Arquivo da categoria: Apologética

Defendendo a verdade de Deus!

A Existência de Deus!

A EXISTÊNCIA DE DEUS.

A) Argumentos Naturais para a Existência de Deus:

1) Cosmológico.
Da palavra grega Kosmos, “mundo”. O universo é um efeito que exige uma causa adequada, e a única causa suficiente é Deus (Sl 19.1).

2) Teleológico.
Da palavra grega Telos, “fim”. O universo não apenas prova a existência de um Criador, mas indica a existência de um Planejador (Rm 1.18-20). Há um propósito observável no universo que indica a existência de Deus como seu planejador.

3) Antropológico.
Da palavra grega anthropos, “homem”. Já que o homem é um ser moral e intelectual, o rigor da lógoica exige que ele ter um Criador que também seja moral e inteligente (At 17.29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a natureza emocional do homem argumentam em favor da existência de Deus.

4) Ontológico.
Da palavra grega on, “existente, ser”. O homem tem a idéia inerente de um Ser Perfeito, governante de tudo. Esta idéia naturalmente inclui o conceito de existência! Pois um ser, em tudo perfeito, que não existisse, não seria tão perfeito quanto um ser perfeito que existisse. Portanto, visto que a idéia de existência está contida na idéia de um Ser Perfeito, esse Ser Perfeito deve necessariamente existir.

B) Argumentos Bíblicos para a Existência de Deus:
Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a existência de Deus.

II. OS ATRIBUTOS DE DEUS.

A) Definição:
Um atributo é uma propriedade intrínseca ao seu sujeito, pela qual ele pode ser distinguido ou identificado.

B) Classificações:
A maioria dos sistemas de classificação dos atributos baseia-se no fato de que alguns deles pertencem exclusivamente a Deus (e.g., infinitude) e outros se encontram, de maneira limitada e num sentido relativo, também no homem (e.g., amor); assim, a terminologia dessas classificações inclui incomunicáveis e comunicáveis; absolutos e relativos; imanentes e transitivos; constitucionais e pessoais.

C) Descrição:
(Atributos absolutos, incomunicáveis ou constitucionais, números de 1 a 9)

1) Simplicidade:
A. Significado– Deus é incomplexo, não composto, indivisível.

B. Texto
– Jo 4.24. C. Problema – A Simplicidade de Deus invalida a doutrina da Trindade? Não, porque a simplicidade tem a ver com a essência de Deus, e a Trindade com a Sua subsistência.

2) Unidade:
A. Significado – Deus é bom.

B. Texto
– Dt 6.4

3) Infinitude:
A. Significado – Deus não tem término ou fim
.
B. Texto
– 1Rs 8.27; At 17.24

4) Eternidade:
A. Significado – Deus não está sujeito à sucessão do tempo.

B. Texto
– Gn 21.33; Sl 90.2
C. Problema
– Seria o tempo irreal para Deus? Não, Ele reconhece a continuidade dos acontecimentos, e todos os acontecimentos, passados, presentes e futuros, são igualmente vívidos pra Ele.

5) Imutabilidade:
A. Significado – Deus é imutável em natureza e prática.

B. Texto
– Tg 1.17
C. Problema
– Será que Deus muda de idéia ou Se arrepende (Gn 6.6), como parece acontecer de nossa perspectiva; ou seria isto uma expressão do decreto permissivo de Deus? Ou uma maneira antropomórfica de descrever aparentes mudanças no curso dos acontecimentos?

6) Onipresença:
A. Significado – Deus está em todo lugar (não em todas as coisas, que é panteísmo).

B. Texto
– Sl 139.7-12

7) Soberania:
A. Significado – Deus é o governante supremo do universo.

B. Texto
– Ef 1

8) Onisciência:
A. Significado – Deus conhece todas as coisas, reais e possíveis
.
B. Texto
– Mt 11.21

9) Onipotência:
A. Significado – Deus possui todo poder.

B. Texto
– Ap 19.6 (Atributos relativos, comunicáveis ou pessoais, Nm 10 a 14).

10) Justiça:
A. Significado – Equidade moral, imparcialidade no trato com Suas criaturas.

B. Texto –
At 17.31

11) Amor:
A. Significado – A busca divina do bem maior das criaturas na manifestação de Sua vontade. B. Texto – Ef 2.4,5

12) Verdade:
A. Significado – Concordância e coerência com tudo que é representado pelo próprio Deus.

B. Texto
– Jo 14.6

13) Liberdade:
A. Significado – Independência divina de Sua criaturas.

B. Texto
– Is 40.13,14

14) Santidade:
A. Significado – Retidão moral.

B. Texto
– 1Jo 1.5

III. OS NOMES DE DEUS

A. Nomes Primários do A.T.

1) Javé (Yahweh):
A. Significado – O Auto-Existente (de Ex 3.14, “Eu Sou o Que Sou”).
B. Características
– É o nome do relacionamento entre o verdadeiro Deus e Seu povo, e, quando usado, enfatiza a santidade de Deus, o Seu ódio pelo pecado e amor aos pecadores.

2) Elohim:
A. Significado – O Forte
.
B. Características
– É uma palavra usada para o verdadeiro Deus e deuses pagãos. É um substantivo plural, o chamado plural majestático. O plural permite a revelação subseqüente da Trindade no N.T., mas não ensina a Trindade propriamente dita.

3) Adonai:
A. Significado – Senhor, Mestre.

B. Características
– Usado para homens de Deus, e indica o relacionamento senhor-servo,

B) Nomes Compostos do A.T.

1) com El:

A. El Elyon – traduzido por Altíssimo (Is 14.13,14).
B. El Roi – O Forte que Vê (Gn 16.13).
C. El Shaddai – Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1-20).
D. El Olam – O Eterno Deus (Is 40.28).

2) com Javé:

A. Javé Jireh – O Senhor Proverá (Gn 22.13,14).
B. Javé Nissi – O senhor é minha bandeira (Ex 17.15).
C. Javé Shalom – O Senhor é paz (Jz 6.24).
D. Javé Sabbaoth – O Senhor dos Exércitos (1Sm 1.3).
E. Javé Maccadeshkem – O Senhor que te santifica (Ex 31.13).
F. Javé Raah – O Senhor é o meu Pastor (Sl 23.1).
G. Javé Tsidkenu – O Senhor justiça nossa (Jr 23.6).
H. Javé El Gmolah – O Senhor Deus da recompensa (Jr 51.56).
I. Javé Nakeh – O Senhor que fere (Ez 7.9).
J. Javé Shammah – O Senhor que está presente (Ez 48.35)

IV. O DECRETO DE DEUS

A) Definição:
 “O decreto de Deus é o Seu eterno propósito, segundo o conselho de sua própria vontade, pelo qual, para Sua própria glória, Ele preordenou tudo que acontece.”

B) Termos Relacionados:
-Onisciência – Conhecimento de todas as coisas, reais ou possíveis.
-Presciência – Conhecimento prévio de todas as coisas incluídas no curso real dos eventos.
-Predestinação – A determinação prévia do destino dos eleitos.
-Retribuição – Punição merecida aos ímpios.
-Eleição – A escolha de um povo por Deus para Si mesmo.
-Preterição – A omissão dos não-eleitos.

C) A Natureza do Decreto:
Há apenas um decreto, que envolve tudo, embora no desenrolar dos acontecimentos haja seqüência constante. Há, também, uma distinção conveniente entre decretos permissivos e diretivo.
O Decreto é todo-abrangente (Ef 1.11), embora Deus não tenha o mesmo relacionamento com todas as coisas nele contidas.
Nem todos os desejos de Deus estão necessariamente incorporados ao decreto.
Tudo que Deus decretou tem como fim último a Sua glória.
O mal não se torna bem simplesmente pelo fato de o pecado ter sido incluído como parte do propósito de Deus.

D) Objeções ao Decreto:
Não é coerente com a liberdade humana. (Todavia, todos os meios, como oração e testemunho, por exemplo, são parte do plano de Deus.)
O decreto torna Deus autor do pecado. (Embora Deus tenha incluído o pecado em Seu plano, Ele nunca é responsável pela prática do pecado.)
A doutrina do decreto é equivalente ao fatalismo. (O fatalismo enfatiza apenas os fins e faz do acaso, não de Deus, o poder governante.)

V. A TRINDADE

A) Definição:
Há apenas um Deus, mas, na unidade da Divindade, há três pessoas eternas e iguais entre si, idênticas em substância mas distinta em existência (ou subsistência).

B) Prova:
Indícios no A.T. – O A.T. não revela a Trindade mas dá lugar e indícios para uma revelação posterior. A. Passagens que usam a palavra plural Elohim e pronomes plurais para se referirem a Deus (Gn 1.1,26; Is 6.8). B. Passagens que falam do Anjo do Senhor (Gn 22.11, 15-16).
Confirmação no N.T. – No N.T. há revelação clara de que o Pai, Filho e Espírito são Deus; assim, uma Triunidade ou Trindade (nenhuma das duas palavras está na Bíblia). A. O Pai é Deus (Jo 6.27; Ef 4.6). B. Jesus Cristo é Deus (Hb 1.8). C. O Espírito é Deus (At 5.3,4). D. As três pessoas são igualmente associadas e apresentadas como um só ser (Mt 28.19, “nome”; 2Co 13.13).

VI. O PAI

A) Os relacionamentos do Pai:
Pai de toda a criação (At 17.29)
Pai da nação de Israel (Ex 4.22)
Pai do Senhor Jesus Cristo (Mt 3.17)
Pai dos crentes em Cristo (Gl 3.26)

B) As obras Especificas do Pai:
Autor do decreto (Sl 2.7-9)
Autor da eleição (Ef 1.3-6)
Comissionador e Enviador do Filho (Jo 3.16)
Disciplinador de Seus filhos (Hb 12.9)

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O Corpo de Cristo – Podemos Crer na Transubstânciação?

O CORPO DE CRISTO – PODEMOS CRER NA TRANSUBSTANCIAÇÃO?

A eucaristia é um dos sete sacramentos da Igreja Católica. Segundo o dogma católico, Jesus Cristo se acha presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade. Isto é o que geralmente se entende por transubstanciação. A doutrina da transubstanciação não tem respaldo bíblico. Ao longo de sua história, nem todos os representantes da Igreja Católica concordaram com essa doutrina, entre eles podemos citar os papas Gelásio I e Gelásio II, São Clemente e Agostinho, entre outros. A tradição da Igreja Católica, além de tropeçar nas metáforas e figuras da Bíblia na questão da eucaristia, que por si mesma já é uma aberração teológica, consegue embutir nela mais algumas heresias, como a ministração de apenas um só dos elementos aos fiéis — a hóstia. Segundo essa doutrina, a hóstia preserva o comungante de pecados, tem poder para ajudar os mortos e, pasmem, pode ser adorada. Tais heresias não têm o mínimo fundamento bíblico, entretanto, são de vital importância dentro da dogmática do catolicismo romano e, por isso, ainda estão de pé. É preciso salientar ainda que a confecção da hóstia teve sua origem no paganismo, sendo, portanto, plagiada e inserida no bojo doutrinário da igreja católica romana. A hóstia passou a substituir o pão da ceia somente no ano de 1200. É algo impar, especial, fabricada com trigo e sempre redonda. Por ocasião da festa de Corpus Christi, o “Santíssimo Sacramento” é levado às ruas em procissão dentro de uma patena (Pequeno vaso sagrado, circular, que serve para cobrir o cálice e receber a hóstia) de ouro representando um sol. Podemos constatar nesse ato uma flagrante analogia com as religiões pagãs da antiguidade. Conta-se que a deusa Ceres era adorada como a “descobridora do trigo” e, por conta disso, representada com uma espiga de trigo nas mãos. Tal representação correspondia à deusa Mãe e seu filho. O filho de Ceres, que se encarnara no trigo, era o deus Sol. Compare essa afirmação com a doutrina católica que transformara Jesus num pedaço de pão de trigo no formato arredondado do sol cujo ostensório também tem um desenho com raios solares. Por que só a hóstia? O estudante de história da igreja sabe perfeitamente que nenhuma doutrina católica advinda da chamada “Tradição Oral” pode ser substanciada, quer na história dos primeiros séculos da igreja, quer na Bíblia! Nesta última, muito menos. Os apóstolos seguiram o costume bíblico de ministrar a ceia sob esses dois emblemas: pão e vinho. A igreja pós-apostólica também seguiu o mesmo exemplo, como vemos ao analisar as obras patrísticas dos primeiros séculos. Os católicos precisam rodear e florear suas explicações para esclarecer o fato de o sacerdote dar apenas um dos emblemas (pão) ao fiel, o que é uma clara desobediência ao mandamento do Mestre. Jesus foi taxativo ao dizer “bebei dele TODOS”. Essa ordem de fato não se pode cumprir na Igreja Católica. Por mais argumentos que inventem, a verdade continua inalterável: Jesus e os apóstolos nunca mudaram o mandamento. Portanto, Jesus instituiu as duas espécies (Mt 26.26,28), e os apóstolos seguiram esta ordenança (1Co 11.23-28). Isto só veio a ser mudado nos concílios de Constança e, posteriormente, reafirmado no de Trento. No entanto, voltamos a reafirmar que a ordem de Cristo foi mais que explícita: “Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6. 53-56). Esse trecho das Escrituras levou dois clérigos da Igreja Católica, Jacobel de Mysa e João de Leida (séc. XIV), a voltarem ao princípio das duas espécies, ou seja servir na ceia o pão e o vinho, e logo se empenharam em espalhar isto na cidade de Praga, e não demorou muito, logo toda a Boêmia se declarou a favor. Mais tarde, João Huss foi para a fogueira papal por defender essa doutrina bíblica. Ora, se Jesus foi tão explícito ao dizer que quem não bebe o seu sangue não tem parte com ele e não tem a vida eterna? Isto deveria ser suficiente como uma grande advertência aos católicos? Será que eles não vêem que estão correndo o risco de não terem parte na vida eterna? Porque na prática não bebem do sangue como disse Jesus! Se as duas espécies fossem coisa de somenos importância, de certo Jesus teria instituído uma espécie apenas: somente o pão. É certo que as Escrituras nunca fazem qualquer menção de que Cristo esteja com seu sangue embutido no pão. A linguagem usada é por demais contundente: comer e beber, pão e vinho, carne e sangue. A igreja romana tem alterado o mandamento original recusando-se a seguir o exemplo de Jesus e dos apóstolos e tem abandonado a prática de toda a igreja primitiva; prova disso é a Igreja Ortodoxa, que é tão antiga quanto a romana, e mesmo assim ainda preserva o costume bíblico de ministrar o pão e o vinho aos fiéis. Por outro lado, as igrejas evangélicas têm seguido a mesma prática instituída por Cristo sem alterações e, por isso, podem usufruir das bênçãos advindas dessas duas espécies, algo que não se dá na Igreja Católica. O que significa discernir o corpo do Senhor? Dentro da teologia existe uma disciplina chamada HERMENÊUTICA. O que é hermenêutica? Em toscas palavras, hermenêutica nada mais é do que a ciência de interpretar textos antigos, sendo uma das matérias de estudo no campo do Direito. Dentro do contexto teológico é a arte de interpretar a Bíblia. Dentre as inúmeras regras, a mais salutar e primordial de todas é a do exame do contexto. Vamos aplicá-la aqui.O texto em lide reza: “Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor” (1Co 11.29). Entre os cristãos daquela época existia uma festa chamada “Festa Ágape” ou festas de amor (Jd 12). Era comum entre os cristãos celebrarem a ceia com esta festa, destinada a ajudar os pobres (esta prática perdurou até na época de Justino, o mártir: 100-170). Corinto era uma igreja problemática em termos de doutrinas (véu, dons espirituais, batismo, brigas, divisões e Santa Ceia), e eles não estavam discernindo o real objetivo de suas reuniões (v. 17,18-20). Para eles, aquilo era apenas uma festa como as demais festas mundanas da sociedade grega (Corinto era grega) da qual tinham vindo. Então, quando se reuniam, todos se embriagavam (v. 21), como faziam antes de se converterem, e não discerniam que aquilo era muito mais que uma festa, devia ser observada “em memória” de Cristo (v. 25). Por isso as pessoas deveriam examinar a si mesmas antes de tocar no pão e no cálice (v. 28), pois correriam o risco de tomarem a ceia de modo indigno, fora do propósito para a qual fora estabelecida, ou seja, para a comunhão e não divisão dos fieis (v. 18). Isto é o que o apóstolo Paulo queria dizer com “discernir o corpo do Senhor”. Não há nada que insinue no texto a herética doutrina da transubstanciação. O contexto, quando analisado honestamente, não comporta tal idéia. Logo, qualquer conclusão que passar disso não é verdadeira. Os disparates dessa doutrina A teologia católica ensina a transubstanciação (alteração de substância) durante a eucaristia. Após serem consagrados os elementos, pão e vinho, pelo padre e repetidas as palavras de Cristo, “isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue”, misteriosamente o pão se transforma na carne de Cristo e o vinho, no sangue. Levando as palavras de Cristo a um “literalismo” bruto, interpretam ser o pão o próprio corpo de Cristo presente na hóstia. Essa doutrina é baseada principalmente no trecho do evangelho de João 6.53: “se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos”. Contudo, daremos algumas razões de nossa rejeição a essa doutrina errônea e perigosa. 1. Se na frase “isto é o meu corpo” o verbo “ser (é)” implica a conversão literal do pão no corpo de Cristo, segue-se igualmente que nas palavras “eu sou o pão da vida” (Jo 6.35) o verbo “ser (sou)” deve implicar igual mudança, ensinando-nos que Cristo se converte no pão, de modo que, se o primeiro é uma “prova” da transubstanciação, o segundo demonstra necessariamente o contrário; se o primeiro demonstra que o pão pode converter-se em Cristo, o segundo demonstra que Cristo pode converter-se em pão, o que é um verdadeiro absurdo, mas é isto o que a lógica dessa filosofia nos leva a entender. 2. Se acreditarmos que nesse episódio Jesus estava se referindo à eucaristia, então forçosamente ninguém pode se salvar sem o sacramento, e todo aquele que o recebe não pode se perder. Seria sempre necessário ao fiel comungar-se para não perder a bênção da vida eterna. E aqueles que não podem tomá-la? Estariam destinados ao inferno? Crêem os católicos que todo aquele que comunga tem a vida eterna? Pois Jesus disse que, sem exceção, “todo aquele” que comesse a sua carne teria de fato a vida eterna. E o que dizer então daqueles que bebem indignamente (1Co 11.28)? Tal é a contradição e confusão que nos mostra tão descabida teoria se levada ao pé da letra. 3. Esse ponto já foi tratado acima, mas vamos reforçá-lo aqui. Ora, se tomadas literalmente essas palavras, o beber o sangue é tão importante quanto o comer a carne. Em outras palavras, é tão necessário comer o pão (hóstia) como beber o cálice (vinho). E por que então o padre nega aos fiéis esse direito, desobedecendo a Bíblia? Analisando João 6 Diz o padre Alberto Luiz Gambarini: “Jesus não deixou dúvidas quanto a esta questão: a eucaristia ou ceia não é uma mera lembrança, e sim a presença por inteiro de Jesus Cristo”. Pois bem, analisemos essa questão dentro de seu contexto imediato, pois tais palavras tomadas isoladamente e sem explicação podem ter um sentido, mas dentro do seu respectivo contexto, levando em consideração a aplicação que o Senhor lhes deu, têm outro sentido bem distinto. “Respondeu-lhes Jesus: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou” (Jo 6.26,27). Essas palavras deram princípio ao discurso e são a chave para compreendermos o sentido exato e a razão pela qual Jesus usou a linguagem figurada “comer” e “beber”. A única dificuldade que há para a compreensão desse discurso de Jesus está relacionada à falta de consideração à figura que lhe deu origem; ou seja, os judeus seguiam Jesus por causa do milagre dos pães, por causa do alimento material. Ao contrário, Jesus elucida que a comida que ele tem é algo maior: “a comida que permanece para a vida eterna” (v. 27). Então, os judeus apelam para o episódio do maná que desceu do céu. Jesus explica que o verdadeiro pão não era o maná, mas que o pão verdadeiro é outro, o próprio Cristo. Daí, disseram os judeus: “Senhor, dá-nos sempre desse pão” (Jo 6.34). Até aqui, percebemos que os judeus não estavam entendendo a mensagem de Jesus e, por isso, interpretava-o de modo literal, assim como os católicos fazem. Jesus então explica que o sentido de sua mensagem era simbólico, espiritual, não literal: “E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede” (Jo 6.35). Esse versículo é muito importante, pois nos explica que comer a carne e beber o sangue de Jesus é somente crer e ter fé nele, recebendo-o; nada mais que isso. É justamente isso que significa o alimento do seu corpo: “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna” (Jo 6.40). Jesus rechaça qualquer tipo de confusão quanto a isso quando arremata: “O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida” (Jo 6.63). Jesus estava falando espiritualmente, não fisicamente. Estava explicando que a vida vem por meio da fé nele, e não comendo o seu corpo. Então, como explicar esse versículo: “…e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo” (Jo 6.51)? Será que com isso Jesus não estava ensinando sobre a eucaristia, quando os seus seguidores iriam alimentar-se dele por meio da hóstia num tempo futuro? Não. A Bíblia ensina, sem sombra de dúvidas, que a vida eterna viria por meio de sua morte na cruz, dando seu corpo, isto é, sua carne para ser sacrificada. E isso está em perfeita concordância com o restante das Escrituras. Veja como o apóstolo Paulo entendeu essa questão: “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade” (Ef 2.14). A Bíblia nos diz que Cristo realmente deu seu sangue e sua carne ao mundo para alcançarmos a vida eterna. Vejamos: “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora, contudo vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl 1.20-22) e “Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (Hb 10.20). A conclusão a que chegamos, lendo o contexto, é que o “alimentar-se” de Jesus (seu corpo), por meio da sua carne e do seu sangue, é a mesma figura de linguagem utilizada por ele em João 4.14: “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna”. Assim como essa “água” era espiritual, a bebida e a comida também, tanto é que quando os discípulos entenderam de modo literal essa mensagem Jesus prontamente os corrigiu explicando que: “O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida” (Jo 6.63). O “alimentar-se” de Cristo seria “crer nele”, quando então o Pai entregaria seu Filho na cruz para ser sacrificado por nossos pecados. Muitos pais da igreja primitiva concordavam com este ponto de vista, entre eles Agostinho, considerado um dos maiores doutores da Igreja Católica. Lembrança ou presença real? “Isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim” (1Co 11.24) Esse é o argumento mais repetido entre os católicos para sustentar a transubstanciação. Não há algo mais claro nessa passagem do que a verdade de que aquilo era realmente o corpo de Cristo, dizem os católicos. Não precisamos nos esforçar muito para desfazer essa interpretação, basta-nos apenas recorrer ao contexto. Ora, é importante entender que Jesus instituiu a Santa Ceia na ocasião em que estava comendo a ceia pascal. Sem dúvida, ele recordava de que aquela Páscoa foi instituída para comemorar, pela aspersão do sangue do cordeiro, a saída dos israelitas do cativeiro do Egito. O pão que Jesus tomou e abençoou e deu aos discípulos era o pão pascal. Muitos católicos dizem que Jesus não comeu aquele pão, mas tal assertiva se mostra falsa quando lemos que Jesus iria comer realmente aquela comida, veja: “E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a Páscoa, para que a comamos! … E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?” (Lc 22.8,11; grifo do autor). Todas as suas ações e palavras tinham alguma relação com a antiga Páscoa. Tendo isso em vista, devemos procurar na antiga festa uma explicação para a Santa Ceia que iria substituir a páscoa, pois ele (Jesus) é a nossa Páscoa (1Co 5.7). Quando Moisés instituiu a Páscoa, mandou os israelitas comerem a carne e aspergirem o sangue do cordeiro em suas casas (Êx 12.7,8). Só que o cordeiro que comiam não era a “Páscoa”, pois tal palavra é derivada do verbo pasah, que significa “passar por cima”, dando a idéia de “poupar e proteger” (Êx 12.13). A Páscoa do Senhor era o “passar do anjo por toda a terra do Egito”. Vê-se, pois, que o ato de passar por cima das casas dos israelitas era uma coisa e o cordeiro que os israelitas comiam era outra essencialmente distinta: uma era um fato e a outra, a recordação desse fato. Embora Moisés tivesse dito a respeito do cordeiro: “É a Páscoa” (a passagem do Senhor), isso não significa, porém, que quisesse dizer que o cordeiro que os israelitas tinham assado e estavam comendo poderia ter-se mudado ou transformado no ato de passar o Senhor por cima das casas. O sentido simplesmente era: “É uma recordação da Páscoa ou da passagem do Senhor”. Temos, pois, aqui, um exemplo clássico dessa figura de retórica pela qual se dá o nome da coisa que ela recorda, ou se põe o sinal pela coisa significada. Quando, pois, as famílias se reuniam em torno da mesa para comer a Páscoa, o chefe da família dizia: “Esta é a Páscoa do Senhor”, quando, na verdade, estava querendo dizer o seguinte: “Esta é a recordação da Páscoa do Senhor”. Pois bem, fincado na essência dessa celebração, Jesus certamente se valeu da mesma expressão conhecidíssima dos israelitas. Depois de a Páscoa ter sido abolida e substituída pela Santa Ceia, Jesus serviu-se da mesma expressão de que tinha feito uso na celebração antiga. Era natural que, do mesmo modo que tinha dito da Páscoa “Esta é a Páscoa do Senhor”, recordando-se do que fora feito na época de Moisés, Jesus usasse também mui naturalmente as palavras “Isto é o meu corpo” ou “Isto é o meu sangue”, para significar que aquele rito devia ser usado como recordação do seu corpo e do seu sangue oferecidos na cruz, sendo ele o verdadeiro cordeiro de Deus (Jo 1.29) que nos libertou do cativeiro do pecado. Os discípulos, por serem judeus versados nas Escrituras, estavam, por certo, familiarizados com tais figuras de linguagem (Sl 27.1,2; Is 9.18,20; 49.26), não lhes sendo difícil entender o que Jesus queria lhes dizer. Pois, antes disso, haviam ouvido o seguinte de Jesus: “Eu sou a porta” (Jo 10.7), “Eu sou o caminho” (Jo 14.6) e “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12), e entenderam perfeitamente a linguagem. Então, quando Jesus, ao distribuir os elementos da ceia (pão e vinho), disse: “isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue”, ele estava falando de maneira figurativa. Tanto é que ordenou: “fazei isto em memória de mim”. Assim, temos razão para crer que a ceia era uma comemoração ou lembrança de sua morte na cruz, e devemos prosseguir fazendo isso (ou seja, celebrando a Santa Ceia) até que ele venha. Veja que mesmo depois de ter sido consagrado por Jesus, o vinho continuou sendo vinho, o que serve para corroborar o nosso ponto de vista: “Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide [não disse meu sangue], até que venha o reino de Deus” (Lc 22.18). Paulo simplesmente considerava os elementos da Santa Ceia como pão e vinho, e não o corpo do Senhor transubstanciado: “Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Portanto, qualquer que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se o homem a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice” (1Co 11.25-28). O pão representava o corpo do Senhor e o vinho, o sangue. Todas as vezes que nos reunimos para celebrar a Santa Ceia fazemos isto sempre em memória do Senhor, pois ele mesmo disse: “fazei isto em memória de mim”. Não podemos sacrificar Cristo novamente (Hb 7.24,27)! Os contra-sensos da transubstanciação Por darem ouvidos ao dogma da transubstanciação, os católicos, além de incorrerem num terrível engano, acabam por abraçar uma teoria fictícia. Vejamos: Se naquela ocasião em que Jesus disse “Isto é o meu corpo” realmente tivesse ocorrido a tão propalada “transubstanciação”, então somos levados a acreditar que existiam naquele momento dois corpos do Senhor. Levando esse dogma às últimas conseqüências, teremos isto: Jesus pegou aquele pedaço de pão, já transformado em seu corpo (com divindade e alma, segundo crêem os católicos) e deu-se a si mesmo para seus discípulos comerem. Depois de terem comido o corpo do Mestre, os discípulos sentaram-se ao seu lado. E mais: Jesus também teria comido e engolido a si próprio, pois certo é que ele também participou da ceia! *Exagerando, se tal pão consagrado tivesse sido comido acidentalmente por um roedor, dar-se-ia o caso de o animal também ter engolido o Cristo com seu corpo, alma e divindade. *Se a hóstia se estragar e apodrecer, seria o caso de o corpo de Cristo, que está nesse elemento, apodrecer também. Então, como fica Atos 2.31, que diz que a carne de Cristo não se corrompe? *Se o que dá vida é o espírito, por que Deus se faria carne por meio da hóstia para nos vivificar? *Se Cristo nos ordenou que celebrássemos a cerimônia até que ele voltasse, conforme 1Coríntios 11.26, como pode estar presente na hóstia? Se ele virá, quer dizer que não está! Devemos ressaltar que tal vinda é escatológica, quando Cristo virá em corpo, pois, espiritualmente, ele está conosco todos os dias (Mt 18.20, 28.20) e esta promessa não tem nada que ver com a Santa Ceia. *O papa Pio IX se vangloriava com o dogma da transubstanciação, dizendo: “Não somos simples mortais, somos superiores a Maria. Ela deu à luz um Cristo só, mas nós podemos fazer quantos cristos quisermos; nós, os padres, criamos o próprio Deus”. Uma coisa tão extraordinária como essa, um milagre tão estupendo: mudar um pedacinho de pão no próprio Deus. Um milagre tão diferente de todos os que se têm notícia. Tudo isso deveria ter uma prova muito mais clara e contundente do que meras formas de expressão. É, sem dúvida, algo que foge à nossa compreensão, não por ser algo misterioso, mas por ser irracional e incoerente. Quando se prova o pão, ele ainda é pão, tem cheiro de pão, o gosto ainda é de pão. E o mesmo se dá com o vinho! Onde está tal divisão nas Escrituras? Em lugar nenhum! Mas é preciso argumentar para forjar explicações que sirvam de alicerce para a doutrina católica. Interpretação dos reformadores Para a Reforma Protestante, são dois os sacramentos instituídos pelo próprio Cristo: o batismo, que marca o início da vida cristã, e a Santa Ceia, que significa a manutenção dessa vida, a santificação. Unidos sobre o sentido do batismo, apesar de ênfases diversas, os reformadores se dividiram sobre o sentido da eucaristia. Lutero se opôs à missa como obra meritória e repetição eficaz do sacrifício do Cristo. O oferecimento da graça se efetua sob duplo signo instituído por Cristo: não se pode recusar a nenhum fiel o pão e o vinho oferecidos por Jesus, em oposição ao Concílio de Constança, de 1414, que proibiu o uso do cálice aos leigos. Contudo, Lutero opõe-se a uma presença meramente simbólica de Cristo na ceia. Mantém a tese da “consubstanciação”, segundo a qual o pão e o vinho permanecem presentes na ceia simultaneamente com o corpo e o sangue de Cristo. Zwinglio vê na ceia cristã o simples memorial que comemora o sacrifício único e infinitamente suficiente de Cristo. Calvino queria mais do que uma presença somente simbólica à maneira de Zwinglio, mas repudiou não só a posição católica como a luterana. Para Calvino, a “substância” não se refere a um substrato invisível na matéria do objeto, mas significa a realidade profunda de um ser. O pão e o vinho não só representam a comunhão com o corpo e o sangue de Cristo, mas também “apontam” para a realidade desse significado. O que Calvino rejeitou foi a idéia da “presença local”; ele acreditava no Espírito Santo e não num fenômeno especial, para relacionar diretamente o comungante com o Cristo vivo. O anglicanismo adotou o essencial das posições da Reforma. A confissão anglicana conserva dois sacramentos (batismo e ceia), proíbe as procissões solenes do Santíssimo Sacramento e a adoração das espécies consagradas. O corpo do Senhor é recebido mediante a fé (conceito calvinista). A maioria esmagadora dos protestantes aceita as noções de Calvino e Zwinglio. Antes de finalizarmos este estudo é necessário fazer um adendo sobre a posição de Lutero. Apesar de ter sido levantado por Deus, Lutero, no princípio, não pretendia separar-se da Igreja Católica, mas reformá-la por dentro. Tendo esse pano de fundo histórico, podemos entender por que ele não abdicou de certas noções católicas. Ele representava a primeira geração dos reformadores e, por isso, muitas coisas ainda estavam enraizadas profundamente nele. Somente com o decorrer do tempo é que a doutrina da Reforma foi se purificando mais e mais. É bem parecido com o que aconteceu com o cristianismo em relação ao judaísmo no começo de sua história. Esse problema já não aparece nas gerações posteriores dos reformadores, que foram lapidando os lapsos teológicos do catolicismo dentro do protestantismo. Obras consultadas: Por amor aos católicos romanos, Rick Jones, Chick Publications A Reforma Protestante, Abraão de Almeida, CPAD A Igreja que veio de Roma, Karl Weiss, Editora Gráfica Universal Ltda Noites com os romanistas, M. H Seymour, Edições Cristãs Encyclopaedia britannica do Brasil publicações Ltda. Notas: 1Corpus Christi: festa do santíssimo sacramento, instituída em 1264, por Urbano IV, para honrar a suposta presença real de Cristo na eucaristia. Seu caráter popular desenvolveu-se em função da procissão que sucedia à missa. 2 Disco de ouro ou de metal dourado que serve para cobrir o cálice e receber a hóstia. 3 Ceres é o nome grego da deusa romana Demeter, que simboliza a nutrição, em todas as suas formas, um dos aspectos mais poderosos da própria Lua, em termos do simbolismo astrológico. 4 Custódia onde se ostenta a hóstia consagrada. 5 Acerca da relação entre as Escrituras e a Tradição da Igreja (Católica), o novo Catecismo da Igreja se expressa: à igreja está confiada a transmissão e a interpretação da Revelação, ‘não derivando a sua certeza a respeito de tudo o que foi revelado somente da Sagrada Escritura. Por isso, ambas (Escritura e Tradição) devem ser aceitas e veneradas com igual sentimento de piedade e reverência. 6 A igreja que continuou a ser desenvolvida após a morte dos apóstolos de Cristo. 7 Obras que compreenderam o século I d.C. até o século VIII d.C. São chamadas patrísticas porque foram escritas pelos pais apostólicos, homens que tiveram contato direto com os apóstolos ou foram citados por alguns deles. Destacam-se: Clemente de Roma, Inácio e Policarpo. 8 Realizado em 1414, ocasião em que foram queimados João Huss e Jerônimo de Praga, pré-reformadores, por serem considerados heréticos. 9 O 19º Concílio Ecumênico da Igreja, chamado Concílio de Trento, por ter-se reunido em sua grande parte na cidade de Trento, ao norte da Itália. Foi realizado em 25 sessões plenárias em três períodos distintos, de 1545 a 1563. O primeiro período foi de 1545 a 1547. O segundo começou quatro anos depois, em 1551, e terminou no ano seguinte. O último período começou dez anos mais tarde, em 1562, e terminou no ano seguinte. 10 Renomado padre católico, pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapecerica da Serra/SP. Escritor de mais de dezessete obras. 11 Quem fundou sua igreja?, Padre Alberto Luiz Gambarini, p. 46. 12Martinho Lutero (1483-1546). Principal líder da Reforma. Em oposição ao abuso da venda de indulgências promovida pela Igreja Católica Romana, Lutero, em 31 de outubro de 1517, afixou suas 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg, causando repercussão mundial. Foi o estopim da Reforma. 13 Huldreich Zwinglio (1484-1531). Expoente da Reforma que propagou seus ideais em Zurich, na Suíça. 14 João Calvino (1509-1564). Com suas obras foi, sem dúvida, o reformador responsável pela projeção dos ideais protestantes na história política e religiosa mundial. 15 Surgiu no século XVI, na Inglaterra, com o rompimento do rei Henrique VIII com o papa Clemente VII.

Compilado por Pr. Luiz Antonio do Estudo de Paulo Cristiano

A Páscoa Pagã

A Páscoa Pagã 21 e 22 de março — A deusa Ostara (Ishtar, também se usa a ortografia “Eostre”), a quem a Páscoa [pagã, em inglês “Easter”] faz referência — 21 de março é uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati. A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova, após Ostara. Essa data também não tem absolutamente nada que ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Os pagãos até mesmo têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a “Sexta da Páscoa”, e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã [Easter] está imersa nos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. Muitos pregadores batistas independentes estão começando a se referir a esse dia que celebra a ressurreição de Jesus como “Domingo da Ressurreição”, de modo a fazer distinção dessa celebração pagã. A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa [Easter] se refere (Pagan Traditions of Holidays, pg 9 – Tradições pagãs dos Feriados); na realidade, ela era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas. A Páscoa pagã [Easter, em inglês] — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas e religiões do mundo. 1. Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua 2. Católicos — Virgem Maria (Rainha dos Céus) 3. Chineses — Shingmoo 4. Druidas — Virgo Paritura 5. Egito — Ísis 6. Efésios pagãos — Diana 7. Etruscos — Nutria 8. Alemães (antigos) — Herta 9. Gregos — Afrodite / Ceres 10. Índia — Isi / Indrani 11. Judeus apóstatas antigos — Astarte (Rainha dos Céus) 12. Krishna — Devaki 13. Roma — Vênus / Fortuna 14. Escandinavos — Disa 15. Sumérios — Nana (“America’s Occult Holidays”, Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13) Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar]. A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. O Coelho da Páscoa “O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem… a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia…” (Pagan Traditions of Holidays, pg 10). Que as lebres não botam ovos, não é necessário dizer não é? Você sabe disso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Assim, “Easter” — Eostre ou Ishtar — era uma deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, ele simbolizava o ato sexual; (é só você se lembrar da revista pornográfica playboy, qual é seu símbolo?) o ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”. Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles, Semíramis e Tamuz. Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos da Ressurreição” como parte da celebração da Páscoa. Na melhor das hipóteses, essas igrejas estão confundindo as mentes de suas preciosas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. As crianças que participam dos “Ovos da Ressurreição” na igreja serão condicionadas mais tarde em suas vidas a aceitarem a tradição pagã que envolve os mesmos símbolos. No pior caso, a igreja que participa na tradição da Páscoa pagã promovendo os “Ovos da Ressurreição” e talvez uma Procura ao Ovo de Páscoa Escondido, é culpada de combinar o cristianismo com o paganismo, um coquetel letal que o Senhor Jesus rejeitará! Lembre-se de nosso verso-chave: “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” [Efésios 6:17-18] Se sua igreja usa os “Ovos da Ressurreição”, você deve alertar seu pastor imediatamente; se o pastor titular é liberal o suficiente para permitir os “Ovos da Ressurreição” na celebração do Dia da Ressurreição, então provavelmente também é liberal nas doutrinas e na teologia. Outros Ingredientes Pagãos Oferendas de Páscoa — São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera, Ishtar. Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar do ídolo da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan, ou algum outro deus pagão; essas cruzes não eram originalmente a cruz de Jesus Cristo. Esse é outro caso em que Satanás falsificou uma tradição pagã que poderia mais tarde ser passada como “cristã” em uma igreja seriamente comprometida com a sincretização (Mistura). De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pg 18). • Nas celebrações do Velho Testamento no Israel apóstata, vemos mulheres irritando a Deus porque assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus [Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1]. A nota de rodapé para esse título “Rainha dos Céus” no Amplified Bible Commentary (Comentário bíblico ampliado) diz: “Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma de uma estrela”. Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas. • Outra oferenda popular a Ishtar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto virgens usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos. Serviços de Páscoa ao nascer do sol — Eram iniciados pelos sacerdotes que serviam à deusa babilônica Ishtar para simbolicamente apressar a reencarnação de Ishtar/Easter. Exatamente como Satanás falsificou o nascimento divino de um menino de uma mãe virgem mais de mil anos antes de Jesus realmente nascer, assim também falsificou o serviço de adoração bem cedo de manhã, ao nascer do sol. Quaresma — É puramente pagã, e ainda assim foi aceita pela Igreja Católica Romana e pelas igrejas cristãs apóstatas como “cristã”. Se a igreja que você freqüenta celebra a Quaresma, você precisa informar ao pastor titular das raízes pagãs dessa tradição; se ele não der ouvidos, considere desligar-se dessa igreja, porque se eles aceitam a Quaresma como cristã, você pode apostar que são liberais em áreas críticas da Bíblia também. A Quaresma é uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America’s Occult Holidays – feriados ocultistas da América de Doc Marquis e Sam Pollard). Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se autoflagelando. A Quaresma era celebrada por exatamente quarenta dias antes da páscoa, celebração à deusa Ishtar/Eostre [a Páscoa pagã] e outras deusas pelas seguintes culturas: babilônios, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo e, hoje, também pelas igrejas protestantes liberais e apóstatas. Podemos ver a ira de Deus sobre essa celebração da Quaresma em Ezequiel 8:14-18; 14 E levou-me à entrada da porta da casa do SENHOR, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. 15 E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas. 16 E levou-me para o átrio interior da casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. (adoração ao sol é natal, como publiquei em nosso jornal de dez/2008) 17 Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. 18 Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei. O julgamento de Deus sobre essa comemoração é descrito em Ezequiel 9, um capítulo que sugerimos que você leia atentamente, porque Deus declara que punirá de modo similar qualquer nação que não ouvir e obedecer seus mandamentos [Jeremias 12:17]. Compilado por Pastor Luiz Antonio.

O Que é uma Seita?

O Que é uma Seita? João 17.22. 

 O que você acha que é uma seita? É a opinião que diverge da existente ou das existentes e que é seguida por muitos indivíduos. É também o conjunto desses indivíduos; uma comunidade fechada, de cunho radical e também um sistema religioso, filosófico ou político. O Dicionário da língua portuguesa assim define o vocábulo. Sou pastor evangélico e quero dar minha contribuição voluntária quanto ao assunto aqui abordado. Quando se trata de instituição religiosa denominada cristã, sou enfático em dizer que não é próprio da igreja de Deus em nenhuma denominação se declarar como ÚNICO CAMINHO que leva ao Céu! E a instituição que o fizer já está a meio caminho de se tornar uma seita. Há no mínimo três coisas que caracterizam uma seita.   Por divergir da bíblia que contém os oráculos de Deus aceitos pelos santos profetas e apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo que sempre pregou não o ecumenismo, mas a unidade de um corpo espiritual no qual habita o Espírito de Deus sendo Cristo mesmo a cabeça desse corpo; refutação: João cap.14,06. Por ser uma comunidade fechada que exclui da comunhão todas as denominações que não trazem o mesmo nome; refutação: João 17.22-23. Por ser um sistema religioso congregado em nome de Deus. Refutação: Efésios 4.3-6 procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.  Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos. Esta unidade defendida pelo apologista Apóstolo Paulo não quer dizer uma unidade interna nas denominações, mas uma unidade universal entre todas as denominações que se congregam em nome do Senhor Jesus Cristo. Tais denominações podem ter administração separada, mas devem manter a unidade do espírito pelo vinculo da paz, por que essa é a determinação do Senhor ao Congregar o seu povo de todas as nações povos e línguas. Deus nos ajude a definir e identificar as seitas para evitar cometer os mesmos erros que elas cometem.                 

 Pastor J. A. de Oliveira

 

Sola Scriptura (só a escritura)

                                                                         pic_0004.jpg   SOLA  SCRIPTURA       (só a escritura)

No dia 31 de outubro comemoramos mais um ano de Reforma Protestante. São 490 anos de luta em nome da Fé Reformada. Que Deus abençoe a cada Cristão Reformado!


As igrejas evangélicas de hoje estão cada vez mais dominadas pelo MODERNISMO TEOLÒGICO, pela TEOLOGIA da PROSPERIDADE em vez de pelo Espírito de Cristo. Como evangélico Genuinamente PROTESTANTE, eu convoco a cada membro da IPRR a se arrepender de todo pecado e a recuperar a fé que uma vez foi dada aos Santos. Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Jud. 1,1. A semântica comprova que no decurso da História, as palavras mudam, assumindo novos significados. Na época atual isso aconteceu com a palavra PROTESTANTE. Nós PROTESTANTES agora já somos chamados de EVANGÉLICOS, o que segundo minha opinião descaracteriza nossa origem. O EVANGÉLICO DE HOJE não é como o PROTESTANTE DE ONTEM. O PROTESTANTISMO acolhia as verdades essenciais do Cristianismo conforme definidas na Bíblia e ensinava isso às Igrejas. E as igrejas compartilhavam uma herança comum nos “SOLAS” da Reforma Protestante do século 16.Hoje, a luz da Reforma já foi sensivelmente obscurecida. A conseqüência foi a palavra PROTESTANTE se tornar tão comum e desconhecida a ponto de perder o sentido. Enfrentamos atualmente o perigo de perder nossa HISTÒRIA de REFORMA que já tem séculos. Pelo nosso amor a Cristo, pelo seu evangelho e por sua igreja, eu nos conclamo a afirmar novamente nosso compromisso com as verdades centrais da REFORMA PROTESTANTE feita por MARTINHO LUTERO há 490 anos. LUTERO firmou sua fé em Cristo e pregava Sola Scriptura (Só A Escritura).

Sola Scriptura : A Autoridade Sob Ameaça.

Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual não está tendo a  Escritura como única regra de fé e prática. Na prática, a igreja moderna está sendo guiada pela cultura. Em muitos de nossos púlpitos hoje em dia são usadas técnicas terapêuticas em lugar da cura Divina, estratégias de marketing em lugar do Genuino Evangelho, e o mundo tem ganhado espaço no coração dos crentes mais do que a Palavra de Deus. Muitos pastores negligenciam a supervisão do culto, não cumprem sua função de pastores, que é a de guiar o povo a Deus, entre outras faltas graves. À medida que a autoridade bíblica é abandonada as verdades se enfraquecem na consciência do povo de Deus, e as doutrinas essenciais à Salvação perdem sua proeminência, e a igreja vai sendo cada vez mais esvaziada de sua integridade, santidade, autoridade moral e discernimento.Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas por alguns que no intimo não querem Deus, devemos proclamar a Lei de Deus como única regra de fé e prática, e seu evangelho como a verdade absoluta, única fonte da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a manutenção da disciplina e bom testemunho da igreja.

É só pela luz da verdade de Deus nas Escrituras que nossos olhos são abertos para a vontade de Deus em nossa vida. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rom. 12: 2) A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. As pregações precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensinos, não a expressão de opinião ou de idéias da nossa cabeça. A obra do Espírito Santo na igreja e no mundo segundo as escrituras é convencer o homem do pecado, justiça e juizo. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo (João 16. . O Espírito Santo fala em conformidade com a Escritura, e sem  Ela nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo.  Portanto a Palavra de Deus, e não a experiência humana, é o que traduz a verdade,  e SOLA SCRIPTURA (só a escritura) deve ser pregada.                     

 

                                                                                                                                                    Pr. Luiz Antonio