Arquivo da categoria: A História da Escola Dominical

O Poder da Escola Bíblica

 O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles – EUA tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, inclusive nós, 600 milhões pertencem a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa. O início do avivamento começou com o ministério de Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas. Nesta época, as igrejas Holiness (“Santidade”), descendentes da Igreja Metodista, ensinavam que o batismo no Espírito Santo, signficava apenas uma forma de santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. A mensagem de Parham, porém, era que o batismo no Espírito Santo devia ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas. Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal, como este que você está lendo, chamado “The Apostolic Faith” (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas. Um dos alunos desta escola foi William Seymour responsável pelo avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para receber a plenitude do Espírito Santo na sua vida. Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asberry. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus lhe desse “aquilo que Parham pregou: o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram.” Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brase, número 214. O grupo então levantou uma oferta para trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, orou por Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas. Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brase, e a maioria das pessoas presentes começou falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca ter aprendido a tocar. A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotada com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas. Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brase disse: Eles gritaram durante três dias e três noites. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entravam, elas caíam no do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederem, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes eram curados e os pecadores salvos assim que eles entravam. Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal, que depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906. Se você leu com atenção deve ter notado que o avivamento chegou por causa da Escola Bíblica na qual aquele pequeno grupo aprendeu sobre o Espírito Santo e seu poder. Caro irmão você que ainda não faz parte da EB de sua igreja não sabe quanta benção e quanto conhecimento está perdendo, especialmente neste trimestre onde estamos estudando: O ministério profético, A voz de Deus na Terra. Junte-se a nós venha mudar tua vida através do conhecimento de Deus. Deus abençoe a todos, Pastor Luiz Antonio

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O Superintendente da Escola Bíblica

Pastor Luiz Antonio
Pastor Luiz Antonio

O Superintendente da Escola Bíblica

Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;

Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria. Rom 12,7,8.

Para te sintonizar completamente e te familiarizar com o sentido da palavra em questão, vamos começar com as definições.

O termo “superintendente” procede do latim e é vertido para nosso idioma do mesmo modo significando, “aquele que dirige na qualidade de chefe”; “aquele que inspeciona”, “aquele que supervisiona”.

No hebraico, é paqîd e é descrito como: inspetor, encarregado.

O termo descreve um subordinado especial (Gn 41.34) posto em uma posição de “supervisão de outros”.

O paqîd era um funcionário real de confiança que administrava o trabalho e funções dos soldados, sacerdotes e levitas no Antigo Testamento. Em 2º Cron. 31.13; 34.10,12,17 é o administrador do Templo.

No Grego: é proistemi (Rm 12.8) é o que “preside”, literalmente significa “aquele que está à frente de”; no modo infinitivo é “liderar” ou “dirigir”.

De acordo com Paulo, os líderes são pessoas capacitadas sobrenaturalmente pelo Espírito Santo para administrar, presidir e liderar atividades executadas pelo Corpo de Cristo para o crescimento do Reino de Deus.

Contemporâneamente, chamamos a função do superintendente ou diretor de: “Gestor da Escola Dominical”.

Funções Gestoras do Superintende da EB

  1. O Superintende da EB deve cuidar da qualidade educacional da EB, observando os professores, se estão à altura de sua função, se têm capacidade de ensino, encaminhá-los à reciclagem se necessário.
  2. O Superintende da EB deve ter visão crítica do projeto educacional, deve ser conhecedor do andamento do ensino em todas as classes da EB (crianças, adolescentes, jovens e adultos).
  3. O Superintende da EB deve administrar os recursos humanos e materiais: recursos humanos neste caso são os professores e auxiliares, recursos materiais são as revistas e todo tipo de material usado no ensino da EB.
  4. Os professores da EB devem ser selecionados com base em sua capacidade de aprender e ensinar; e isso também é função do Superintende da EB.
  5. Criar um ambiente de cooperação que promova a excelência no ensino e uma relação sólida e segura entre os professores e alunos também é função do Superintende da EB.
  6. O Superintende da EB é o homem que envolve todos os professores e alunos na garantia da qualidade da Escola Bíblica; é aquele que divulga e promove a escola bíblica diante da igreja. (Propaganda continua da EB).
  7. O Superintende da EB cria programas de capacitação para novos professores sempre que houver necessidade. Este programa de capacitação pode ser uma reunião extra onde os novos professores dão aula para os professores mais antigos que os ajudarão no crescimento didático. Pode ser um seminário de reciclagem ministrado por um obreiro mais experiente, leitura de livros sobre o tema, etc.!
  8. O Superintende da EB é o homem que atende as necessidades materiais da Escola Dominical; compra de revistas e outros materiais necessários.

    O Superintende da EB deve:

  • Observar os alunos, deve tentar notar que necessidades eles têm!
  • Como melhor aprendem, estimulá-los à busca do conhecimento!
  • Observar como está a relação professor-aluno, qual a qualidade do conteúdo ensinado, e como estão respondendo ao conteúdo ensinado.
  • Observar os professores, que necessidades eles têm, se buscam o conhecimento, como se relacionam com a igreja, qual a sua formação, como usam os recursos educacionais oferecidos, deve ser uma ação do Superintendente!

O Superintende Eficaz é aquele que define os objetivos da EB com clareza; que exibe confiança e receptividade com relação aos alunos e professores; discute as necessidades abertamente; solicita e ouve ativamente o ponto de vista dos outros envolvidos na EB. (Ouvir o ponto de vista de outros não significa ter que fazer tudo o que as pessoas opinam, mas ouvir, ponderar e acatar o que for bom!)

O Superintende Eficaz utiliza a gestão participativa para criar um ambiente de cooperação e participação; (deixando bem claro que sugestão não é decisão).

O Superintende Eficaz ouve, avalia e se for conveniente o conselho, aceita; se não descarta!

Competência administrativa e pedagógica, planejamento; manejo e controle do orçamento da EB, cuidando para que haja um planejamento financeiro que pelo menos pague o material didático do trimestre; organizar; resolver problemas criativamente; comunicar-se eficazmente; mobilizar a equipe escolar e a igreja local; negociar e resolver conflitos devem ser habilidades presentes no Superintendente da EB.

Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares. Josué 1,9.

Finalizando, como diz o versículo acima não se “espante”, as regras parecem ser muitas, mas você verá que a maioria destas coisas o superintendente faz naturalmente sem perceber!

Pr. Luiz Antonio.

A História da Escola Dominical

Escola Dominical

 

“A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore”

 

Ruth Doris Lemos

 

Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista, Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um polo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

 

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho, e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No próximo editorial, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam oara este nobre esforço.

 

Movimento mundial

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava – os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado, e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas aturas, algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte,  esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical, e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano, e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos” contou a história de Jonas, mais com gestos, do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Mas, ela viu tantas crianças pelas ruas, e seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley  iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo.  Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo, há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem, sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres, analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

 

 

Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembléia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)

 

 

 

 

Fotos

 

Crédito: Igreja Evangélica Fluminense

 

Legenda: Os missionários Robert e Sarah Kalley, instrumentos usados por Deus para fundar a Escola Dominical no Brasil

 

 

Crédito: Gernheim/Igreja Evangélica Fluminense

Legenda: Residência do casal Kalley, em Petrópolis, onde funcionou a primeira aula de Escola Dominical.