Teologia

O que é teologia - Teologia Sistemática - Teologia

Teologia é um termo que vem do grego THEOS significando Deus, e LOGOS = “palavra”). No sentido literal é o estudo sobre DEUS ou deuses. A origem histórica desse termo nos remete à Hélade, (Grécia Antiga). Esta palavra era utilizada inicialmente para descrever o trabalho de muitos poetas, que tentavam dar uma noção de como eram os deuses. Os teólogos na Hélade eram os que faziam poesias sobre os deuses e sobre seus feitos, suas virtudes, suas emoções, sua vida particular e também seus vícios e erros, já que os deuses gregos eram deuses antropomórficos (com forma e emoções humanas). Entretanto, não era uma análise sobre os deuses e, sim, uma narração dos feitos deles que se pareciam com os feitos humanos. Somente na Idade Medieval – a Idade das Trevas – é que o termo deixou de lado o conceito poético e passou a ser considerado como assunto de inquirição existencial e filosófica. O termo “Teologia” com o tempo sofreu evolução, e passou a ser considerado o estudo das manifestações sociais de grupos em relação às divindades, de sorte que cada fé tem sua teologia própria. Como não é possível estudar Deus diretamente, como sugere o termo “Teologia, estudo de Deus”, a definição mais coerente que se pode dar ao termo é que a teologia tenta observar e estudar não Deus propriamente mas as representações sociais de Deus ou daquilo que se refere a Ele nas mais variadas culturas. No cristianismo, o estudo da teologia se dá a partir da Bíblia. O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo “A República”, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia de sua época. Mais tarde, Aristóteles também empregou o termo em numerosas ocasiões. M. Terêncio Varrão, apresenta três tipos de teologia: a mítica, a política e a natural. Santo Agostinho tomou o conceito de teologia natural da obra de Varrão e situou-o imediatamente abaixo daquilo que denominou de Teologia Sobrenatural. Para Santo Agostinho a Teologia Sobrenatural é superior por ser baseada nos dados da revelação. A Teologia Sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não lhe estava subordinada, mas sim acima da filosofia. A filosofia era considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a teologia na compreensão de Deus. Concluindo podemos dizer que teologia e nada mais do que o estudo dos fenômenos religiosos; DEUS não pode ser objeto de estudo, então esses fenômenos são o objeto de estudo da teologia. Na tradição cristã (Agostiniana), a Teologia é organizada segundo os dados da revelação e da experiência humana. Esses dados são organizados no que se conhece como Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática. A teologia é fortemente influenciada pelas mais diversas religiões, cada crença tem sua própria teologia, sendo assim existe a teologia hindu, a teologia budista, a teologia judaica, a teologia Católica-Romana, a teologia islâmica, a teologia protestante, a teologia mórmon, a teologia umbandista, e outras.

Dia da Bíblia

 

Palavra de Deus

Bíblia

Oh quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia. (Salmos 119 : 97)

                                A origem do dia da bíblia.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que estes se manifestassem publicamente.

O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento (Vinda, chegada, Período das quatro semanas que precedem o Natal). Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia.

No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, dos primeiros missionários evangélicos vindos da Europa e dos Estados Unidos. Por volta de 1880 a situação da  liberdade religiosa aos cultos protestantes foi se modificando e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, foi se popularizando.

Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.

Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.

 

                       Os Manuscritos originais das Escrituras Sagradas

Os originais da Bíblia são a base para a elaboração de uma tradução confiável das Escrituras.

Grego, hebraico e aramaico foram os idiomas utilizados para escrever os originais das Escrituras Sagradas. O Antigo Testamento foi escrito em hebraico. Apenas alguns poucos textos foram escritos em aramaico. O Novo Testamento foi escrito originalmente em grego, que era a língua mais utilizada na época.

Os originais da Bíblia são a base para a elaboração de uma tradução confiável das Escrituras. Porém, não existe nenhuma versão original (aquela escrita pela mão do próprio autor) de manuscrito da Bíblia, mas sim cópias de cópias de cópias. Todos os autógrafos, isto é, os livros originais, escritos pelos seus autores, se perderam, não resistiram ao tempo. As edições do Antigo Testamento hebraico e do Novo Testamento grego se baseiam nas melhores e mais antigas cópias que existem e que foram encontradas graças às descobertas arqueológicas.

Para a tradução do Antigo Testamento, a Comissão de Tradução da SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) usa a Bíblia Stuttgartensia, publicada pela Sociedade Bíblica Alemã. Já para o Novo Testamento é utilizado The Greek New Testament, (O Novo Testamento em Grego) editado pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Essas são as melhores edições dos textos hebraicos e gregos que existem hoje, disponíveis para tradutores.

                                         O Antigo Testamento em hebraico.

Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas.

Muitos séculos antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com Deus. Estes registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas e muitas vezes e passados de geração em geração.
Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por A Lei, Os Profetas e As Escrituras. Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio Judaico de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 d.C.                       

A Lei continha os primeiros cinco livros da nossa Bíblia.                                                                                                                 Os Profetas, incluíam Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis.                                                                                                                                                     As Escrituras reuniam o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, Jó, Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas.
Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora A Lei frequentemente fosse copiada em dois grandes pergaminhos. O texto era escrito em hebraico – da direita para a esquerda e, apenas alguns capítulos, em dialeto aramaico.

                                          O Novo Testamento em grego.

O mais antigo fragmento do Novo Testamento hoje conhecido é um pequeno pedaço de papiro escrito no início do Século II d.C. Os primeiros manuscritos do Novo Testamento que chegaram até nós são algumas das cartas do Apóstolo Paulo destinadas a pequenos grupos de pessoas de diversos povoados que acreditavam no Evangelho por ele pregado. Nesses fragmentos do Novo Testamento do Século II d.C estão contidas algumas palavras de João 18.31-33, além de outras referentes aos versículos 37 e 38. Nos últimos cem anos descobriu-se uma quantidade considerável de papiros contendo o Novo Testamento e o texto em grego do Antigo Testamento (Septuaginta).
A necessidade de ensinar novos convertidos e o desejo de relatar o testemunho dos primeiros discípulos em relação à vida e aos ensinamentos de Cristo resultaram na escrita dos Evangelhos que, na medida em que as igrejas cresciam e se espalhavam, passaram a ser muito solicitados. Outras cartas, exortações, sermões e manuscritos cristãos similares também começaram a circular.

As cartas de Paulo eram recebidas e preservadas com todo o cuidado. Não tardou para que esses manuscritos fossem solicitados por outras pessoas. Dessa forma, começaram a ser largamente copiados e as cartas de Paulo passaram a ter grande circulação.

                                          A primeira tradução da Bíblia.

Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo.

Estima-se que a primeira tradução foi elaborada entre 200 a 300 anos antes de Cristo. Como os judeus que viviam no Egito não compreendiam a língua hebraica, o Antigo Testamento foi traduzido para o grego. Porém, não eram apenas os judeus que viviam no estrangeiro que tinham dificuldade de ler o original em hebraico: com o cativeiro da Babilônia, os judeus da Palestina também já não falavam mais o hebraico.

Denominada Septuaginta (ou Tradução dos Setenta), esta primeira tradução foi realizada por 70 sábios e contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica; pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C. A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia. Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas hoje em dia.

Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.

 

                                           João Ferreira de Almeida

Em 1681, a primeira edição do Novo Testamento de Almeida finalmente saiu da gráfica.

“Conhecido pela autoria de uma das mais lidas traduções da Bíblia em português, ele teve uma vida movimentada e morreu sem terminar a tarefa que abraçou ainda muito jovem.” Entre a grande maioria dos evangélicos do Brasil, o nome de João Ferreira de Almeida está intimamente ligado às Escrituras Sagradas, afinal, é ele o autor (ainda que não o único) da tradução da Bíblia mais usada e apreciada pelos protestantes brasileiros. Disponível aqui em duas versões publicadas pela Sociedade Bíblica do Brasil – a Edição Revista e Corrigida e a Edição Revista e Atualizada – a tradução de Almeida é a preferida de mais de 60% dos leitores evangélicos das Escrituras no País, segundo pesquisa promovida por A Bíblia no Brasil.

 

                                                  Por que só a Bíblia?

Resposta: Por que cremos única e exclusivamente na Bíblia? Porque direta e indiretamente a própria Bíblia nos exorta a isso. Por favor, leia primeiro o Salmo 119, onde podemos ver a singularidade da Palavra de Deus. Depois disso, peço-lhe que reflita orando em espírito nas passagens bíblicas abaixo:

Paulo escreve, por exemplo, a Timóteo: “E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Tm 3.15-16).

Segunda Pedro 1.19-21 nos revela em que consiste a diferença entre a Bíblia e outras fontes: “Temos assim tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vossos corações; sabendo, primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens [santos] falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo.” O próprio Senhor aponta para a segurança e infalibilidade da Palavra de Deus: “Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra” (Mt 5.18).

E Ele diz, ainda: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5.39).

Em sua primeira carta aos tessalonicenses, Paulo enfatiza que a Bíblia não é palavra humana, mas Palavra de Deus: “Outra razão ainda temos nós para incessantemente dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (1 Ts 2.13).

Finalizando, lembremos o conteúdo extremamente importante de João 1.1-4: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. A vida estava nele…” E o versículo 14: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”

Quem menospreza a Palavra de Deus e a coloca no mesmo nível de outras “fontes de revelação” mostra que despreza a Palavra (o Verbo) que se fez carne: Jesus Cristo!

Fonte: Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 1997. Fonte: www.sbb.org.br

 

Palmas das mãos ou palmas nas mãos?

Ap. 7,9. “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”.

“…eis aqui uma grande multidão…” Esta multidão de “todas as nações”, com palmas nas mãos não deve ser confundida nem com a Igreja nem com Israel. Este grande ajuntamento de almas são conforme disse um dos anciãos a João os que vieram da grande tribulação: Ap. 7. 13,14.  “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.
O capítulo 6. 9 deste livro relata que os mártires da Grande Tribulação encontram-se “debaixo do altar”, aqui, porém, a cena mudou, e eles se encontram “diante do trono e perante o Cordeiro”. Porém, as vestes são as mesmas (6.11 e 7.9).
“…com palmas nas suas mãos”. De acordo com a simbologia profética das Escrituras, as palmas (folhas de palmeiras) simbolizavam vitória e paz. Esta é  a interpretação que podemos depreender da passagem de (Jo 12.12-13), quando entrou em Jerusalém o Príncipe da Paz . Os romanos usavam a folha de palmeira, como um símbolo de vitória. Nesse sentido também podemos pensar que Israel estivesse comemorando sua vitória e libertação do jugo romano com o próprio símbolo romano (A PALMA) já que naquele momento entrava em Jerusalém o “Rei dos judeus”! (João 12.12,13). No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.
As palmas ou ramos de palmeiras são citados em caráter cerimonial e festivo (símbolo de alegria) com a festa dos tabernáculos (Lv 23.40), e é curioso observar que esta festa durava “sete dias” (em caráter profético, equivale aos sete anos da grande tribulação). (Lv 23.40; Nm 14.34; Ez 4.6).
No texto em foco, Ap. 7,9, as palmas são dadas em lugar de coroas para simbolizar a vitória daqueles crentes e a paz que desfrutarão no céu, não se trata como muitos pensam das palmas das mãos dos próprios que são citados em Ap. 7,9. Shalon Aleichem – Paz seja convosco,                Pastor   Luiz Antonio.

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. (Mateus 24 : 12).

Com estas palavras o Mestre divino marca uma época de cumprimento profético: a  nossa época. É importante também notar que no versículo 25 do capítulo em foco  Jesus está vaticinando o nosso tempo, o nosso momento na história da  humanidade: “Eis que eu vô-lo tenho predito”.

É estarrecedor como estas  palavras proféticas têm total cabimento em nosso tempo de inverno espiritual.
Estamos vivendo uma época em que muitos estão profetizando e ensinando em nome de Jesus e enganando a muitos. Temos ouvido de guerras como ele disse no  versículo 6 “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos  assusteis, porque é mister (necessário) que isso tudo aconteça, mas ainda não é  o fim”. Falsos profetas, tem surgido e enganado a muitos.

Mas a marca mais grave da nossa época e a descrita no versículo 12 “E, por se  multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”, pois ela é um sinal dentro  da igreja. Um grande número de crentes não têm perseverado até ao fim para  serem salvos. O inverno espiritual já matou suas almas, eles não amam mais a  Jesus como no momento em que o receberam como salvador. Eu sei que Yeshua  (Jesus) profetizou no versículo 21 uma época ainda pior que esta que  vivenciamos agora, ele disse: “Porque haverá então grande aflição, como nunca  houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver”. De novo  o Salvador avisa no versículo 25 “Eis que eu vô-lo tenho predito”. Há cerca de  uns vinte anos eu preguei o Evangelho a um senhor que em resposta evasiva à  minha oferta de salvação disse: Luiz eu não aceito jesus porque eu não achei  uma igreja que dá certo comigo! Naquela época isso era bem verdade a igreja era  conservadora, e não havia lugar para o pecado se alojar dentro dela sem que o
“Ruach Kadosh, ( Espírito Santo) o revelasse, mas hoje este homem não teria a  menor dificuldade de encontrar uma igreja tão ímpia quanto ele. Chegamos à  época dos falsos profetas, dos homens amantes de si mesmos, avarentos,  presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos,  profanos, (II Timóteo 3 : 2).  Isso meus amados é o terrível inverno da alma.

Como está você amado irmão? Como está tua alma, ainda amas a Jesus, ou já concordas  com as inovações neopentecostais da nossa era? Nosso Deus é um fogo consumidor  aqueça-se nele!

Shalon Adonai, Deus abençoe a todos, Pastor Luiz Antonio.

A Páscoa Pagã.

A Páscoa pagã é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova, essa data não tem absolutamente nada a ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está associada aos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa pagã se refere (Pagan Traditions of Holidays, – Tradições pagãs dos Feriados pg 9); na realidade, a deusa babilônia Ishtar era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas. A Páscoa pagã é na realidade o “Dia de Ishtar”! Esta deusa é reverenciada em várias culturas e religiões do mundo.
1. Na Babilônia era Ishtar, também chamada Deusa da Lua.

2. Para os Católicos é a Virgem Maria (Rainha dos Céus).

3. Para os Chineses é Shingmoo. 

4. Para os Druidas é Virgo Paritura.

5. Para os Egípcios é Ísis.

6. Para os Efésios pagãos era Diana.

7. Para os Etruscos é Nutria. 

8. Para os Gregos era Afrodite / Ceres.

9. Na Índia é Isi / Indrani

10. Para os Judeus apóstatas antigos era Astarte a (Rainha dos Céus).

12. Para os Romanos era Vênus / Fortuna. 

13. Para os Escandinavos é Disa.

14. Para os Sumérios é Nana.

(Confira as afirmações acima em “America’s Occult Holidays”, de Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)
Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar , a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar surgiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar].  A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma bênção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. E o Coelho da Páscoa? Bom que coelhos não botam ovos, não é necessário dizer não é? Você sabe disso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Ishtar era uma deusa da fertilidade, e visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, ele simbolizava o ato sexual; (é só você se lembrar da revista pornográfica playboy, qual é seu símbolo?) o ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”. Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles: Semíramis e Tamuz.  Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos de Chocolate” como parte da celebração da Páscoa.  As igrejas que apóiam a páscoa com ovos de chocolate estão confundindo as mentes de suas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. A igreja que participa na tradição da páscoa pagã pode ser considerada culpada de combinar o cristianismo com o paganismo! Lembre-se desse versículo: “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” 

 “ Shalon Aleichem = Paz seja Convosco”, Compilado por Pastor Luiz  Antonio

Por que JEsus dobrou o Lenço?!

“E que o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, não estava com os panos, mas enrolado num lugar à parte.” (João 20:7)
           Porque Jesus dobrou o lenço? Porque Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição? 
João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.
            A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
1 E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
2  Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram.

3  Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro.
4  E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
5  E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 6  Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis,
7  E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte.
8  Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Isto é importante? Definitivamente. Isto é significante? Sim.

Para entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem haver com o Amo e o Servo.

E todos até um menino Judeu conhecia esta tradição.
“Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo ele buscava ter certeza de fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria”.
           A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperava fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca a tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.
          Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”. Se o Amo se levantasse, e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato,

o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!” Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!
Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve. Esteja pronto, preparado!

Será que o Natal é Bíblico?

 

Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!

A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras.

A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos.

TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia!

Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

Máquina do Tempo – Por Robson Mauricio de Oliveira

Desde os primórdios da humanidade, o homem tem registrado suas ações, suas descobertas, sua cultura e tudo que está à sua volta, e uma das formas de armazenamento de informações são os livros históricos, que relatam a evolução de um povo através dos tempos. Um exemplo fidedigno de livro histórico é a Bíblia Sagrada, que tem em suas páginas a história cronológica desde a fundação da Terra até o surgimento de Jesus Cristo, centralizando em sua literatura a descendência de Abraão, Isaque e Jacó, vindo destes um povo numeroso com uma história grandiosa. A Bíblia além de um conteúdo salvífico e uma dimensão espiritual real e indubitável, nos traz fatos históricos, políticos e culturais. Fazendo uma análise criteriosa nas escrituras, é fácil a identificação de uma cronologia sistemática de seus livros e personagens; e a este fato relevante, direcionaremos este estudo, situando cronologicamente os livros e personagens do Antigo Testamento.

Aparentemente, quando lemos a Bíblia na ordem da compilação ocidental e não prestamos a devida atenção, poderemos pensar que no início do cativeiro babilônico, entra em cena o personagem Esdras, pois no final do livro de “I Crônicas”, inicia-se o domínio babilônico, e logo depois, aparece o livro de “Esdras”; mas Esdras aparece na história, somente no domínio Medo-Persa, que é o império que derrubou o babilônico. Também neste pensamento errôneo, podemos pensar que “Jó” foi contemporâneo de “Ester”, pois logo após este livro, Jó apresenta seu testemunho; mas se estudarmos a cronologia bíblica, veremos que Jó provavelmente viveu na mesma época dos patriarcas, e Ester foi contemporânea de Esdras. Uma pergunta surge então: Por que esta ordem foi estabelecida? A ordem dos livros da Bíblia adotada por nós no ocidente, é herança da “Vulgata Latina de Jerônimo” que por sua vez herdou da Septuaginta, e estas versões não utilizaram o critério cronológico, mas sim a classificação em grupos, a saber: Lei, Históricos, Poéticos e Profetas, e estes não respeitam o fator cronológico. Agora para você que nunca entendeu o momento em que cada personagem bíblico viveu e quem foi contemporâneo de quem , ou ainda, quando e em que âmbito Sofonias, Oséias, Miqueias, profetizaram por exemplo, seguem-se duas tabelas que mostrarão a ordem cronológica dos livros do antigo testamento. A primeira (Tabela histórica), mostra os livros datados de 4000 a 397 A.C, a Segunda mostra a (Contextualização dos profetas), e apresenta como base o livro de I e II Crônicas e situa entre seus capítulos os profetas de 1047 a 587 A.C.

Comece agora mesmo a ler a Bíblia na ordem cronológica e sinta-se entrando numa máquina do tempo e voltando aos tempos do antigo testamento, você verá: o Senhor criando todas as coisas, verá a escolha de um homem e por conseguinte a de um povo; verá as vitórias deste povo, os cativeiros e a recuperação da sua identidade, também os profetas atuando no tempo dos reis de Israel, e o mais importante, verá o agir de Deus nos Primeiros quatro mil anos de existência do homem e a maneira Dele se mostrar como único Deus e salvador da humanidade, ou seja, você só ganhará ao ler a palavra de Deus, tanto espiritualmente, quanto em firmeza histórica ao lê-la cronologicamente. Dê um clique sobre a tabela que ela abrirá em tamanho grande pra você ver melhor. Boa leitura!

                                                                                                                                                                                                                                                                       Robson Mauricio de Oliveira

O Poder da Escola Bíblica

 O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles – EUA tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, inclusive nós, 600 milhões pertencem a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa. O início do avivamento começou com o ministério de Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas. Nesta época, as igrejas Holiness (“Santidade”), descendentes da Igreja Metodista, ensinavam que o batismo no Espírito Santo, signficava apenas uma forma de santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. A mensagem de Parham, porém, era que o batismo no Espírito Santo devia ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas. Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal, como este que você está lendo, chamado “The Apostolic Faith” (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas. Um dos alunos desta escola foi William Seymour responsável pelo avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para receber a plenitude do Espírito Santo na sua vida. Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asberry. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus lhe desse “aquilo que Parham pregou: o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram.” Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brase, número 214. O grupo então levantou uma oferta para trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, orou por Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas. Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brase, e a maioria das pessoas presentes começou falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca ter aprendido a tocar. A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotada com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas. Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brase disse: Eles gritaram durante três dias e três noites. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entravam, elas caíam no do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederem, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes eram curados e os pecadores salvos assim que eles entravam. Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal, que depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906. Se você leu com atenção deve ter notado que o avivamento chegou por causa da Escola Bíblica na qual aquele pequeno grupo aprendeu sobre o Espírito Santo e seu poder. Caro irmão você que ainda não faz parte da EB de sua igreja não sabe quanta benção e quanto conhecimento está perdendo, especialmente neste trimestre onde estamos estudando: O ministério profético, A voz de Deus na Terra. Junte-se a nós venha mudar tua vida através do conhecimento de Deus. Deus abençoe a todos, Pastor Luiz Antonio

Perguntas sobre Deus.

Olá pessoal, irmãos e amigos, obrigado por visitar nosso blog, o que se segue abaixo é uma resposta enviada a um amigo nosso, leitor do blog que está escrevendo um livro sobre a origem da vida. Ele nos enviou quatro perguntas que eram suas dúvidas e que possivelmente será a dúvida de outros, por isso publicamos a resposta aqui, espero que seja útil. Parabéns a todos que se dedicam a escrever, sei como é difícil, e o nosso amigo pegou uma empreitada dificílima, escrever sobre a “ORIGEM DA VIDA”. Acho que ele deu um passo muito certo ao querer saber sobre Deus por que Nele reside a vida e Ele é o Criador de toda a vida, e ninguém jamais poderá discorrer sobre a vida se não conhecer o criador dela! O Evangelho Segundo João capítulo 1 versículos de 1 a 3 diz:

NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

Ele estava no princípio com Deus.

Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.

Quero começar com esta declaração do próprio Deus YHWH: Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas,

Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. Jeremias 9,23-24. É Ele mesmo quem afirma através do profeta Jeremias que é possível conhecê-lo e inclusive nos incita a fazê-lo.  Salmo 145,18 diz: Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Deus quer revelar-se aos que o invocam em verdade. Enquanto escrevo pra você estou me lembrando do Rei Inca Pachacuti que adorava INTI o deus sol, e certo dia olhando para INTI e reverenciando-o, uma nuvem entrou na frente de Intí e este não pode mais aquecer Pachacuti, então ele se perguntou: se INTI fosse um deus a nuvem não teria poder de impedir sua luz e calor! Sabe quando é que o homem descobre Deus? Quando ele questiona com sinceridade! Não questionar Deus, mas questionar sobre Deus. Porque a coisa criada não pode questionar aquele que a criou: veja o que diz o profeta Isaías: Ai daquele que contende com o seu Criador! O caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes… (Isaías 45:9). Eu não vou contar toda a história do Rei Inca Pachacuti aqui, mas você poderá ler parte dela no livro “O Fator Melquisedeque” de Don Richardson.

Tentando responder, biblicamente claro, as perguntas que você fez quero começar te fazendo entender que Deus é uma pessoa logo a pergunta que você fez:

O QUE É DEUS, não tem cabimento para nós cristãos, porque para nós Deus não é uma coisa, e sim uma pessoa. Então vamos deixar de lado esta e vamos para a próxima pergunta:

QUEM É DEUS?

Tudo o que responderei aqui terá base bíblica, pois para nós cristãos não há outra fonte de informação sobre Deus , origem da vida, ser humano etc. Ok? Vamos começar  tentando responder  “QUEM É DEUS”.

Sua existência.

Em parte alguma as Escrituras tratam de provar a existência de Deus mediante provas formais. Deus é reconhecido como fato auto-evidente e como crença natural do homem. As Escrituras em parte alguma propõem uma série de provas da existência de Deus como preliminar à fé. As Escrituras declaram Deus como um fato e chamam o homem a aventurar-se na fé. O mesmo eu faço contigo para começarmos! ” Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (Hebreus 11 : 6) “, este é o ponto inicial na relação entre o homem e Deus, a FÉ.

Vou começar tentando provar que Ele não é uma coisa ou uma energia e que jamais Deus se confundirá com suas criaturas; eu quero começar mostrando que Ele enquanto pessoa tem Nome, sentimentos, age, etc.  

Quando Moisés subiu ao Monte Sinai, com o objetivo de conhecer o Deus de seus pais face a face, e tendo Deus lhe comissionado a ir ao Egito, para de lá tirar o povo do domínio de Faraó e o conduzir à Terra de Canaã, Moisés na sua intrepidez e ousadia, falou dizendo: “Eis que, indo eu aos filhos de Israel e lhes dizendo: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros;” e eles  me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Êxodo, 3:13. E Deus Pai, compreendendo o arrazoamento de Moisés pois que, cada povo tinha o seu próprio deus, e mesmo o Egito tinha vários deuses, disse então o Todo-Poderoso: “EU SOU O QUE SOU ”. Dirás aos filhos de Israel: “EU SOU ME ENVIOU A VÓS”. E disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás: “YAHWEH, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó me enviou a vós; este é o meu Nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração”. Êxodo 3:14,15. Foi justamente ai, que ficou conhecido o Nome Divino.

Deus é uma pessoa que fala com Moisés, revela sentimento ao enviar Moisés para livrar seu povo do domínio Egípcio, mostra inteligência lembrando-se de Abraão, Isaque e Jacó que viveram muito tempo antes de Moisés, ou seja, mostrou características que só uma pessoa tem.

Yahweh é uma palavra originária da língua hebraica, cuja língua o Pai Eterno Yahweh-Deus escolheu para comunicar-se com o  seu Povo. O tetragrama YHWH (Yahweh) é originário do Verbo Hebraico HA-YAH (SER) e implica continuidade, ou aquele que subsiste por Si mesmo. O que é o que era, e o que Será para sempre, noutras palavras; O Eterno. Veja o que diz o Dicionário Bíblico Universal: “Primitivamente, sem dúvida, YHWH (o tetragrama) representava o tempo do verbo hebraico que implica continuidade, e com suas vogais se lia Yahweh. A sua significação é: “Aquele que é” ou “Aquele que será”, sugerindo plena vida com infinitas possibilidades”. Como explicar que na Divindade mesmo anterioriormente à criação do homem, que nós conhecemos como pessoa, a personalidade já existia em Deus. Quando fazemos referência a Deus como personalidade, devemos lembrar que a personalidade ou a pessoa de Deus está em um nível muito superior ao que facilmente poderíamos explicar. O que eu estou tentando fazer é um atrevimento, pois como o finito poderá explicar o infinito?

Abordar este mistério da personalidade divina é uma tarefa difícil, e quando nos atrevemos a fazê-lo estamos entrando num universo deverás culto, difícil, mas também gratificante e de nível superior. Muitos hoje em dia dizem: “Creio num Deus, mas não num Deus pessoal”. Eles acham que o “algo” misterioso que eles chamam de Deus criador de todas as coisas deve ser mais do que uma pessoa, ou até não ser pessoa! Bom, que fique claro e definido que a pessoalidade de Deus está em nível superior, como já disse, pois ELE possui uma mente superconciente e que ELE ainda não é e não será compreendido perfeitamente por nós. Deus, ainda que seja pessoa está além da personalidade. É claro que eu sei que muitos crentes e os não-crentes na maioria, realmente pensam em Deus como algo impessoal; isto é, como algo que é menos do que pessoal. É importante ter em mente que nós só somos pessoa porque Deus é pessoa antes de nós, pois ele nos criou à sua imagem e semelhança, lembra?! E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1:26) Se estivermos procurando algo pessoal ou superpessoal, algo que seja mais do que uma pessoa, então não será uma questão de escolher, Deus é a única opção disponível, ele é “pessoa” e nós só somos pessoa porque ELE é primeiro. Quem é Deus? Deus é o ser supremo; o espírito infinito e eterno, criador e preservador do Universo eu poderia cansar você apresentando cerca de 450 nomes e títulos pelos quais Yahweh Deus é conhecido nas Escrituras. Tem coisas que não dá pra explicar, e você só entenderá sentindo! Para saber de fato quem é Deus, se Ele é ou não é realmente uma pessoa, se é bom etc. você terá de provar! Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. (Salmos 34 : 8). 

Sabe o que mais Ele é?

 A causa do sem fim é a existência do infinito

A causa da eternidade é a existência do eterno

A causa do espaço ilimitado é onipresença

A causa do poder é onipotência

A causa da sabedoria é a onisciência

A causa da personalidade é o pessoal

A causa das emoções é o emocional

A causa da vontade é a volição

A causa da ética é a moral

A causa da espiritualidade é o espiritual

A causa da beleza é a estética

A causa da retidão é a santidade

A causa do amar é o amor

A causa da vida é a existência

Tudo isto é Deus, tudo isto está em Deus. A melhor definição é: “Deus é Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.”

 QUAL É A COMPOSIÇÃO DE DEUS?

Bom aqui me parece que você está querendo uma explicação química para o que é Deus, mas como já disse Deus não é “O QUE”, mas “QUEM”, pois Ele é uma pessoa. Começando com a resposta dada por João evangelista, quanto à sua composição: DEUS É ESPÍRITO, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (João 4: 24). Deus transcendente à nossa condição finita, por isso temos dificuldade de entendê-lo. Ele não é formado por carne e sangue como nós, Ele é um SER espiritual, Eterno, Infinito, e tantas outras qualidades que Lhe poderíamos dar. Agora é claro que surge outra pergunta para elucidar a primeira: “o que é um ESPÍRITO?

Vamos recorrer a uma fonte fidedigna: Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. (Lucas 24: 39) As palavras acima são do Senhor Jesus, e ele nos introduz ao assunto explicando qual não é a composição de um espírito e deixa claro que eles não são feitos de carne, sangue e osso como nós, logo se Deus é Espírito Ele também não tem em sua composição carne, sangue e osso.

O Espírito Humano.

O espírito é aquela parte pela qual temos comunhão com Deus e somente pela qual podemos adorá-lo. Como é o espírito humano o responsável pela comunicação com Deus ele pode ser denominado de o ELEMENTO DA CONSCIÊNCIA DE DEUS. Como definição geral do termo a palavra espírito vem do hebraico “RUASH” da qual se deriva o vocábulo Grego “PNEUMA” que se traduz por espírito, literalmente significa o movimento dinâmico do AR, porém quando falamos do espírito humano estamos falando da parte interior do homem que é invisível, imortal, porém muito real. E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e SOPROU em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gênesis 2: 7) O espírito humano é a sede legal da VIDA em todos os sentidos. A palavra espírito ocorre cerca de 400 vezes no antigo testamento e 385 vezes no Novo. Referindo-se àquela parte do homem que tem conhecimento, E que habita dentro do Homem (corpo). Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. I Cor. 2,11. O espírito representa a natureza maior do homem e rege de modo elevado o caráter do homem, o espírito procura reger o homem segundo o conceito de Deus, tentando transformá-lo cada dia na verdadeira imagem e semelhança do Pai, a fim de cumprir sua missão. Eu me atrevo a definir a missão do espírito humano ajudado por Deus com as palavras de I Tess. 5,23: E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo. Jesus disse certa vez: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (Mateus 26: 41)  O Espírito na verdade pode ser considerado como aquela parte do homem que é consciente e preparada, cuja missão primária é levar o homem a Deus.

Três poderes específicos regem no espírito do homem, O INTELÉCTO A FEIÇÃO E A VONTADE.  

·        O intelecto é a parte que lhe capacita a faculdade de julgar, recordar, imaginar e raciocinar.

·        A feição lhe capacita a sensibilidade de sentir dor, prazer, ódio, amor e outros sentimentos.

·        A vontade capacita o ser humano para o dever de escolher; de rejeitar o mal e aceitar o bem conforme seu livre arbítrio.

No tocante à vida o Espírito Humano é responsável pela vida consciente do homem desde sua formação e nascimento até a morte. O espírito humano bem como o próprio Deus que é espírito são compostos de uma substância imaterial, porém real, e é claro que me falta eloqüência e provas bíblicas para prová-lo. Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Luc. 24,39. O homem é possuidor de um corpo, uma alma e um espírito (Soma, Psychê e Pneuma) que juntos formam o SER HUMANO. O homem não subsiste fora desse contexto: corpo alma e espírito. Só se separam estas partes para efeito de estudo, mas o homem será condenado em sua constituição tríplice ou será salvo de igual modo. Jamais será admitida a idéia de o corpo e alma serem lançados na condenação do inferno enquanto o espírito volta a Deus que o deu. Ademais é sabido como comprova o texto abaixo que o espírito humano também peca ainda que sua missão seja a de lavar o homem a Deus. ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. (II Coríntios 7: 1) Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. (Tiago 3: 16).

Finalizando como seria de se esperar, Deus é Espírito e como tal não é composto por substâncias que conhecemos ou possamos explicar.

 ONDE ESTÁ DEUS?

Deus está numa dimensão na qual, decerto, temos dificuldade e não pequena de entender! Mas vamos tentar explicar. Deus está no Céu. Ele não vive na nossa dimensão embora pode enchê-la com sua onipresença. Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? Diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? Diz o SENHOR. (Jeremias 23: 24). Como nós temos nossas casas construídas por nossas próprias mãos, Deus também tem a dele, O Céu. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, (Gênesis 2: 4).  Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens. (Salmos 115: 16) A bíblia usa um plural para CÉU, vou explicar. No texto original hebraico a palavra para céus é “shamayim”. A terminação “im” indica o plural. Isso pretende mostrar que há mais do que somente um céu. Na bíblia distinguem-se pelo menos três céus: o céu inferior (auronos), o céu intermediário (mesoranios) e o céu superior (eporanios).

Por céu inferior entendemos o céu atmosférico, que envolve a terra com ar, nuvens e vapor. O céu intermediário é o céu planetário, o céu das estrelas, chamado também o céu astronômico, e além desse céu está o céu superior que na Escritura é também chamado “céu dos céus”. É ai que Deus mora, é ai onde Ele está. Este “céu dos céus” ou paraíso de Deus não é atingível com nossa tecnologia, ele está fora do nosso alcance, não se chega a ele com aviões, ou naves espaciais, as sondas lançadas pela NASA nunca o cruzaram! Ele é real, tem moradores dos quais o mais ilustre é Deus, mas está fora da dimensão material, está na dimensão espiritual. Irão para lá os salvos, aqueles que receberem Jesus como Salvador de suas almas, o que você pode fazer ainda hoje! Mesmo quem vai para lá não sabe onde é; digo o endereço, alguém virá nos buscar: E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão… Lucas 16.22. Evangelho de João capítulo 14 versículos 1,2,3 diz: NÃO se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.   Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. I Tessalonicenses 4,17,17.

 Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro. (I João 4: 6)

Meu caro espero ter te ajudado, boa sorte e que a Paz do Senhor Jesus seja contigo, e com tua família, “Shalon Ahemah”, a expressão é hebraica e quer dizer: “Paz e Prosperidade”.

Pastor Luiz Antonio

 

 

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