MISSIOLOGIA

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE MISSÕES! 

A tarefa da Igreja de Jesus Cristo na terra é pregar o evangelho a toda a criatura. A esta atividade, chamamos MISSÕES!

Provavelmente você Pastor Luiz Antoniojá ouviu muitos pregadores falando sobre missões, e tem ouvido expressões como: missiólogos, missionários, obreiro autóctone, etnia, grupo etnolinguístico, povo, nação, povo não alcançado, janela 10×40, Mundo A, B e C, Evangelização E0, E1, E2, E3…

Todas estas expressões são comuns à teologia de missões, e é importante o conhecimento delas. Muitas destas terminologias vamos encontrar nas páginas das Escrituras, especialmente nos textos que se referem à chamada “Grande Comissão”, como por exemplo: Mateus 28.18-20; Marcos 16.15-16, Atos 1.8; Apocalipse 5.9 e 7.9, João 4.35.

É especialmente baseado nestes textos que tiramos os conceitos de missões sobre os quais formamos a nossa teologia e definimos nossas estratégias missionárias, no entanto podemos com certeza dizer que a Bíblia é um livro missionário do início ao fim, pois trata da ação de Deus no mundo por intermédio de Israel Seu povo escolhido, no Antigo Testamento e no Novo Testamento através da Igreja de Jesus Cristo.
O conhecimento dessas terminologias e seus respectivos conceitos pode ser importante para melhor compreensão da tarefa missionária da igreja e da denominação.

Certamente isso facilitará o melhor entendimento do discurso missionário ampliando a visão e contribuindo para a dinamização da ação missionária denominacional.

Abaixo segue uma lista de terminologias missiológicas com seus respectivos conceitos.

Termo

Conceito

 ACULTURAÇÃO

É o fenômeno ou conjunto de fenômenos no qual um indivíduo perde seus valores culturais que lhe são familiares, para adquiri-los em outra cultura.

OBREIRO AUTÓCTONE

Obreiro Nativo – indivíduo natural da terra onde vive.

IGREJA AUTÓCTONE

Diz-se da igreja estruturada dentro da sua própria cultura, sem observar as características da igreja a qual pertence o missionário que a estabeleceu.

COSTUMES

Normalmente, são práticas observadas e transmitidas de geração em geração. Costumes podem sofrer alterações através dos tempos e podem ser diferentes em países diferentes.

CULTURA

Cultura pode ser definida como o sistema integrado de padrões de comportamento aprendidos, ideias e produtos que caracterizam uma sociedade. Diz-se comumente de uma pessoa que tem cultura como sendo aquela que tem bom estudo, boa posição social, etc.. Mas não é esse o conceito missiológico.

 ETNIA

É o aglomerado humano homogêneo, com uma vida social, material e psíquica formada em moldes idênticos. Uma etnia “é formada por um conjunto de características somáticas, linguísticas e culturais semelhantes”.           A diferença entre etnia e nação é que uma nação pode ser composta de várias etnias. Hoje na África se vê quão problemático é quando não se atenta para o fato da distinção que há entre nação e etnia. Pois inúmeros países sofrem com conflitos étnicos intermináveis.

EVANGELISMO

E0, E1, E2, E3

Escala usada para medir a distância cultural que o missionário deve atravessar desde sua própria cultura para evangelizar e estabelecer igrejas.

E0 se refere à tarefa de ganhar para Cristo os filhos de crentes;

E1 quando se evangeliza cristãos nominais;

E2 quando se evangeliza gente de uma cultura parecida, mas não idêntica à do missionário; e

E3 quando o missionário deve evangelizar gente de uma cultura diferente da sua.

GRANDE COMISSÃO

Textos bíblicos relacionados com o mandamento de Jesus aos seus discípulos, que mostram tanto a ênfase como o alcance da missão apostólica.

 JANELA 10×40

Área do mundo localizada entre as latitudes 10 e 40 graus ao norte da linha do Equador que cobre o Norte da África, Oriente Médio e Ásia. A Janela 10×40 cobre a área menos evangelizada do mundo e também a mais pobre, e onde a maior parte dos governos se opõem ao cristianismo.

 MISSIONÁRIO

O termo tem origem na palavra apóstolo, que quer dizer, enviado com a autoridade de quem envia.            O missionário seria a pessoa encarregada de plantar igrejas no mundo e estabelecer a doutrina. Modernamente chamamos missionário aquele que sai com uma missão especial a mando da igreja, seja ela para projetos de evangelização ou projetos sociais e educacionais, além das fronteiras da igreja local, especialmente no exterior.

 

MISSIÓLOGO

Pessoa especializada em missões. Se dedica a estudar as características dos povos, estratégias próprias para cada grupo humano, a antropologia missionária, as questões próprias dos missionários no campo, e os métodos de evangelização.

MUNDO A

No esquema dos três mundos que os missiólogos usam, refere-se ao mundo não-evangelizado, ou seja, toda a população que jamais ouviu falar de Jesus Cristo.

MUNDO B

No esquema acima citado, dos três mundos, faz referência ao mundo evangelizado, mas não cristão.

 MUNDO C

No mesmo esquema, significa o mundo “cristão”, ou seja, todos aqueles que se consideram cristãos (incluindo, obviamente, todos os nominais).

NAÇÃO

São entidades geopolíticas que são identificadas por suas fronteiras estabelecidas e governos mundialmente reconhecidos.

POVO

Agrupamento de indivíduos que têm entre si uma afinidade porque compartilham aspectos culturais comuns como: língua, religião, etnia, morada, profissão, classe ou casta social ou uma combinação destes fatores.

POVO 

ETNOLINGUÍSTICO

É um grupo étnico ou racial, distinto de outros, que fala o mesmo idioma ou língua materna. Pode se encontrar vivendo dentro de um só país ou distribuído por vários.

POVO NÃO ALCANÇADO

É um grupo humano onde não existe presença evangélica, que não dispõe de recursos humanos ou financeiros para alcançar o evangelho, dependendo por isso de esforço externo.

O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não têm conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não leem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.

POVO NÃO EVANGELIZADO

É um grupo humano que ainda que posam ter um conhecimento mínimo do evangelho ou de Deus, não tiveram a oportunidade real de responder a este evangelho.
 

POVO OCULTO

É um grupo humano (povo) que embora esteja no alcance geográfico da Igreja, está longe de sua “vista”, ou dos recursos que permitam à igreja evangelizá-lo, dependendo por isso de apoio transcultural.

 RAÇA

Conjunto de indivíduos que possuem tronco comum e características semelhantes, dentro da sua espécie, geração, casta, origem, estirpe. Em antropologia, é um conceito biológico em que as raças humanas agrupam-se segundo características de cor da pele, a cor e forma do cabelo, a configuração do crânio, os grupos sanguíneos etc.

TRIBO

Grupo étnico unido pela língua, usos e tradições, que vive em comunidade sob um ou mais líderes.

  1. Situação Do Mundo Atual

 

 

 

 

Pastor Luiz Antonio
Cristãos 2.000.000.000
Muçulmanos 1.240.500.000
Hindus 846.500.000
Budistas 370.000.000
Novas Religiões 104.000.000
Religiões Tribais 230.000.000
Ortodoxos 216.000.000
Sikhs 23.500.000
Judeus 15.000.000
Ateus 151.000.000
Sem Religião 770.000.000
Católicos Romanos 1.056.920.000
Católicos não Romanos 6.688.000
Pentecostais e Carismáticos 650.000.000
Protestantes 350.040.000
 

Obs: Dados aproximados com base em pesquisas: Internet / Global Evangelization Movement / E. Blitanica  / Lid. Mundiais.

 

 

 

Antropologia Cultural – Difusão Cultural

Pastor Luiz Antonio
Pastor Luiz Antonio  Antropologia Cultural

Difusão Cultural

A nossa herança cultural, desenvolvida através de inúmeras gerações, sempre nos condicionou a reagir depreciativamente em relação ao comportamento daqueles que agem fora dos padrões aceitos pela maioria da comunidade, e por isso a maioria discrimina o comportamento desviante.

Até recentemente, por exemplo, o homossexual corria o risco de sofrer agressões físicas quando era identificado na rua e ainda é objeto de termos depreciativos. Tal fato discriminatório representa um tipo de comportamento padronizado por um sistema cultural, mas esta atitude varia em outras culturas.

Entre algumas tribos das planícies norte-americanas, por exemplo, o homossexual era visto como um ser dotado de propriedades mágicas, capaz de servir de mediador entre o mundo social e o sobrenatural, e, portanto, respeitado.

Outro exemplo de atitude diferente de comportamento desviante encontramos entre alguns povos da Antiguidade, onde a prostituição não constituía um fato anômalo: jovens da Lícia praticavam relações sexuais em troca de moedas de ouro, a fim de acumular um dote para o casamento.

O modo de ver o mundo, as apreciações de ordem moral e valorativa, os diferentes comportamentos sociais e mesmo as posturas corporais são produtos de uma herança cultural, ou seja, o resultado da operação de uma determinada cultura.

Graças ao que foi dito acima, podemos entender o fato de que indivíduos de culturas diferentes podem ser facilmente identificados por uma série de características, tais como o modo de agir, vestir, caminhar, comer, sem mencionar a evidência das diferenças linguísticas que constitui o fato de mais imediata observação empírica.

Etnocentrismo – A distorção do outro na história.

Etnocentrismo é um conceito antropológico percebido quando um determinado individuo ou grupo de pessoas, que têm os mesmos hábitos e caráter social, discrimina outro, julgando-se melhor por causa de sua condição social, pelos diferentes hábitos ou manias, por sua forma de se vestir, ou até mesmo pela sua cultura.

O etnocentrismo, é um fenômeno universal. É comum entre os povos a crença de que sua própria sociedade é o centro da humanidade, ou mesmo a sua única expressão.

As autodenominações de diferentes grupos refletem este ponto de vista. Os Cheyene, índios das planícies norte-americanas, se autodenominavam “os entes humanos”; os Yanomami índios que habitam o Brasil e a Venezuela se denominam ser humano, e chamam os estrangeiros de napë, uma designação geral para os não yanomâmi. Os Akuáwa, grupo Tupi do Sul do Pará, consideram-se “os homens”; os esquimós também se denominam “os homens”; da mesma forma que os Navajo, povo nativo estadunidense se intitulavam “o povo”.

Os australianos chamavam as roupas que os ingleses vestiam de “peles de fantasmas”, pois não acreditavam que os ingleses fossem parte da humanidade; e os nossos índios Xavante acreditam que o seu território tribal estava situado bem no centro do mundo.

É comum assim a crença de que o próprio povo seja o povo eleito, predestinado por seres sobrenaturais, ou por Deus ou deuses para ser superior aos demais.

Tais crenças contêm o germe do racismo, da intolerância, e, frequentemente, são utilizadas para justificar a violência praticada contra os outros.

Etnocentrismo x Apatia

A reação oposta ao etnocentrismo é a apatia. Em lugar da superestima dos valores de sua própria sociedade, numa dada situação de crise os membros de uma cultura abandonam a crença nesses valores e, consequentemente, perdem a motivação que os mantém unidos e vivos. Diversos exemplos dramáticos deste tipo de comportamento anômico são encontrados em nossa própria história.

Um Exemplo: Os africanos que foram removidos violentamente de seu continente (de seu ecossistema e de seu contexto cultural) e transportados como escravos para uma terra estranha habitada por pessoas de fenotipia[1], costumes e línguas diferentes, perdiam toda a motivação de continuar vivos.

Muitos foram os suicídios praticados, e outros acabavam sendo mortos pelo mal que foi de nominado de banzo, traduzido como saudade!

O banzo é de fato uma forma de morte decorrente da apatia. Foi, também, a apatia que dizimou parte da população Kaingang de São Paulo, quando teve o seu território invadido pelos construtores da Estrada de Ferro Noroeste. Ao perceberem que os seus recursos tecnológicos, e mesmo os seus seres sobrenaturais, eram impotentes diante do poder da sociedade branca, estes índios perderam a crença em sua sociedade. Muitos abandonaram a tribo, outros simplesmente esperaram pela morte que não tardou. O etnocentrismo de um povo destrói o outro.

O Etnocentrismo deve ser abolido, pois não existe raça pura ou mesmo cultura pura ou cem por cento autóctone.

Todos os povos tomaram e tomam por empréstimo costumes de outro povo os quais se tornam tão intrinsecamente ligados que com o tempo parecem ter surgido de processo autóctone.

A esses empréstimos culturais a antropologia denomina difusão.

Os antropólogos estão convencidos de que, sem a difusão, não seria possível o grande desenvolvimento atual da humanidade. Nas primeiras décadas do século XX, duas escolas antropológicas (uma inglesa, outra alemã), denominadas difusionistas, tentaram analisar esse processo.

O erro de ambas foi o de superestimar a importância da difusão, mais flagrante no caso do difusionismo inglês que advogava a tese de que todo o processo de difusão originou-se no velho Egito.

Quando consideramos a importância das invenções simultâneas (isto é, invenções de um mesmo objeto que ocorreram em inúmeros povos de culturas diferentes situados nas mais diversas regiões do globo), não poderíamos ignorar que isso se deve à difusão cultural, ou seja alguém de uma nação ou povo diferente levou ou exportou a ideia.

Jogando o etnocentrismo por terra.

Numa época em que os Norte Americanos viviam um grande desenvolvimento material e os seus sentimentos nacionalistas os faziam crer que grande parte desse progresso era resultado de um esforço autóctone, o antropólogo Ralph Linton escreveu um admirável texto sobre o começo do dia do homem americano tendo em vista a difusão cultural dentro da cultura americana considerada até então autóctone:

O cidadão norte-americano desperta num leito (Cama) construído segundo padrão originário do Oriente Próximo, mas modificado na Europa Setentrional, antes de ser transmitido à América.

Sai debaixo de cobertas feitas de algodão cuja planta se tornou doméstica na Índia; ou de linho ou ainda de lã de carneiro domesticado no Oriente Próximo; ou de seda, cujo emprego foi descoberto na China.

Ao levantar da cama faz uso dos “mocassins/calçados” que foram inventados pelos índios das florestas do Leste dos Estados Unidos e entra no quarto de banho (banheiro) cujos aparelhos são uma mistura de invenções europeias e norte-americanas.

Tira o pijama, que é vestuário inventado na índia e lava-se com sabão que foi inventado pelos antigos gauleses, faz a barba rito masoquístico que parece provir dos sumerianos ou do antigo Egito.

Voltando ao quarto, o cidadão toma as roupas que estão sobre uma cadeira do tipo europeu meridional e veste-se.

As peças de seu vestuário têm a forma das vestes de pele originais dos nômades das estepes asiáticas; seus sapatos são feitos de peles curtidas por um processo inventado no antigo Egito e cortadas segundo um padrão proveniente das civilizações clássicas do Mediterrâneo; a tira de pano de cores vivas que amarra ao pescoço (gravata) é sobrevivência dos xales usados aos ombros pelos croatas do século XVII.

Antes de ir tomar o seu breakfast (café da manhã), ele olha a rua através da vidraça feita de vidro inventado no Egito; e, se estiver chovendo, calça galochas de borracha descobertas pelos índios da América Central e toma um guarda-chuva inventado no sudoeste da Ásia.

Seu chapéu é feito de feltro, material inventado nas estepes asiáticas.

De caminho para o breakfast, pára para comprar um jornal, pagando-o com moedas, invenção da Líbia antiga.

No restaurante, toda uma série de elementos tomados de empréstimo o espera.

O prato é feito de uma espécie de cerâmica inventada na China.

A faca é de aço, liga feita pela primeira vez na Índia do Sul; o garfo é inventado na Itália medieval; a colher vem de um original romano.

Começa o seu breakfast com uma laranja vinda do Mediterrâneo Oriental, melão da Pérsia, ou talvez uma fatia de melancia africana.

Toma café, planta abissínia, com nata e açúcar. A domesticação do gado bovino e a ideia de aproveitar o seu leite são originárias do Oriente Próximo, ao passo que o açúcar foi feito pela primeira vez na Índia.

Depois das frutas e do café vêm waffles, que são bolinhos fabricados segundo uma técnica escandinava, empregando como matéria-prima o trigo, que se tornou planta doméstica na Ásia Menor.

Rega-se os waffles com xarope de maple, inventado pelos índios das florestas do Leste dos Estados Unidos.

Como prato adicional talvez coma o ovo de uma espécie de ave domesticada na Indochina ou finas fatias de carne de um animal domesticado na Ásia Oriental, salgada e defumada por um processo desenvolvido no Norte da Europa.

Acabando de comer, nosso amigo se recosta para fumar, hábito implantado pelos índios americanos e que consome uma planta originária do Brasil; fuma cachimbo, que procede dos índios da Virgínia, ou cigarro, proveniente do México.

Se for fumante valente, pode ser que fume um charuto, transmitido à América do Norte pelas Antilhas, por intermédio da Espanha.

Enquanto fuma, lê notícias do dia, impressas em caracteres inventados pelos antigos semitas, em material inventado na China através de um processo inventado na Alemanha.

Ao inteirar-se das narrativas dos problemas estrangeiros, se for bom cidadão, conservador e religioso, agradecerá a uma divindade hebraica (YHWH), numa língua indo-europeia.

[1] Fenotipia – Características observáveis ou caracteres de um organismo ou população como, por exemplo: morfologia, desenvolvimento, propriedades bioquímicas ou fisiológicas e comportamento.

NOVA DIRETORIA DA MOCIDADE – IPRR SP.

Com a inspiração e ajuda do Espírito Santo, apresentamos a Deus e a Igreja, no dia 13 de setembro de 2015 a Nova diretoria estabelecida (UNIJOIPRE) de acordo com o Estatuto da Dinadej.

ART. 1° – a Dinadej (diretoria nacional do departamento jovem) é o órgão máximo coordenador e regulamentador do departamento de jovens na Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos, subordinada à Diretoria executiva, exercendo autoridade com base no Artigo 7° do Estatuto Social da IPRR.

ART. 2° – a Dinadej é composta de:

I – Presidente: Bárbara Virginia Pereira
II – Vice-presidente: Jean Victor Pereira
III – 1° Secretário: Mikaele Islayne Mª da Silva
IV – 2° Secretário: Nícolas Marcos Pereira
V – 1º Tesoureiro: Thayna dos Santos Silva
VI – 2º Tesoureiro: Kelvin Padovani Conceição

Mandato por tempo indeterminado.

ESTATUTO SOCIAL DA IGREJA PENTECOSTAL RENOVAÇÃO DOS REMIDOS

PREÂMBULO

Nós, membros da Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos, doravante representada pela sigla (IPRR), na pessoa do presidente fundador Pastor José Antônio de Oliveira, representante legal desta instituição religiosa, apresentamos este Estatuto Social com finalidade de garantir os direitos religiosos de nossa comunidade: conforme os dispositivos deste código e daquele em vigor – Constituição brasileira Artigo 5º inciso VI, VII e as demais Leis desta descendente, buscamos: justiça, equidade e fraternidade entre todos. Este órgão forma o capítulo deste Estatuto que assim estão:
TÍTULO I
Da denominação, finalidade, sede, foro jurídico e duração.
CAPÍTULO I
Da fundação e modo de atuação

Artigo 1º. Esta entidade denominada: Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos, fundada pelo Pastor José Antônio de Oliveira em 07 de abril de 1992, com Sede Própria em São Bernardo do Campo na Rua Almeida Leme nº 152; Parque São Bernardo, São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo, onde será também o seu foro jurídico, por tempo indeterminado de duração.
§ 1º. A SEDE MATRIZ é a central de todas as filiais e dela procederá a decisão, deliberação, controle e arquivamento da documentação contábil e da secretaria.
§ 2º. A IPRR constitui-se pessoa jurídica de direitos privados, autônoma e independente.
Artigo 2º. A IPRR é uma associação religiosa e beneficente de direitos privados sem fim econômico e atualmente se encontra em pleno funcionamento no exercício de sua atividade.
Artigo 3º. A IPRR, não faz distinção de raça, nacionalidade, cor, condição social, não se envolve nem se opõe a credos políticos.

Artigo 4º. A SEDE MATRIZ tem como finalidade:
§ 1º. Fundar Igrejas Filiais as quais serão administradas por uma diretoria local, subordinada a Diretoria Nacional da SEDE MATRIZ situada na Rua Almeida Leme nº. 154; São Bernardo do Campo Estado de São Paulo.
§ 2º. Proporcionar a Seus membros experiências progressivas inspiradas e alimentadas por nosso Senhor Jesus Cristo por meio da pregação do Evangelho e suas práticas doutrinárias.
§ 3º. Fundar Seminários, conservatórios, Simpósios, Escolas Bíblicas e Secretarias de missões e ensino cristão.
§ 4º. Atuar na recuperação de viciados e dependentes químicos e cooperar com a inclusão do homem no contexto da sociedade.
§ 5º. Promover retiros espirituais, cruzadas de evangelização e zelar pela unidade fraternal de seus membros filiados.
§ 6º. Toda filial fundada dentro e fora do território nacional deverá professar a mesma declaração doutrinal descrita abaixo.
§ 7º. Estimular os seus membros fazer a profissão doutrinaria

CAÍTULO II
Da declaração doutrinária
Artigo 5º. Todos os membros da IPRR creem:
a) Em um só Deus eternamente subsistente em três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo como demonstra o texto sagrado de Deuteronômio capítulo. 6 e versículo 4, em S. Mateus 28. 19, e em S. Marcos 12. 29.
b) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra de fé e normativa do caráter cristão, como demonstra o texto sagrado em II Timóteo capítulo. 3 e versículos do 14 ao 17; em Oséias 8.12, em Jeremias 30. 2, em Êxodo 17. 14.
c) No nascimento virginal de Jesus Cristo e sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos, em sua ascensão vitoriosa aos céus como demonstra o texto sagrado, S. Lucas capítulo. 1. e versículos do 26 ao 32; no livro do Profeta Isaías 7. 14; na carta Aos Romanos 8.34, no livro de Atos dos Apóstolos 1.9.
d) Na pecaminosidade do homem a qual o destitui da glória de Deus e que somente o arrependimento e fé em Jesus Cristo pelo poder atuante do Espírito Santo pela palavra de Deus o tornará digno do reino de Deus, por Cristo Jesus nosso Senhor, como demonstrado em S. João no capítulo 3 nos versículos de 3 ao 8, 16 e 8; na carta a Tito, no capítulo 3 nos versículos de 4 ao 6.
e) No perdão dos pecados e na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma arrependida e confessa na fé em Deus por Jesus Cristo e seu sacrifício feito a favor de todos os homens, como demonstrado nos Atos dos Apóstolos capítulo 10. Versículos 43, na carta aos Romanos nos capítulo 3, versículos 24 ao 26 13, e 10.13, na carta aos Hebreus 5, versículos 9, 7. 25.
f) Em um só batismo por imersão do corpo inteiro em água uma só vez, em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, como determinado pelo Senhor Jesus em S. Mateus capítulo 28 e Versículos 19, na carta aos Romanos 6. E Versículos do 1 ao 6, na carta aos Efésios capítulo 4. Versículos 5 ao 6, Aos Colossenses capítulo 2. Versículos 12.
g) Na necessidade de viver em santidade buscando em oração o poder regenerador e santificador do Espírito Santo o qual nos capacita como testemunha do Senhor Jesus Como salvador de todo que nele crê como demonstrado em Atos dos Apóstolos capítulo 1. Versículos 6 ao 8, 2. Versículos 32, 3. Versículos 16, 5. Versículos 32, na carta aos Hebreus 9. Versículos 14, em I Pedro 1. Versículos 15.
h) No batismo espiritual e sobrenatural com Espírito Santo, experienciado pelo homem servo de Deus em nome do Senhor Jesus Cristo com evidência do falar em outras línguas, como prometido em Atos dos Apóstolos capítulo 1 Versículos 2, 10. Versículos 44 ao 46 e 19. nos Versículos do 1 ao 7.
i) Na atualidade dos Dons espirituais, como demonstrado na carta aos Romanos, no capítulo 12. Versículos 6 e 7, 8. I Aos Coríntios 14. Vers. 6;
j) Na segunda vinda premilenar de Cristo em duas fases distintas: a primeira invisível ao mundo para arrebatar a sua igreja fiel da Terra antes da tribulação; a segunda corporal e visível com a sua igreja glorificada para reinar sobre o mundo durante mil anos, como diz a escritura na primeira carta Aos Tessalonicenses, capítulo 4. Vers. 16; e na primeira carta Aos Coríntios 15. Vers. 51 a 54; e no livro do Apocalipse Capítulo 20, Vers. 4; e em Zacarias capítulo 14. Vers. 5, também em Judas 14.
k) Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo para receber a recompensa de seu trabalho pela causa de Cristo na Terra como está escrito na 2ª carta aos Coríntios, capítulo 5 e vers. 10.
l) No juízo vindouro o qual recompensará os fiéis e punirá com a condenação eterna os infiéis de acordo com Apocalipse capítulo 20, vers. do 11 ao 15, e com Mateus 5. Vers. 22, e também com S. Lucas 16. Vers. do 24 ao 31.
m) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fieis e de tristeza e tormento para os infiéis, conforme S. Mateus capítulo 25, vers. 46, S. Lucas 13. Vers. 28, 16. vers do 19 ao 21, S. Mateus 26. Vers. 29.
Artigo 6º. A IPRR terá um regimento interno que disciplinará a conduta ética de seus membros e o procedimento operacional da gestão administrativa em todas as filiais. Para esse fim, o regimento será feito e aprovado em Assembleia Geral e nela reformado quando houver necessidade.
Artigo 7º. A IPRR terá número ilimitado de membros e tempo indeterminado de duração e poderá abrir filial em todo território nacional e no exterior.
Artigo 8º. A igreja organizará e manterá dependência que se fizer necessária regida por regulamentos específicos aprovados em Assembleia Geral.
Único: os departamentos criados serão regidos por regulamentos específicos, e um responsável será nomeado para administrar cada um deles de acordo com o interesse dos domésticos da fé.
Artigo 9º. A igreja usará todos os meios lícitos para divulgação do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo: a mídia falada e escrita, programas radiofônicos e televisivos.
I. A Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos (IPRR) deve obediência às autoridades civis e militares nos termos da Lei, sem ferir as Leis de Deus e suas doutrinas conforme está dita na carta aos Romanos capítulo 13. Vers. de 1 ao 5;
II. A IPRR deve obediência a todo Evangelho de Jesus Cristo, Bíblia Sagrada novo e velho testamento ensinando a cada membro desse corpo a obediência completa de forma voluntária e espontânea;
III. É dever da IPRR, credenciar membro e obreiro com cédula de identidade ministerial assinada pelo Presidente em gestão;
IV. A credencial de pastor, Evangelista e presbítero será expedida pela Convenção Geral das Igrejas Pentecostais Renovação dos Remidos (CONGEIPREBRAS).

TÍTULO – II
Da admissão e exclusão dos membros
CAPÍTULO – II
Dos diretos e deveres individuais

Artigo 10. A pessoa inteiramente incapaz, não terá direito nem deveres, e somente poderá ser batizada nas águas para fazer parte do corpo de membros da igreja, com autorização verbal ou escrita de um dos pais ou de um representante legal.
Artigo 11. O membro da IPRR (Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos) será admitido nos termos seguintes:
I. Se convertido e obediente às doutrinas ensinadas e mantiverem um bom testemunho dentro e fora da Igreja e respeito à hierarquia superior – a diretoria executiva e ao corpo episcopal em sua liderança;
II. Após ser batizado nas águas por imersão conforme o ensinamento das Sagradas Escrituras.
§ 1º. O membro só terá direito de ser batizado nas águas quando abandonar os vícios; não for mais dependente químico, não praticar infidelidade conjugal nem praticar sexo ilícito para o Cristão como zoofilia, homossexualismo masculino e feminino, fornicação e prostituição como descreve a primeira carta do Apóstolo São Paulo Aos Coríntios capítulo 07 versículo 02, e agressão física comprovada por um laudo competente;
§ 2º. Quando fizer pública profissão de fé em Nosso Senhor Jesus Cristo recebendo-o em seu coração como único e suficiente salvador de sua alma imortal por meio da fé na morte de cruz no Monte Calvário segundo as escrituras sagradas.
§ 3º. Quando recebido de outra denominação e aceitar a confissão doutrinária da IPRR, as normas estatutárias e as regimentares desta Igreja – (IPRR).
Artigo 12. Dar-se-á o desligamento ou exclusão do membro quando:
I. Praticar sexo ilícito para o Cristão como: infidelidade conjugal, zoofilia, homossexualismo masculino e feminino, fornicação e prostituição como descreve a primeira carta do Apóstolo São Paulo Aos Coríntios capítulo 07 versículo 02, e agressão física comprovada por um laudo competente;
II. Cometer infidelidade conjugal;
III. Cometer crime previsto na Lei;
IV. Abandonar as atividades religiosas da IPRR por um período igual ou superior a seis meses;
V. Entrar em óbito;
VI. Por motivo de mudança;
VII. Por incompatibilidade com a administração da Igreja cabendo a esta pele conselho de ministros decidir quando cabe ao solicitante o direito à carta de recomendação;
VIII. Por vontade própria, solicitar desligamento do rol de membro.
IX. Por exclusão.
Único: o pedido de desligamento não exclui nem isenta o membro de suas obrigações e prestação de contas de objetos ou valores sob sua guarda.

Artigo 13. Compete a IPRR, mediante decisão da Assembleia Geral ou da Diretoria em gestão caçar nos termos legais, os direitos administrativos, eclesiásticos, cerimoniais e participação da Santa Ceia do Senhor, uso da palavra em celebração religiosa e integrar grupos de atividade de adoração quando:
I. Houver quebra do ato constitutivo e não couber recurso;
II. Houver quebra do Regimento interno sem consultar outros diretores;
III. Quando houver evidência de que o bom nome desta instituição foi a dano moral.
TÍTULO III
Do governo eclesiástico
CAPÍTULO – III
Da admissão de pastores e ministros

Artigo 14. Os pastores, Evangelistas e Presbíteros, serão admitidos mediante as condições favoráveis apresentadas em um atestado de antecedente criminal solicitado para esse fim, com data recente, inferior ou igual a 90 (noventa) dias.
Artigo 15. O oficio do pastor e seus auxiliares consagrados fora das diretrizes da IPRR; serão reconhecidos mediante requalificação mensurada pelo CODEC, (Coordenação de Desenvolvimento Eclesiástico da IPRR).
Artigo 16. A admissão do aspirante ao ministério da palavra de Deus na Igreja: pastor, evangelista, presbítero, diácono, cantores, bem como o membro, todos deverão apresentar Certidão de casamento civil ou Certidão de nascimento como comprovante de legitimidade de seu estado civil.
Único: não será aceito contrato de união estável para substituir Certidão de casamento Civil.

CAPÍTULO IV
Da acusação

Artigo 17. Quando couber, a diretoria nomear uma junta de pastores, ou uma comissão processante para fazer o levantamento de pareceres que se fizer necessário ao julgamento dos atos de desinteligência entre os membros nos seguintes termos:
§ 1º. A Diretoria examinará o parecer da comissão processante para declarar o resultado da votação em escrutínio secreto sem o qual não haverá culpado;
§ 2º. O acusado de qualquer acusação deverá apresentar a defesa verbal no prazo de dez dias;
§ 3º. Nos casos em que o julgamento favorecer a afirmação da culpa, o acusado terá cinco dias para entrar com a defesa;
§ 4º. A Diretoria terá prazo de dez dias para julgar e votar em escrutínio secreto e se houver empate caberá o voto de minerva;
§ 5º. O resultado final será publicado em quadro de aviso.

CAPÍTULO V
Da perda do mandato em congregação filial

Artigo 18. Os administradores perderão seus mandatos nos seguintes termos:
I. Por renúncia ou abandono;
II. Por exclusão;
III. Por falecimento;
IV. Por acusação dos delitos prescritos no Artigo 13. I, II, e o III;
V. O presidente nomeará uma comissão processante dentre os membros da Diretoria os quais buscaram provas contundentes que fundamentem ou não o processo em questão, num prazo máximo de quarenta e cinco dias;
Único: o afastamento de qualquer cargo ou função se dará em legítima defesa do bom nome da IPRR e em circunstância na qual a culpa possa ser provada.
Artigo 19. Caberá a Diretoria:
I. Comissionar averiguações que fundamentem as acusações no prazo de quarenta e cinco dias;
II. Prorrogar o prazo nos seguintes termos: impossibilidades técnicas e de força maior, caso o trabalho não seja concluído no prazo legal.
Artigo 20. O envolvido em qualquer acusação terá:
I. Amplo direito de defesa a qual poderá ser feita de forma verbal ou neste caso tomado por termo, por escrito e apresentado a Diretoria da IPRR no prazo de dez dias depois de notificado a acusação;
II. Direito de apresentar recurso no prazo de quinze dias;
§ 1º. A Diretoria terá prazo de quinze dias para julgar e votar em escrutínio secreto. Havendo empate caberá o voto de minerva;
§ 2º. O resultado final será publicado em quadro de aviso no salão de reunião dos membros da IPRR;
§ 3º. Confirmada a culpa e a perda do mandato esta será declarada numa Assembleia Geral Extraordinária.
CAPÍTULO VI
Da responsabilidade pessoal

Artigo 21. Os membros não responderão subsidiariamente nem solidariamente pelas obrigações sociais da IPRR.
Único: É vedado no púlpito da Igreja tanto na SEDE MATRIZ como em suas filiais, a menção do nome da pessoa ou de instituições de forma a expor à ultraje, mesmo não havendo intenção difamatória. A quebra deste código é de inteira responsabilidade do infrator. O membro que cometer essa infração assumirá a responsabilidade completa pelo desacato a autoridade e às Leis, respondendo com seus bens particulares por ônus gerados por certas e determinadas relações de obrigações.
I. O membro em comunhão plena e inteiramente capaz terá direito a voz e voto nos termos legais;
II. Terá direito a votar e ser votado se apto para o exercício da função ou do cargo;
III. Terá direito à informação.
Artigo 22. Todos os trabalhos missionários da IPRR deverão ser aprovados pela Diretoria da SEDE MATRIZ, sendo apresentados primeiramente ao presidente e este aos demais membros do ministério em reunião geral.
Artigo 23. É dever de todos os membros:
I. Fazer declaração verbal de aceitação das normas estatutárias e doutrinárias em vigor;
II. Não pleitear em juízo ou fora dele qualquer indenização por trabalho voluntário (espontaneamente) doado a instituição;
III. Contribuir voluntariamente com dízimos e ofertas para manutenção dos fins desta instituição religiosa;
IV. Prestar esclarecimento de assuntos e questões nos quais se achar envolvido;
V. Devolver à secretaria sua carteira de identidade ministerial no momento de seu desligamento do ministério.
TÍTULO IV
Do contrato em comodato
CAPÍTULO VII
Do domicilio em dependência da igreja

Artigo 24. O comodato em dependência de qualquer imóvel do ministério é:
§ 1º. De no prazo máximo de 01 (um) ano, podendo ser renovado de acordo com convencionado entre as partes – comodante e comodatário;
§ 2º. A celebração do contrato em comodato implicar na celebração verbal ou escrita de um contrato de adesão ao trabalho voluntário. Quando houver necessidade, o contrato em comodato será celebrado na presença de testemunhas.
§ 3º. O contrato em comodato é:
I. Voluntário;
II. Empréstimo em comodato;
III. O comodante não é empregador;
IV. O comodatário não é empregado do comodante;
V. Intransferível.
TÍTULO V
Dos poderes constitutivos

CAPÍTULO VIII
Dos órgãos diretivos

Artigo 25. São órgãos diretivos da IPRR:
I. As Assembleias;
II. A diretoria;
III. O conselho fiscal;
IV. E a Convenção Geral, (CONGIPRERBRAS).
Artigo 26. Haverá três tipos de Assembleias na IPRR, e se reunirá na SEDE MATRIZ:
§ 1º. AGO (Assembleia Geral Ordinária) se reunirá em data específica, de três em três anos para:
I. Eleger administradores;
II. Destituir administradores;
III. Alterar Estatuto e Regimento Interno;
IV. Tomar ciência do inventário patrimonial;
V. Tomar ciência dos relatórios da Secretaria de finança e da secretaria de missões;
VI. Tomar outras providências.
§ 2º. A convocação será feita pelo presidente por Edital com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência;
§ 3º. Para deliberar o parágrafo primeiro, com a presença de 1/3 (um terço) de seus membros ativos em primeira convocação, e em segunda convocação com os membros presentes em qualquer número;
§ 4º. AGE (Assembleia Geral extraordinária) se reunirá em qualquer data convencionada para:
I. Apreciar, aprovar ou rejeitar o relatório da tesouraria;
II. Eleger administradores em caso de vacância nos cargos da diretoria;
III. Tratar de assunto de repercussão e interesse geral omissos neste Estatuto;
IV. Destituir administrador.
Único: para instituir, destituir administrador ou alterar Estatuto e Regimento Interno em primeira convocação, será necessária a presença da maioria absoluta dos membros em comunhão, ou em segunda convocação não poderá deliberar com menos de 1/3 (um terço) dos membros em comunhão.
Artigo 27. Da AC (Assembleia Convencional) segue-se que: Reunir-se-á quando se fizer necessário, de forma ordinária ou extraordinária em qual quer Município ou Estado da federação brasileira para:
I. Disciplinar o comportamento moral e ético de seus filiados;
II. Referendar autonomia de campo missionário;
III. Homologar a posse de presidente de campos autônomos;
IV. Apreciar reforma do Regimento interno e atos normativos;
V. Aprovar ou não aquisição ou venda de bens patrimoniais;
VI. Consagrar candidatos aprovados ao ministério da palavra de Deus na Igreja a que for designado;
VII. Receber ou não outros ministros portando cargos na hierarquia ministerial;
§ 1º. A Assembleia Convencional delibera em primeira convocação com 2/3 (dois terços) dos membros presentes e em segunda convocação com 1/3 (um terço), podendo esta presença ser confirmada via correio ou correio eletrônico, o silêncio implica em estar de acordo ou consentir com revelia.
§ 2º. Poderão participar da (AC) Bispos, Pastores, Evangelistas, Presbíteros e Missionários devidamente credenciados e em dia com suas obrigações financeiras na tesouraria da Convenção.
§3º. Todas as congregações filiais e seus delegados deverão comparecer nas convenções convocadas pela SEDE MATRIZ.
Artigo 28. Para ocupar cargos na diretoria e exercer cargos administrativos segue esta norma:
Único: Para ocupar o cargo de Presidente, seus respectivos substitutos o candidato deverá ser: Pastor, Evangelista ou presbítero, e na falta desse obreiro, o Conselho ministerial procederá à ordenação episcopal da pessoa competente para ocupar o referido cargo.
Artigo 29. A IPRR (Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos) Terá convenção própria, denominada CONVENÇÃO GERAL DAS IGREJAS PENTECOSTAIS RENOVAÇÃO DOS REMIDOS NO BRASIL, com a sigla: (CONGIPRERBRAS) e a ela subordinado todo corpo episcopal e igreja com o mesmo nome.
§ 1º. Esta Convenção será regida por estatuto próprio, e será órgão máximo entre as igrejas com o mesmo nome e outras nela inscritas, mediante a reforma de seus estatutos para não colidir com o Estatuto da Convenção.
§ 2º. As igrejas e obreiros membros dessa Convenção contribuirão financeiramente de modo voluntario e responsável para a manutenção e cumprimento de suas finalidades.
§ 3º. As contribuições previstas no parágrafo § 2º deste artigo terão seus valores votados em Assembleia Convencional.
§ 4º. Todos os obreiros filiados à IPRR serão inscritos nesta Convenção.
CAPÍTULO IX
Da administração

Artigo 30. A Igreja será administrada por uma diretoria composta de:
I. Presidente;
II. Vice-presidente;
III. Primeiro Secretário;
IV. Segundo Secretário;
V. Primeiro Tesoureiro;
VI. Segundo Tesoureiro;
VII. E um conselho Fiscal composto de três membros titulares e um suplente, todos eleitos em Assembleia Geral para exercerem um mandato de três (03) anos.
Artigo 31. O mandato do presidente fundador da IPRR SEDE MATRIZ está assegurado nos termos seguintes:
I. Pelo tempo em sua vida se mantiver digna e honesta diante de Deus, da sociedade e das autoridades constituídas;
II. A sucessão do presidente nacional da IPRR segue:
§ 1º. O sucessor do presidente fundador será eleito em Assembleia Geral ou por ela recomendado para mandatos posteriores de acordo com sua dignidade;
§ 2º. O presidente eleito na SEDE MATRIZ em São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo será também presidente da Convenção e de cada Filial de CNPJ diferente, não necessitando para isso de ser eleito na Assembleia Geral realizada na filial;
§ 3º. Em caso de falecimento o vice-presidente assume em caráter precário e procederá a convocação da AGE no prazo de 90 (noventa) dias para validar ou não seu mandato ou eleger um vice-presidente;
Artigo 32. A extensão do campo missionário por Igrejas Filiais da SEDE MATRIZ será administrada obedecendo a essa diretriz:
I. Um Pastor regional – Estado;
II. Um pastor setorial – Município;
III. Um pastor local – Bairros;
IV. Os poderes dos cargos acima serão outorgados por decisões da diretoria Nacional em Assembleia Geral, nos termos desse estatuto;
V. Cada congregação constituída de CNPJ MF será subordinada a SEDE MATRIZ em São Bernardo do Campo São Paulo.
Único: Todos os poderes legais serão outorgados por procuração pela Diretoria Nacional, e os pedidos serão apresentados ao presidente, com no mínimo 90 (noventa) dias de antecedência da convocação feito pelo edital.

CAPÍTULO X
Da competência da diretoria na filial

Artigo 33. A diretoria da Filial no campo missionário é vedado, exceto se autorizados por procuração outorgada pelo presidente da Diretoria Nacional:
I. Lavrar Atas, fazer ofício ou estatuto e registrar em cartório;
II. Comprar ou vender bens móveis e imóveis sem prévia autorização por escrito da diretoria;
III. Consagrar obreiro sem autorização por escrito exceto Presbítero e Diácono;
IV. Dar posse a vice-presidente na filial;
Usar valores sob sua guarda para uso pessoal;
Artigo 34. A Igreja Filial compete:
I. Prestar contas por meio de relatórios até o dia 10 (dez) de cada mês.
II. Arquivar por 5 (cinco) anos todos os documentos fiscais e da secretária, e remeter para a SEDE MATRIZ os valores não autorizados no prazo de 10 (dez) dias.
III. Apresentar-se ou fazer-se representar nas Assembleias e reuniões por meio de procuração outorgada a um representante aclamado em reunião solene (culto divino) especialmente convocada para este fim.
Único: a autorização de que trata o inciso I do Artigo 32 far-se-á por escrito remetido pelos meios de comunicação disponível.
Artigo 35. As atividades dos diretores são:
I. Inteiramente gratuita e voluntária;
§ 1º. É vedada a distribuição de lucro ou dividendo ou quais quer outras vantagens a dirigente de igreja.
§ 2º. Quando a serviço da obra missionária, poderá ser oferecido o sustento ministerial para o exercício do seu ministério, num valor equivalente aos frutos produzidos.
§ 3º. O sustento ministerial do pastor presidente será mantido em caso de falecimento à sua viúva no valor de 50% da prebenda quando se tratar de obreiro servindo por tempo integral.
§ 4º. Quanto ao ser oferecido o sustento ministerial ao dirigente de Igreja Filial, só serão percebidos pelo tempo em que prestarem o serviço eclesiástico por tempo integral.
§ 5º. A Igreja somente se responsabilizará por obreiros no campo missionário para manter o sustento ministerial, quando for submetido e aprovado em Assembleia Geral.

CAPÍTULO XI
Da Competência da Diretoria Executiva

Artigo 36. Compete ao Presidente:
I. Pastorear a SEDE MATRIZ e supervisionar o campo missionário e presidir a (CONGIPRERBRAS) Convenção Geral das Igrejas Pentecostais Renovação dos Remidos no Brasil;
II. Assinar cheques e recibos em conjunto com o primeiro tesoureiro, retirar dinheiro em estabelecimento bancário, assinar escrituras e contratos e outros documentos oficiais da igreja;
III. Outorgar procuração a quem por direito para prática de atos específicos com poderes definidos e limites de condições e prazo estabelecido para o bem cumprir dos trabalhos missionários de obreiros líderes em campo de missão;
IV. Alterar a escala de obreiro em exercício no campo missionário levando depois ao conhecimento dos outros diretores;
V. Admitir e demitir contratados para prestarem serviço temporário;
VI. Dar o voto de Minerva nas reuniões e Assembleias Gerais;
VII. Ministrar ensino da palavra de Deus, celebrar santa ceia, batismo em água e demais ofícios litúrgicos como casamento religioso com efeito civil;
VIII. Cassar a palavra de oradores em ocasião nas quais a dignidade humana for ameaçada pelo discurso bem intencionado;
IX. Fazer nomeação ou exoneração por período igual ou inferior a doze meses.
X. A administração desta instituição caberá ao Presidente Nacional e ao 1º Tesoureiro;
a) Ambos em conjunto terão poderes e atribuições, para representar a Igreja ativa ou passivamente em juízo ou fora dele; perante terceiros, perante os poderes públicos do país no qual a instituição está situada, imbuídos de todos os poderes legais para comprar, vender, e ainda confessar, renunciar a direitos, transigir, acordar e estabelecer.
b) Assinar qualquer documento mesmo quando importem em responsabilidade ou obrigação da instituição, incluindo escrituras e contratos, títulos de dívidas, cambiais, cheques, ordem de pagamento e outros atos necessários ao alcance do objetivo da instituição.
c) É vedado, o uso do nome desta denominação religiosa em atividades estranhas aos seus interesses – da Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos, ou assumir obrigações, avais, endossos, fianças seja em favor de qualquer dos diretores, membros ou terceiros.
d) Os administradores competentes só poderão contrair dívida e penhorar, alienar e hipotecar bens da instituição em garantia de empréstimos e financiamentos de interesse da Instituição com aprovação dos membros através de ata aprovada em Assembleia e Registrado em Cartório.
Artigo 37. Compete ao vice-presidente:
Substituir o presidente em seus impedimentos ocasionais e representa-lo juridicamente, por meio de procuração.
Artigo 38. Compete ao primeiro Secretário:
I. Secretariar as reuniões e redigir as atas trazendo toda escrituração em ordem;
II. Elaborar relatórios das atividades ministeriais e manter em dia o fichário da igreja;
III. Cuidar da correspondência e confeccionar cédulas de identidade de membros e ministros;
IV. Convocar a Assembleia Geral por determinação do presidente nacional, para eleger administradores quando houver vacância nos cargos administrativos;
V. Expedir certificado de ordenação de obreiro, de batismo, de apresentação de criança, de participação em seminário e assiná-los juntamente com o presidente e titulado.

Artigo 39. Compete ao Segundo Secretário:
Substituir o primeiro secretário em seus impedimentos ocasionais.
Artigo 40. Compete ao Primeiro Tesoureiro:
I. Arrecadar e contabilizar as contribuições dos membros e demais rendas de quaisquer espécies mantendo as contribuições comprovadas por meio de boletos de entrada;
II. Pagar as contas exigir nota fiscal e recibos;
III. Autorizar as despesas com o consentimento do presidente;
IV. Arquivar documentos pelo prazo legal;
V. Apresentar relatório financeiro sempre que for solicitado e em Assembleia Geral submetê-las a aprovação;
VI. Outorgar procuração assinada em conjunto com o presidente para exercer os mesmos poderes deste.
Artigo 41. A procuração outorgada pelo presidente e pelo primeiro tesoureiro pode ser caçada a qualquer tempo ou perderá seu efeito no encerramento do mandato do outorgado.
Artigo 42. Compete ao Segundo Tesoureiro:
Substituir o Primeiro Tesoureiro em seus impedimentos ocasionais, nos termos do artigo 39, parágrafo Único.

CAPÍTULO XII
Do Conselho Fiscal

Artigo 43. O conselho Fiscal compõe-se de três membros titulares, e um suplente, todos eleitos pela Assembleia Geral juntamente com a Diretoria Executiva os quais terão mandato de 03 (três) anos com as seguintes atribuições:
I. Examinar a escrituração dos livros da tesouraria e talões de cheques;
II. Fiscalizar aplicação de quantias;
III. Sugerir medidas que julguem convenientes para o progresso econômico da Igreja;
IV. Examinar parecer sobre orçamento da Igreja;
V. Opinar sobre balancetes, balanços anuais e despesa extraordinária;
VI. Solicitar esclarecimento sobre despesa extraordinária;
VII. Emitir um relatório com parecer referente ao seu trabalho de fiscalização e arquivar esses documentos de forma organizada;
VIII. Comunicar numa reunião específica com a Diretoria os casos de irregularidade evidente em sua fiscalização;
§ 1º. O conselho fiscal se reunirá quando houver motivo ou por convocação de seus membros, e por convocação da Diretoria Executiva deliberado por maioria de votos dos interessados em sua convocação;
§ 2º. Em caso de impedimento ocasional, o suplente substituirá o membro titular;
§ 3º. O Conselho Fiscal prestará serviço voluntário e gratuito, sem qualquer espécie de remuneração.
Artigo 44. O presidente Nacional nomeará o seu representante na mesa, por ocasião das reuniões do Conselho Fiscal.

TÍTULO VI
Do patrimônio e sua finalidade
CAPÍTULO XIII
Da receita e despesa ministerial

Artigo 45. O patrimônio da IPRR (Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos), não pode ser dilapidado nem reclamado em juízo ou fora dele.
I. Todo o patrimônio da IPRR (Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos) deverá ser aplicado dentro do território nacional;
II. As doações são absolutamente voluntárias como seus doadores, e serão destinadas à realização e manutenção dos fins dessa instituição religiosa. Por isso, essas doações não serão objeto de devolução, nem mesmo os bens que por meio delas sejam adquiridos e alienados ao patrimônio da Igreja.
Único. Os voluntários doadores e contribuintes, não participarão do remanescente em caso de extinção.

CAPÍTULO XIV
Das disposições gerais

Artigo 46. A IPRR será dissolvida quando se tornar impossível o funcionamento das suas atividades. Esta dissolução poderá acontecer por decisão da Assembleia Geral, especificamente convocada para este fim.
Único. Extinta a igreja, pago os seus compromissos, o remanescente se reverterá em beneficio de uma obra congênere com sede e atividade nesta cidade de São Bernardo do Campo, a juízo da Assembleia Geral com 2/3 (dois terços) dos membros presentes ou com 1/3 (um terço) em convocações posteriores, para decidir seu encerramento.
Artigo 47. Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos à parte, pela Diretoria Executiva e referendados em Assembleia Geral.
Artigo 48. Em caso de cisão por qualquer motivo, o patrimônio da IPRR (Igreja Pentecostal Renovação dos Remidos) pertencerá a Sede Matriz para uso do remanescente que se mantiver fiel ao Estatuto Social, e ao Regimento interno da Igreja.
Artigo 49. Nenhum membro deste ministério, ou dirigente de congregação filial estão autorizados a contrair dívida em nome da IPRR, sem prévia autorização por escrito, assinada pela Diretoria.

Artigo 50. O presente Estatuto pode ser reformado a qual quer tempo em parte a juízo da Assembleia Geral, especialmente convocada para este fim.
Artigo 51. O presente Estatuto entra em vigor na data da sua aprovação pela Assembleia Geral 05 de maio de 2013.
Artigo 52. As recomendações eclesiásticas e ministeriais que disciplinam a ordem interna da igreja se encontram no Regimento Interno feito e aprovado em Assembleia Geral.

São Bernardo do Campo 05de maio de 2013.

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Dra. Adélia Maria de Sousa
OAB SP Nº. 141.279

Explicando o Kairós

Pastor Luiz Antonio

Explicando o Kairós.

Nas Escrituras o tempo é um dom (presente) de Deus aos homens e uma oportunidade a ser usada sob a direção do Espírito Santo.

A palavra aparece mais de quinhentas vezes nas Escrituras. Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e Kairós.

Chronos refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, que pode ser medido, Kairós refere-se a um momento indeterminado no tempo, em que algo especial acontece. Em relação a nós podemos dizer que Kairós é o momento em que Deus realiza sua vontade; em Teologia, é “o tempo de Deus”.

Devemos administrar bem o tempo para realizar aquelas coisas que estão de acordo com os propósitos de Deus. Na visão moderna tempo é como um produto que pode ser eficaz ou ineficazmente usado, disputado, administrado, economizado, perdido ou até convertido em dinheiro.

No entanto, “Kairós” “tempo de Deus”, deve ser aguardado por nós sem ansiedade, pois a seu tempo o Senhor realizará todo o seu propósito em nossas vidas. Nossa vida é limitada e permeada pelo tempo “Cronos,” enquanto aguardamos “Kairós tempo de Deus”. O tempo “chronos” nos obriga a sermos objetivos, rápidos e muitas vezes até impacientes, pois o relógio não para. Já preguei algumas vezes sobre este tema e percebi que muitos e até obreiros fazem confusão entre “eternidade” e “Kairós”.

Kairós é uma palavra da língua grega antiga que significa “o momento oportuno”, “certo” ou “supremo”.

Na mitologia, Kairós é filho de Chronos (Deus do tempo e das estações).

Na Filosofia e na Mitologia grega e romana, Kairós é a experiência do momento oportuno. Os pitagóricos o tinham como “Oportunidade”.

Na disciplina Retórica, Kairós caracterizava “o momento fugaz em que uma oportunidade/abertura se apresentava e devia ser encarada com força e destreza para que o sucesso fosse alcançado”.

Enquanto o chronos é de natureza quantitativa, descrevendo o “tempo dos homens”, Kairós possui natureza qualitativa sendo usado também em teologia para descrever o “tempo de Deus”, mas não tempo no qual Deus existe, pois Deus existe fora do tempo e espaço, Kairós descreve o momento em que Deus realiza algo!

Kairós é um momento indeterminado no tempo cronológico em que algo especial acontece, é a experiência do momento oportuno. Kairós não pode ser medido, Kairós é para ser vivido.

Kairós não pode ser confundido com eternidade, primeiro porque eternidade não é tempo. Ao contrário de se pensar em Kairós como tempo de Deus e portanto eternidade como muitos fazem, deve-se ver o tempo Kairós como “o momento oportuno” em que Deus realiza seu plano em nossas vidas. O tempo deve ser visto como uma fenda na eternidade que veio a existir em um dado momento enquanto eternidade é algo sem princípio nem fim.

Sem título-1

No monoteísmo, Kairós e Aevum (Eternidade) passam a ser atributos do Deus único, recolhendo ideias precedentes da filosofia clássica grega.

Caro obreiro ou aspirante ao ministério fique no salmo 40 enquanto permites ao Espírito Santo preparar-te através dos anos para a renhida batalha da fé!

O ministério deve acontecer em nossas vidas no tempo de Deus e nunca no nosso!

Deus o abençoe. Continue lendo o “Livro de Deus”, orando e jejuando que em breve ELE passará por ti e te chamará para as fileiras dos valentes obreiros do Senhor.

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Os antigos hebreus (descendiam de Éber, ou עברים, ʿIvrim hebraico transliterado) foram um povo semítico da região do Levante, localizado no Oriente Médio.

O nome “hebreus” vem do hebraico “Ivrim”, que significa “descendentes de Héber”. O livro de Gênesis, capítulo 10, a partir do versículo 21 diz que Noé gerou a Sem; este gerou a Arfaxade, que gerou Salá, que gerou HÉBER; este gerou a Pelegue, que gerou Reú, que gerou Serugue, que gerou Naor, que gerou Terá, que então gerou a Abrão (que significa “pai exaltado, mais tarde tendo seu nome mudado pra Abraão (que significa “pai de muitas nações), sendo este considerado o patriarca do povo de Israel.

Judeus, Israelitas ou Hebreus?

Na verdade os três termos correspondem ao mesmo povo. Hebreus, israelitas e judeus são nomes dados ao povo que na Bíblia é descrito como povo “escolhido de Deus”.

Hebreus: É o nome que se aplica a Abraão e seus descendentes. Abraão Abraão é o patriarca desse povo, e a primeira pessoa na Bíblia a ser chamada de hebreu.

“Porém veio um, que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu…” (Gn 14. 13).

O povo de Deus era conhecido como Hebreus desde Abraão até o momento em que Deus mudou o nome de Jacó, filho de Isaque para Israel.

Israelitas: Após o encontro de Jacó, filho de Isaque, com Deus, Este lhe mudou o nome para Israel, e a partir daí esse povo também começou a ser chamado de israelitas. Isso se deu com os descendentes dos 12 filhos de Israel (Jacó), que geraram as 12 tribos de Israel. Até aqui existem dois nomes para o mesmo povo (hebreus e israelitas).

Judeus: Muito tempo se passou e depois que o povo (hebreu/israelita) voltou do cativeiro, a maioria dos que voltaram era da tribo de Judá, e começaram a chamar esse povo de judeus.

O termo “judeus” também designa os seguidores do judaísmo (religião).

Hoje, os descendentes que ainda restam desse povo são comumente chamados de judeus. Os nomes hebreus e israelitas são pouco usados em nosso tempo.

Sobre pastores e lobos.

Sobre Pastores e Lobos
Sobre Pastores e Lobos

Sobre pastores e lobos

Pastores e lobos têm algo em comum: ambos gostam de ovelhas, e vivem perto delas.
Hoje em dia, pastores e lobos nos deixam um pouco confusos para saber quem é quem.
Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Mas o Espírito Santo nos ajuda a ver que parecem ovelhas, mas são lobos.

E eles têm algumas diferenças básicas:

1. Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
2. Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
3. Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
4. Pastores choram por suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
5. Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
6. Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
7. Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
8. Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
9. Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
10. Pastores se entusiasmam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
11. Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
12. Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
13. Pastores ensinam com a vida, lobos com discursos.
14. Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
15. Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
16. Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
17. Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
18. Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
19. Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
20. Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
21. Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
22. Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
23. Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
24. Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
25. Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
26. Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
27. Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
28. Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
29. Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
30. Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
31. Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
32. Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
33. Pastores têm talentos e dons, lobos têm cargos e títulos.
34. Pastores dirigem igrejas, lobos dirigem empresas.
35. Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
36. Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.

Transcrito da revista ENFOQUE GOSPEL, edição 54, não mais publicada.
Autor: Osmar Ludovico da Silva

Os Verdadeiros filhos de Deus

O que é teologia - Teologia Sistemática - Teologia

“E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.” (Marcos 14: 36).
O tema desse artigo é “os filhos de Deus”. No título, porém, coloquei de propósito o adjetivo “verdadeiros”, para diferenciar dos falsos filhos que Deus tem.
Entre as dezenas de títulos que o Livro Santo emprega para a pessoa de Deus, encontramos um que quero destacar aqui, junto com o nome pessoal de Deus.
Elohim é identificado na teologia como o nome de DEUS CRIADOR e enquanto criador ele é pai de todos os homens.
Porém quando avaliamos Deus na perspectiva do seu nome próprio YHWH (YAHWEH) ele é o Deus Salvador e desse modo tem poucos filhos, visto que para ser filho de Deus conforme a teologia Joanina é preciso receber um poder especial que só o nome de YESHUA (JESUS) pode dar.
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. João 1,11-13.

Desse modo concluímos que Deus tem filhos realmente regenerados que procuram fazer toda a sua vontade, mas também tem filhos nominais que vivem conforme sua própria vontade, não sendo guiados pelo (RUACH HAKODESH) o Espírito de Santidade ou o Espírito Santo como é mais conhecido. Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Rom. 8,14.
De fato Deus tem somente um filho: Jesus. Todos nós podemos nos tornar filhos caso aceitemos o único filho de Deus como nosso Salvador recebendo assim como João explicou em seu Evangelho o poder de sermos feitos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo.

A filiação de Deus é exclusividade de Jesus, e de mais ninguém. A expressão do salmo 2,7 …”Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.” Se refere a Jesus não a nós.

Somente Jesus tem o direito de usar a expressão “Aba, Pai”! E é claro que o Mestre quis nos dizer alguma coisa além do texto corrente de (Marcos 14: 36).

Se a palavra aramaica ABBA literalmente significa PAI, por que Jesus disse Aba Pai? Não poderia ter dito simplesmente ABBA, ou simplesmente Pai? Em vez disso usou uma aliteração, dizendo “Aba, Pai”! Então eu penso que Jesus quis dizer mais do que está escrito!

Na Escritura aos Romanos 8,15 está dito: Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
A expressão “Aba Pai” era usada por judeus e isso somente quando ambos os pais de um filho eram judeus. Esta expressão não podia ser usada se a mãe fosse escrava, ou seja, “Aba Pai” indica uma filiação legitima de linhagem pura.
“Aba Pai” é um termo teológico usado pelo próprio Jesus para indicar seu relacionamento com o Pai. E quando clama nos seus momentos finais “Aba, Pai”, ele está dizendo: Senhor, eu sou teu filho legítimo, por favor, socorre-me! Não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.
Eu e você não tínhamos o direito de usar esta expressão, por isso Paulo quando escreve aos romanos diz: …” não recebestes o espírito de escravidão… mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
Concluindo que somente pelo ministério do (RUACH HAKODESH) Espírito Santo podemos nos transformar de escravos do diabo (espírito de escravidão) quando não tínhamos direito a esta filiação em “verdadeiros filhos de Deus” que podem clamar “ABA PAI”.
Shalom Ahemáh (paz e prosperidade) meu irmão; em Cristo você tem direito de ser filho de Deus. Mas você que ainda não aceitou a Jesus como Salvador precisa fazê-lo depressa para que também tenha direito à herança dos filhos de Deus: a Salvação.

A ÁGUIA E A RENOVAÇÃO – Pastor Luiz Antonio

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A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas. O bico alongado e pontiagudo se curva, As asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas apontam contra o peito, e voar nessas condições fica difícil!
Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente cinco meses depois sai para o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
E você amigo e irmão, estas vivendo este dilema agora mesmo enquanto lês este artigo? Estas precisando de uma renovação? Toda mudança é desconfortável, mas em certos momentos de nossa vida mudanças são necessárias, na fé, no trabalho, no casamento etc. Você não pode continuar na mesmice, atreva-se a mudar! A maior burrice é esperar resultados novos fazendo as mesmas coisas! Tome uma atitude de águia e renove-se, para a vida, trabalho, casamento, família! Deus espera isso de você. “Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. (Isaías 40 : 31)”. Shalon Ahemáh – Paz e prosperidade a todos.