tradições pagãs dos Feriados pg 9); na realidade, a deusa babilônia Ishtar era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas. A Páscoa pagã é na realidade o “Dia de Ishtar”! Esta deusa é reverenciada em várias culturas e religiões do mundo.
1. Na Babilônia era Ishtar, também chamada Deusa da Lua.

2. Para os Católicos é a Virgem Maria (Rainha dos Céus).

3. Para os Chineses é Shingmoo. 

4. Para os Druidas é Virgo Paritura.

5. Para os Egípcios é Ísis.

6. Para os Efésios pagãos era Diana.

7. Para os Etruscos é Nutria. 

8. Para os Gregos era Afrodite / Ceres.

9. Na Índia é Isi / Indrani

10. Para os Judeus apóstatas antigos era Astarte a (Rainha dos Céus).

12. Para os Romanos era Vênus / Fortuna. 

13. Para os Escandinavos é Disa.

14. Para os Sumérios é Nana.

(Confira as afirmações acima em “America’s Occult Holidays”, de Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)
Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar , a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar surgiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar].  A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma bênção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. E o Coelho da Páscoa? Bom que coelhos não botam ovos, não é necessário dizer não é? Você sabe disso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Ishtar era uma deusa da fertilidade, e visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, ele simbolizava o ato sexual; (é só você se lembrar da revista pornográfica playboy, qual é seu símbolo?) o ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”. Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles: Semíramis e Tamuz.  Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos de Chocolate” como parte da celebração da Páscoa.  As igrejas que apóiam a páscoa com ovos de chocolate estão confundindo as mentes de suas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. A igreja que participa na tradição da páscoa pagã pode ser considerada culpada de combinar o cristianismo com o paganismo! Lembre-se desse versículo: “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” 

 “ Shalon Aleichem = Paz seja Convosco”, Compilado por Pastor Luiz  Antonio

Por que JEsus dobrou o Lenço?!

“E que o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, não estava com os panos, mas enrolado num lugar à parte.” (João 20:7)
           Porque Jesus dobrou o lenço? Porque Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição? 
João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.
            A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
1 E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
2  Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram.

3  Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro.
4  E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
5  E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 6  Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis,
7  E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte.
8  Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Isto é importante? Definitivamente. Isto é significante? Sim.

Para entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem haver com o Amo e o Servo.

E todos até um menino Judeu conhecia esta tradição.
“Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo ele buscava ter certeza de fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria”.
           A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperava fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca a tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.
          Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”. Se o Amo se levantasse, e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato,

o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!” Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!
Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve. Esteja pronto, preparado!

Será que o Natal é Bíblico?

 

Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!

A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras.

A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos.

TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia!

Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

Para os Amantes do Grego Bíblico!

Olá irmãos, “Shalon Adonai” “Paz do Senhor”, eu sei que tem muitos irmãos que simplesmente não suportam explicações etimológicas, mas outros amam, então esta é pra você que ama… “RHEMA” ou “logos” Os dois vocábulos possuem o mesmo significado que é palavra; porém no grego estes dois termos possuem significados etimológicos diferentes que a nossa língua não reflete. “Logos” é a palavra de Deus dita; escrita; é a letra; o conhecimento natural do que a bíblia diz. A bíblia na sua totalidade é a palavra (logos) de Deus. É o que Deus já falou; é uma revelação completa; geral da vontade de Deus para o homem. O Logos é o que Deus fala uma vez de forma geral; por isso a bíblia não é o Rhema de Deus e sim o “Logos”, porque Rhema é o que Deus fala pela segunda vez; trazendo a nós a revelação por meio do Espírito Santo de forma especifica ao nosso coração e (espírito). O “Logos” é a Palavra objetiva; “Rhema” é a Palavra subjetiva; aquela relativa ao sujeito. Veja alguns textos que no original se usa o termo logos. Se alguém me ama; guardará a minha palavra (logos) (Jo 14:23), Criados com as boas palavras (logos) da fé (I Tm 4:6), Que maneja bem a palavra (logos) da verdade ( II Tm 2:15), Prega a palavra (logos) (II Tm 4:2), Filho meu; atenta para minhas palavras (logos) Pv4:20. Enquanto Logos é a palavra de Deus falada no passado; escrita; falada uma vez; Rhema é a palavra que Deus esta falando em nosso coração. Quando Maria recebeu a visita do anjo; ele lhe trouxe o “Rhema” de Deus; ou seja; uma revelação pessoal do que Deus tinha para ela. Veja não era uma palavra para todos; foi uma palavra trazida apenas a Maria; por isso Maria pôde dizer: “Faça-se comigo conforme a Tua palavra” (Rhema) (Lc. 1:38). Deus tinha falado a ela especificamente; porém para que ela pudesse aceitar o Rhema de Deus em sua vida ela precisou estar cheia do Logos. O Rhema de Deus não anula o Logos; pois o Logos é a base para que se receba o Rhema de Deus. O Espírito Santo quando nos fala de maneira especifica sempre usará o Logos para falar. Quando Jesus foi tentado no deserto pelo diabo (Lc 4:1 etc) ele recebeu o Rhema de Deus para a sua vida; veja a posição de Jesus diante da tentação para transformar pedras em pães. “Não só de pão viverá o homem; mas também de toda palavra (Rhema) que sai da boca de Deus” (MT. 4:4). Esse é o Rhema de Deus que Jesus recebeu; o Rhema era o seu alimento; portanto não precisava converter as pedras em pães. Tanto o Logos como o Rhema são a palavra de Deus; mas o Logos é a palavra escrita na bíblia enquanto o Rhema é a palavra de Deus falada a nós de forma especifica! A palavra Rhema é espírito e vida; e isso nos leva a entender que a palavra Logos não pode dar vida; pelo contrário pode até matar; pois a letra mata; mas o espírito vivifica (II Co 3:6). Quantas pessoas nós não conhecemos que sabem a bíblia até decor e ainda não receberam a “VIDA”, mas quando Deus fala dentro de nós com sua Palavra Rhema, então somos salvos. O termo Rhema como o termo Logos são termos universais; sendo assim esses termos estão livres de restrições e não podem ser de privilégio; ou de uso exclusivo de um ou de outro. Outras passagens para logos: João 1.1-8, Rom. 10.17, 1Co12.7-8. Passagens para Rhema: Efésios 6.17, Lucas 1.38, 2 Cor 12.1-4, Rm 10.17, Heb 1.1-3. Se você não estiver cheio do logos, provavelmente não receba Rhema, portanto leia a Bíblia!

Deus o abençoe, Pastor Luiz Antonio.

Será que o Natal é Bíblico?

 Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!

A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras.

A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos.

TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

O Perigo do Ardil do nosso inimigo.

Rogerio

O Perigo do Ardil do nosso inimigo.

 

Um dos artifícios mais usados nos dias de hoje pelo inimigo das nossas almas é a idolatria, ele a utiliza de varias formas e maneiras. Idolatria não é somente adoração de ídolos, mas também amor cego e paixão exagerada por alguma coisa.

O apego ao material: à casa, ao carro, ao emprego, ao conjugue ao próprio templo onde oferecemos nossa adoração a Deus, é um tipo de idolatria, tendo em vista que idolatria também é amor cego e paixão exagerada por alguma!

Firmar nossa fé em um pregador é um tipo de idolatria espiritual, muitos irmãos seguem determinado pregador ou pastor, pela manifestação de poder na vida do tal. O pregador ou pastor por sua vez não está errado em buscar esta unção, ele esta cumprindo o que Deus determinou que ele fizesse, nós porém devemos firmar nossa em Cristo! O homem não é nada, aquela manifestação de poder se dá pela infinita graça de Deus e temos que entender isso.

 

Nesse sentido o nível de idolatria em nosso meio está de tal forma que não está atacando apenas uma faixa etária na igreja, mas vem envolvendo a todo corpo da mesma, desde os anciãos até as crianças. As crianças são iludidas com os programas que mais gostam, com os brinquedos, os desenhos e por ultimo também as roupas com sua variedade de marcas, que elas querem escolher visando não somente um bem estar mas idolatrando determinada marca que que no final das contas constatamos que por vezes não é a melhor, e que não vale tanto pintam!

 

Idolatria ou inversão de valores.

 

A idolatria normalmente do um valor a uma imagem que geralmente ela não tem, atribuindo a ela status de Deus. Quando idolatramos o dinheiro, ele se torna um Deus pra nós, a Bíblia o chama “Mamon”! Quando idolatramos o dinheiro,estamos dizendo que aquela cédula ou moeda que tem determinado valor pode comprar os bens desejados e nos deixar felizes e às vezes por não tê-la, e não adquirirmos o bem desejado ficamos tristes, ou seja, o dinheiro determinou o nosso estado emocional, ditou o que você sentiu! O dinheiro é para trocarmos por um objeto, ou um serviço que venha a nos trazer benefícios, se não o tivermos e assim não pudermos adquirir esse bem não deverá influir em nada em nosso humor, não temos que ficar nervosos ou tristes por isso! não vamos atribuir ao dinheiro o poder de mexer com o nosso emocional, isso é inversão de valor ou idolatria.

Nosso Deus é maior que isso Ele é imutável, Ele sim tem o poder de mudar seu humor e muito mais, por falta de Sua presença, devemos ficar mau humorados, e até tristes!

 

Atacando as crianças e jovens

 

O inimigo tem como meta atacar as crianças e jovens, não que por não fazer parte destes grupos na igreja estejamos salvos de seu astuto ataque, é que ele atacando esses dois grupos está atacando também a nós, porque que irmão que não tem um parente nem jovem ou criança na família? Dirigentes, Pastores, todos estão envolvidos nessa trama maligna do inimigo! Um pastor caído não ensina nada a ninguém! Uma criança que aprende com um pastor caído não tem nada a ensinar! Quando vier a ser obreiro nascerá um obreiro morto.

 

Como o inimigo esta atacando nossas crianças e jovens?

 

Fazendo-se de amigo, porque se ele bater logo de frente não terá muito êxito, pois percebendo suas investidas nós iríamos guerrear com o que o Pai nos deu para isso, a oração, e a oração de um justo muito pode em seus efeitos, caindo assim por terra muito da obra destruidora dele! Então ele esta minando a igreja, minando a cada criança e jovem, com inversões de valores, na programação da televisão há muito disso! Em um desenho animado, que seria para divertir uma criança, há orientação, que chega por vezes chega a ser explicita orientaçâo de demônis para a vida das crianças! O que você acha que o Diabo pretende, quando coloca um homossexual assumido como herói do desenho? Ora a imagem de um herói é aquela a qual se  segue! Então o que estão insinuando a nossos filhos? Que ser homossexual é bom ou não é um problema. Não estou falando quanto a lei de liberalismo que reza tal absurdo, mas sim do que nossos filhos estão assimilando diante do ídolo de fogo chamado TV!  Muitas vezes não temos tempo para ficarmos assistindo e explicando a eles o que é bom e o que é ruim em uma programação, nem também estou afirmando que toda criança que assistir vai tornar-se um homossexual, mas digo sim que depois de algum tempo exposto a este tipo de programação, mesmo que com orientação dos pais, esta criança poderá se tornar um adulto que aceitara com mais facilidade o homossexualismo, sendo para ele num futuro próximo, normal o que a palavra de Deus condena. Está ai um grande aliado do inimigo para minar a igreja.

 

O poder da mídia

 

Assistindo a um desenho infantil nessa manhã através do Espírito Santo pude entender a mensagem que havia por trás de tudo aquilo.

Tínhamos:

 

 Um herói, que se transforma em vários seres extra-terrestres, para combater  outros seres extra terrestres.

 

Um vilão: Que era um ser vindo de outro planeta juntamente com três soldados protetores e adoradores.

 

Nesse episódio o herói em questão estava se transformado em uma criatura diferente, havia ganhado mais um poder (um ser) em que se transformar para batalhar.

 

O vilão era um ser, que tinha vindo para destruir de vez a terra ele sugaria o que há de bom na terra e depois acabaria com ela (está obra não te lembra a obra do inimigo? o que é bom aqui no mundo, a nãoser a igreja?). Até ai nada diferenciava de outros desenhos, já estava pra desligar a tv, mas o Espírito Santo queria me mostrar algo, então um dos que adoravam a criatura disse a frase “Ele chegou com toda sua glória”, enfatizando o “Ele” e a palavra “glória”, me chamou a atenção que em um desenho futurista com personagens tão além do nosso tempo se usassem tal palavra: “Glória”.  Se fosse um desenho de época com cavaleiros,  princesas, etc tudo bem, ou seja de tempos passados não estaria tão fora de contexto.  Então o suposto vilão instalou-se com garras na terra, e o mesmo que havia dito aquela frase começou a explicar o que aquela criatura tinha vindo fazer na terra. Através desse guardião o herói ficou sabendo que a criatura iria destruir a terra e tudo que houvesse nela!  Iniciou assim uma batalha contra a criatura mas nenhum ataque dele surtia efeito, ele usou de todos os seus seres alienígenas mas nenhum deles a atingia,  os  guardiões, por sua vez a protegiam. Vendo essa batalha me lembrei do livro de apocalipse e a semelhança das batalhas, até o tempo em que a criatura ficou sugando a terra até a sua total destruição, nesse período a terra ficou desolada ficou morta, nesse momento lembrei-me dos 7 anos em que Jesus levará os santos e ficarão na terra todos que não o aceitaram, a terra ficará sem vida, destruida sugada pelo inimigo, pois nós somos o sal da terra, nós somos a luz do mundo sem nós a terra fica morta. O suposto herói, saca de seu último ser o qual ainda não havia aprendido a usar e não sabia quais os poderes que aquele ser tinha, ele havia tentado atacar no inicio com aquele ser mas nada havia conseguido, só restava este último ser (poder), então começou: atacou por varias vezes sem êxito algum, conseguindo apenas afastar os guardiões! Então ele disse  a seguinte frase: “Tem que ser por dentro”, então ele entrou na criatura que era grande e começou a destruí-la por dentro até a sua destruição total. E quando isso aconteceu os guardiões que haviam sido derrotados agradeceram ao suposto herói e o adoraram. O que vemos aqui? Adoração à criatura no lugar do Criador, destruição por dentro que é o metodo que Satanás está usando últimamente, e tudo isso sendo passado a nossos filhos na maior forma de idolatria atual a TV.

  

¨ No desenho por várias vezes foram ditas frases de adoração frases fora de contexto denunciando uma segunda intenção.

¨Analisando agora não ao desenho, mas ao que o Espírito Santo me revelou, temos:

¨Um herói que é firmado em forças alienígenas (demônios), que defende a terra o mundo.

¨No inicio tenta atacar o suposto invasor por fora e não consegue nada, então ataca por dentro.

¨Nas imagens até ele fica de joelhos perante o invasor (Adoração à criatura no lugar do Criador).

¨Os guardiões rendem adoração ao invasor, a forma que o autor coloca essa adoração é como se os adoradores fossem ingênuos ou não tivessem vontade própria (como ocorre com possuidos).

¨O inimigo tenta colocar nas nossas cabeças que adorar a Deus é algo vergonhoso, que a adoração a Deus é algo irracional. Que a adoração à criatura no lugar do Criador é normal! Esse é apenas um dos casos.

¨Ele entra e divide internamente o ser ( é o que diabo está fazendo com a igreja).

¨Após ele ter destruído o ser, os guardiões rendem adoração a ele em forma de agradecimento como se ele tivesse feito algo bom para eles, nos finais dos tempos ele vem para confundir.

¨Nesse caso a única forma de lutar contra a destruição é não permitir, não deixar, que ele entre.

 

Por Rogério Alexandre.

 

Parecer sobre clonagem

Parecer sobre clonagem

 

Político / científico progressista

 

            A ovelha, símbolo religioso da redenção dos homens, inaugura abruptamente o século XXI, dando origem à era dos clones, período no qual os cientistas brincam de Deus, precisando para isso simplesmente fundir um óvulo não fecundado, retirando o miolo genético, com uma célula doada pelo ser vivo que se quer copiar. Depois será necessário somente implantar o resultado da fusão no útero de um terceiro ser vivo, e pronto, eis o “clone”, a cópia exata do ser doador da célula!

            Desde que inventaram o anticoncepcional obtêm-se prazer sexual sem gerar filhos. Com os bebês de proveta consegue-se filhos sem prazer sexual. E agora estamos prestes a ter filhos sem prazer e sem espermatozóides.

            É uma revolução para as feministas que as mulheres não precisem da participação do homem para se ter um filho.

            É importante lembrarmos que para os animais em extinção, a clonagem veio a calhar, dando assim origem a novos seres da mesma espécie, mas será que vai funcionar para seres humanos?

 

Político / Religioso Tradicional

 

            Atualmente foi possível que uma ovelha chamada “Dolly” viesse ao mundo como um pedaço de outro ser adulto, sendo assim não tem pai nem mãe. Ela tem apenas, origem, que não é divina, é humana! Dolly é o que a ciência chama de clone, palavra grega que significa broto. Clone é a cópia idêntica de outro ser vivo.

            O desenvolvimento tecnológico e científico, fez com que surgisse a engenharia genética. É uma invenção que, num plano absoluto, tem como finalidade ética visar o bem, e o maior dos bens criados pela ciência e pela tecnologia faz surgir dilemas éticos, a igreja, por exemplo, acredita no espírito e alma, não poderá aceitar a reprodução humana em laboratório, um processo artificial criado pelo homem num momento em que brinca de ser Deus.

            Assim sendo, clones humanos não reconheceriam a religião como uma força que eleva o homem e o encaminha para as boas ações. O valor espiritual e as manifestações para com Deus, deixariam de existir, tudo isso só será possível claro se o Senhor YHWH concordar com a clonagem e doar o espírito ao novo ser! PESO da palavra do SENHOR sobre Israel: Fala o SENHOR, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele. (Zacarias 12 : 1)

 

 Religioso / Progressista

 

            Há muitos anos, quando se falava em fertilização “in vitro” “bebês de proveta”, era um verdadeiro pandemônio. Críticas acirradas nos meios religiosos, idéias preconcebidas imperavam e a condenação veio célere, mesmo sem haver ainda uma apreciação mais judiciosa sobre as possíveis conseqüências do nascimento de bebês de proveta.

            Hoje, os primeiros seres humanos que ganham vida a partir desse método, já estão adultos e continuam saudáveis, tanto quanto aqueles com nascimento natural, dando muita felicidade às mães que, de outra maneira, não teriam a possibilidade de gerar filhos naturais.

            O mesmo pode ocorrer com a clonagem? Começou com os vegetais, visando seu aprimoramento genético para melhorar a produção de alimentos, e mais recentemente as experiências com animais que deram resultado positivo, sinalizando a possibilidade inquestionável de se produzir seres humanos da mesma forma.

            Como é natural, muitas críticas começam a empolgar a opinião pública e algumas correntes religiosas se declaram contrárias à clonagem de seres humanos. Mais uma vez, emitem opiniões sem a necessária análise mais profunda dos fatos. que Deus deu aos homens a faculdade intelectual para avançar no conhecimento científico e buscar seu aprimoramento com o objetivo de trazer mais bem estar à nossa sofrida humanidade, é indiscutível mas até que ponto será correto fabricar seres humanos artificialmente?

 

         Político Científico Tradicional

 

A curiosidade do ser humano é tão grande em desvendar os mistérios entre o céu e a Terra, que muitos cientistas cometem aberrações contra a natureza.

            Nos anos 70, grupos de embriologistas clonaram sapos adultos a partir de uma única célula, nada notável, a maioria dos anfíbios se regeneram naturalmente.

            Nos anos 80, foram inseminados em vacas, embriões clonados, a pesquisa foi interrompida quando se descobriu que um em cada cinco bezerros nascia maior que o normal e, um em cada vinte era gigante!

            Atualmente uma equipe escocesa liderada por Ian Wilmut, fez com oito oito ovelhas o mesmo processos feito com as vacas acima que deveriam fazer a gestação. Três implantes não se desenvolveram e foram retirados. Um dos fetos apresentou crescimento descomunal, que foi necessário fazer uma cesariana de emergência.

            Três filhos morreram logo que nasceram, só uma das ovelhas sobreviventes teve peso normal, a ovelha Dolly.

            Descobriu-se que os cientistas esconderam propositalmente detalhes assustadores do que tinham feito, criaram pelo menos, seis monstros genéticos. Será diferente com seres humanos?

            Como a mãe genética de Dolly, a ovelha doadora da célula mamária que originou o experimento, morreu logo depois, não se pôde comparar seus códigos genéticos para provar que são idênticos. Se a ovelha mãe estivesse viva, seu criador teria como exibir a prova definitiva: dois seres geneticamente idênticos, gêmeos, portanto, só que um deles com 7 meses e outro com 7 anos de idade. É assim que a ciência caminha.